O mês de dezembro promete exigir mais fisicamente ao F. C. Porto, que tem sete jogos em agenda e vai descansar menos do que os seus concorrentes diretos na luta pelo título, situação que toca nas queixas de André Villas-Boas, descontente com a calendarização e a sobrecarga competitiva, que vai levar os azuis e brancos a descansar 90,4 horas (correspondente a cerca de 3,76 dias, em média), entre cada jogo, até ao final do ano, segundo as contas feitas pelo JN. “O F. C. Porto vê-se obrigado a jogar na segunda-feira, dia 15 de dezembro, com o Estrela da Amadora, na quinta-feira, dia 18, com o Famalicão para a Taça de Portugal, e novamente no dia 22, segunda-feira, com o Alverca”, sublinhou o presidente no editorial da revista “Dragões”, criticando a Liga Portugal e a sua falta de equidade. Em boa verdade, o F. C. Porto não vai cumprir as 72 horas de descanso definidas pela FIFA contra o Tondela e o Famalicão, duelos a que chegará com 70 horas de recuperação.

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