“Neste período nós temos muitas necessidades que vão surgindo, nomeadamente com os atestados médicos de muitos professores”, explica o governante. 

As declarações são do ministro da Educação à RTP Antena 1, esta segunda-feira, num evento sobre ensino superior.

 


“Neste momento são mais de 2.000 horários por preencher, mas a disponibilidade que existe ainda de professores permitirá cobrir estas necessidades”, sublinha Fernando Alexandre. 


Reconhece, no entanto, que será mais difícil preencher todos os horários em certas zonas do país. As escolas da Grande Lisboa, península de Setúbal e Algarve são as mais afetadas pela falta de professores.