O tenente da GNR e outros três militares suspeitos de fazerem parte do “braço armado” de uma rede de exploração de imigrantes ilegais, em herdades do Alentejo, confirmaram à juíza do Tribunal Central de Instrução Criminal de Lisboa que trabalhavam para o alegado cabecilha da organização. Porém, rejeitaram ter realizado quaisquer serviços de “segurança privada”.