Em 2022, no começo da guerra na Ucrânia, a “CNN Business” alertava que o Facebook e o YouTube removeram um deepfake do Presidente ucraniano que alegadamente o mostrava a render-se à Rússia. Desde então, nos últimos três anos, a guerra de informação ganhou ainda mais alcance e velocidade. O Centro de Combate à Desinformação, um órgão de trabalho do Conselho de Segurança e Defesa Nacional da Ucrânia, revelava, em abril deste ano, que “a Rússia está a utilizar cada vez mais a inteligência artificial nas guerras de informação”, tendo o Centro registado, naqueles primeiros quatro meses desde o início de 2025, 191 operações de informação russas (conteúdos gerados por IA, com um alcance total de pelo menos 84,5 milhões de visualizações).
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