A Larian Studios regressa ao universo Divinity com um novo RPG por turnos, e garante que vai fazê-lo à sua maneira. O próprio diretor executivo Swen Vincke diz isso mesmo, ao qualificar o jogo como um “nós sem limites”.
O novo Divinity foi apresentado na semana passada nos The Game Awards, com uma apresentação à altura: uma estátua demoníaca no meio do deserto chamou a atenção antes do jogo ser revelado. Depois do sucesso de Baldur’s Gate 3, também um jogo baseado em turnos, Vincke garantiu que este novo título vai levar tudo o que a Larian tem feito para outro nível.
Inicialmente o estúdio estava a pensar em voltar a trabalhar com a Wizards of the Coast num jogo Dungeons & Dragons, mas acabou por não ir por esse caminho. “Todos os ingredientes estavam lá, mas faltava o entusiasmo dos developers”, explicou Vincke. Então decidiram regressar a Divinity, a série que ajudou a construir a Larian.
Alguns jogos anteriores de Divinity tinham combate em tempo real, mas Original Sin era baseado em turnos, e Vincke diz que o sistema será feito com base nesse jogo, mais simples de entender do que o complexo sistema de D&D.
Também vai utilizar um novo motor gráfico e dar ainda mais importância à narrativa cinematográfica. “A ideia é que quando falares com os jornalistas sobre o jogo, cada um de vós terá histórias completamente diferentes para contar. Estamos a fazer coisas que nunca foram vistas antes nos RPGs”, acrescentou o CEO.
Quem não consegue esperar, a Larian lançou uma versão actualizada de Divinity: Original Sin 2 para Switch 2, PS5 e Xbox Series X/S.