Na pandemia, com o advento das criptomoedas e a queda do uso do numerário, os maiores bancos centrais em todo o mundo começaram a explorar o lançamento de moedas digitais. A Reserva Federal dos Estados Unidos desistiu este ano da ideia, abrindo a porta às empresas privadas para lançarem stablecoins, indexadas ao dólar norte-americano. Mas na União Europeia acredita-se que o futuro passará pela emissão de euros digitais, por parte do Banco Central Europeu (BCE), que prevê lançar o primeiro daqui a quatro anos.

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