“A escolha começa pela avaliação clínica e pela identificação das características do melasma, incluindo sua extensão, profundidade e resposta a tratamentos anteriores, além do tipo de pele e dos hábitos de exposição. A partir disso, podemos definir uma estratégia que combine fotoproteção, tratamentos tópicos e, quando houver indicação, procedimentos. Essa associação pode ser interessante porque diferentes abordagens atuam sobre mecanismos distintos da pigmentação e podem complementar seus efeitos. Procedimentos como peelings e microagulhamento, por exemplo, podem ser utilizados como terapias adjuvantes em pacientes selecionados, enquanto tecnologias como lasers devem ser reservadas para situações específicas, especialmente casos mais resistentes”, detalha.