O final de carreira de um jogador imigrado está longe de resultar numa conta matemática, à qual se soma o regresso ao país natal. Muitas vezes, a profissão, ou a atividade, que vai escrever os capítulos seguintes da vida já ficou traçada pelos laços que se teceram durante os anos de alta competição e os planos de voltar a casa mudam por completo. “Quando vim para a Europa, identifiquei-me muito com o que encontrei em Lisboa e por isso adaptei-me com uma certa rapidez ao Benfica primeiro e, mais tarde, a Paris. Mas França e Paris são muito mais movimentados do que Portugal e Lisboa. Aqui é onde me sinto melhor”, explicou Valdo, antigo jogador do Benfica e internacional brasileiro, em declarações ao JN.