Quando, em junho de 2024, visitou o stand da Zigurate, na Feira do Livro de Lisboa, em plena campanha das europeias, João Cotrim de Figueiredo não imaginava que um ano depois seria convidado para escrever um livro. Ali, cumprimentou Carlos Vaz Marques, que lidera a editora independente, e comprou o livro “Na Cabeça de Xi”, de François Bougon. Um ano depois escreve o seu. O convite chegou meses antes de anunciar que avançava para Belém, mas a ideia de ser forte para a comunicação e notoriedade do candidato presidencial foi decisiva para aceitar.
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