Embora o verão esteja se aproximando do Brasil, algumas cidades da região Sul estão sofrendo com fortes ventanias nos últimos dias. Nesta segunda-feira (15), o movimento do ar, provocado por um sistema de baixa pressão, derrubou uma das réplicas da Estátua da Liberdade instaladas em frente a uma loja da rede varejista Havan em Guaíba, no Rio Grande do Sul.
Apesar do susto, nenhuma pessoa se machucou. Conforme informações dos meteorologistas, o Rio Grande do Sul está sob influência de um ciclone extratropical, que pode provocar ventos intensos. Como resultado da ação natural, várias estruturas foram derrubadas, causando danos financeiros sem precedentes. No caso da estatueta da Havan, o prejuízo foi de R$ 1,5 milhão.
Créditos: Reprodução/Redes Sociais
Por meio das redes sociais, é possível identificar o monumento abatido, com a escultura descolada do pedestal. Embora as despesas sejam elevadas para erguer uma nova escultura, Luciano Hang, empresário e fundador da Havan, não projeta medir esforços. Ainda que seja uma réplica da Estátua da Liberdade, o visionário esclarece que a ideia por detrás é passar a mensagem de “liberdade de compra” aos clientes.
Entenda o processo de confecção da estátua
O valor exorbitante direcionado a uma réplica está creditado ao fato de ser feita de fibra de vidro, pesando cerca de 3,6 toneladas e medindo 40 metros de altura. De acordo com as lojas Havan, o projeto contempla a colaboração de seis empresas e cinquenta profissionais, fator que define a conclusão da obra em aproximadamente um mês.
De forma sistemática, as estátuas são estrategicamente posicionadas em áreas de grande circulação, geralmente próximas a rodovias. Esse mecanismo ajuda não somente a aumentar a visibilidade da marca, mas também a atrair turistas e visitantes. Porém, devido a questões ideológicas, as esculturas estão sendo alvos de vandalismo por todo o Brasil.