Incêndios foram declarados em vários navios mercantes em plena escalada das “operações militares em curso na região”, escreveu a UKMTO, sem acrescentar a hora nem se havia vítimas.


A entidade ligada à Marinha britânica afirmou ter recebido informações sobre várias embarcações que “foram alvejadas e ficaram inoperacionais“.


“As autoridades estão cientes da situação e as investigações pertinentes estão em curso”, acrescentou a entidade.


A autoridade marítima pediu aos navegantes que tenham em conta as informações mais recentes sobre a segurança marítima e que se mantenham informados sobre a evolução da situação operacional.


Horas antes, os militares norte-americanos reivindicaram a responsabilidade pelos ataques a cinco petroleiros iranianos, quatro deles no golfo de Omã e um perto da ilha de Khark, um dos principais centros petrolíferos do Irão.


Em relação aos ataques iranianos contra bens navais, a Guarda Revolucionária anunciou ataques contra dois contratorpedeiros, oito petroleiros e uma dezena de outros alvos, que as forças iranianas afirmaram ter “danificado seriamente”.


Uma informação entretanto desmentida pelo Comando Central dos EUA (CENTCOM): “As forças da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão alegaram ter atacado dois contratorpedeiros da Marinha dos EUA que operavam no Médio Oriente. Isso é completamente FALSO”, escreve o CENTCOM numa publicação na rede social X.


O CENTCOM garante que “nenhum navio de guerra da Marinha dos EUA foi atingido” e que “todas as tentativas de ataque da IRGC falharam”. “Enquanto isso, as forças norte-americanas destruíram com sucesso 10 petroleiros iranianos apenas na última semana”, dizem as forças armadas dos EUA.