Ilustração sobre herpes-zóster. Foto: Reprodução
Diabetes, doenças cardíacas e doença renal crônica podem aumentar a vulnerabilidade ao herpes-zóster, infecção conhecida como cobreiro. A doença ocorre quando o vírus varicela-zóster, responsável pela catapora, volta a se manifestar após permanecer no organismo por anos ou décadas.
Estima-se que mais de 90% dos adultos brasileiros carreguem o vírus. Quando ele é reativado, pode provocar bolhas em apenas um lado do corpo, geralmente seguindo o trajeto de um nervo, além de dor intensa, ardor, coceira, formigamento e sensação de agulhadas. Os sintomas podem surgir antes das lesões na pele.
O risco cresce a partir dos 50 anos, fase em que a resposta imunológica perde parte da capacidade de manter o vírus sob controle. A infecção pode causar neuralgia pós-herpética, com dor persistente mesmo após o desaparecimento das feridas. O Ministério da Saúde orienta procurar atendimento médico diante de dor, formigamento ou lesões em faixa e em um só lado do corpo; o tratamento tende a ser mais eficaz quando começa nas primeiras 72 horas.