Shakespeare tinha razão: “Todo o mundo é um palco,/ E todos os homens e mulheres meros atores;/ Têm as suas saídas e entradas,/ E um homem no seu tempo representa muitos papéis.” A questão é: que papéis representou Picasso? Não precisamos de razões fortes para o reavaliar; qualquer desculpa serve. Por exemplo, o centenário de “Os Três Bailarinos” (1925), adquirido pela Tate em 1965, ou a inauguração da Tate Modern há 25 anos. (A exposição “Theatre Picasso” é também um exemplo de como colecionar um artista fulcral do século XX; das cerca de 50 peças expostas, a vasta maioria pertence às coleções da Tate.)
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