“A preocupação maior não é simplesmente ter uma dobra de gordura na barriga. O que merece atenção é o aumento da gordura visceral, localizada mais profundamente no abdômen e metabolicamente mais ativa. Quando está em excesso, ela está associada a maior risco de resistência à insulina, diabetes tipo 2, alterações do colesterol, hipertensão e doenças cardiovasculares. Por isso, reduzir toda essa discussão a uma questão de aparência é perder uma oportunidade importante de prevenção”, afirma a ginecologista Giovana Brunet, especialista em saúde integral da mulher e menopausa pela Harvard Medical School.