Pamela Anderson decidiu acabar com os rumores e contou, sem rodeios, que manteve um breve romance com Liam Neeson após concluírem as filmagens de “The Naked Gun: Aonde é que pára a polícia”. “Se quiser saber, o Liam e eu estivemos romanticamente envolvidos durante um curto período, mas só depois de acabarmos de filmar”, revelou em entrevista à revista “People”, esclarecendo que a ligação que muitos acreditaram ser uma ação promocional do filme teve, afinal, sentimentos genuínos. “Isto é real. Temos sentimentos verdadeiros”, sublinhou.

A atriz descreve essa fase como “uma semana íntima”, vivida na casa do ator no interior de Nova Iorque. “Tive o meu próprio quarto”, comentou, explicando que assistentes e até familiares passaram por lá com naturalidade.

Houve jantares românticos, como o de um pequeno restaurante francês, onde Neeson a apresentou a conhecidos como “a futura Mrs. Neeson”. E houve rotinas simples que a tocaram, como o momento em que decidiu cuidar de “uma roseira invadida pela hortelã” no jardim do anfitrião.

Uma nova mulher

A relação não avançou, mas deixou cumplicidade. “Adoro o Liam, mas somos melhores amigos, com toda a honestidade”, afirmou Pamela, sublinhando que o ator continua a incentivá-la nesta fase de libertação pessoal. Hoje, assume mudanças que há uns anos não imaginaria. Abraçou o visual ruivo, transformação que vê como “mais uma forma de liberdade” e a prova de que está, finalmente, “no controlo da própria vida”.

Essa vontade de se reinventar levou-a a olhar para trás, para o que a formou. A artista recorda com emoção o avô Herman, que lhe ensinou finlandês quando era criança. “A pessoa mais próxima” dos seus primeiros anos deixou-lhe uma herança que agora quer recuperar. “Às vezes, não quero ser Pamela Anderson. Quero ser Pamela Hyytiäinen”, confessou, com humor, ao admitir que sonha voltar ao apelido original da família.

Com novos projetos em andamento, incluindo a produção de uma nova série inspirada em “Barb wire”, a atriz espera viajar em breve com os filhos até à Finlândia, em busca dessa raiz que a acompanha desde sempre.

Nas palavras de Pamela Anderson, esta etapa representa algo simples, mas poderoso: “É um ato rebelde ser feliz.”