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O diretor desportivo do Vitória, Fernando Meira, abordou o fecho do mercado de Verão, o primeiro que liderou desde que assumiu funções, em Julho.
Em declarações à SportTV, Fernando Meira pediu paciência aos adeptos e mostrou-se convencido de uma temporada de sucesso.

O balanço do mercado…: “Eu acho que é um balanço positivo. Todas as equipas tentam sempre apetrechar-se da melhor maneira possível, independentemente das condicionantes. O que é certo é que se calhar a pior das condicionantes é a exigência que o Vitória exige. Chegamos ao final do mercado com o sentimento de dever cumprido, tentamos reforçar a equipa da melhor maneira possível, sendo que alguns processos não são fáceis, quer para contratar, quer para arranjar colocação para um ou outro jogador que eventualmente não vá de encontro àquilo que são as ideias do nosso treinador e também da nossa administração. Acima de tudo, um sentimento de tranquilidade, de dever cumprido. As expectativas estão à altura daquilo que é a grandeza de um clube como o Vitória, à altura daquilo que é a exigência dos nossos adeptos. Aquilo que peço à nossa massa associativa é um pouco de paciência para aqueles que estão a chegar de novo. Eu entendo aquilo que é a exigência do clube, mas as dificuldades têm sido muitas e obviamente que nós, assim como eles, também queremos ganhar. É preciso algum tempo para esta nova equipa técnica, para estes novos jogadores que acabam de chegar. Eu acredito que temos um plantel com todas as condições necessárias para poder atingir os objetivos do Vitória.”

As chegadas de jogadores como o Borevokovic e também do Alanzinho conferem a experiência que este plantel precisava?: “Sim, e também o Jakupovic. São jogadores com idade suficiente e com experiência suficiente no que diz respeito a cada uma das suas carreiras para trazer um pouco mais de experiência a este plantel, que carece também obviamente de experiência, de ADN Vitória. Queremos cada vez mais formar melhor e preservar ao máximo aquilo que são os nossos ativos, sempre sabendo que é importante vender. Se conseguirmos vender e manter aquilo que é a exigência, mantermos aquilo que é o ADN Vitória seria o ideal. Obviamente que numa primeira fase, naquilo que foi o nosso primeiro mercado, estamos a falar numa entrada no clube em início de julho, muito difícil, e por isso acredito que o balanço é positivo. Acredito que a expectativa que seja muito grande também em função daquilo que tem sido o nosso trabalho, mesmo com muita dificuldade. Há de facto muita ambição, muita ilusão em relação àquilo que nós podemos e devemos seguramente fazer para que o Vitória consiga voltar à rivalidade.”

Pode colocar-se um horizonte europeu para esta temporada no Vitória?: “Obviamente todos temos ilusões e queremos seguramente termos ilusões, internamente sabemos perfeitamente aquilo que queremos. Aquilo que nós temos que aportar é a exigência máxima no dia-a-dia, independentemente de querermos traçar um objetivo. O principal é que cada jogador se foque naquilo que é a sua tarefa, que se foque primeiro, acima de tudo, no símbolo que levamos ao peito. Se te focares naquilo que é o dia-a-dia, a exigência estará presente no dia-a-dia e acredito que estaremos num caminho certo.”

domingo, 06 setembro 2026 18:08 em Desporto


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