Posição diferente teve o chefe da diplomacia, Antonio Tajani, da Força Itália, que falou em “más notícias” e alertou contra a disseminação de tendências “iliberais”, populistas e extremistas na Europa.
Em Espanha, o primeiro-ministro Pedro Sánchez reagiu à vitória da extrema-direita na Saxónia numa reunião dos socialistas, em Madrid, afirmando que “é um aviso de que a extrema-direita ameaçada está a ganhar terreno na Europa e no mundo, e uma confirmação de que um governo de coligação progressista como o que temos em Espanha é mais necessário do que nunca”.
E acrescentou: “O mundo está a observar-nos; estamos na vanguarda do avanço contra os reacionários”.
O líder da extrema-direita do Vox, Santiago Abascal, felicitou a colíder do partido, Alice Weidel, e o líder local na Saxónia-Anhalt, Ulrich Siegmund, falando no resultado como “uma grande esperança para a Alemanha e para a Europa”.