A investigação conduzida pelas autoridades francesas indicou que a mulher, encontrada pelos serviços de resgate, tirou a própria vida ao abrir o gás na sua residência, mas também a de outros habitantes no mesmo edifício, como foi o caso das duas crianças portuguesas, de três e cinco anos, que entraram em paragem cardiorrespiratória e foram retiradas dos escombros. Os socorristas não conseguiram reanimá-las. A mulher de Bruno, pai das crianças, também ficou ferida.