O ano de 2025 não foi nada parecido com um mar de rosas para Sydney Sweeney. Apesar de a atriz ter estrelado três filmes no cinema, todos eles foram um fracasso de bilheteria depois de polêmicas ligadas a política em que ela esteve envolvida.

As controvérsias começaram ainda em 2024, quando ela se filiou ao Partido Republicano e foi elogiada por Donald Trump, além de uma festa em família, onde parentes dela estavam usando bonés do tipo “Maga” (Make America Great Again) e camisetas de “Blue Lives Matter”. Com o país dividido, o gesto agradou uma parte e deixou a outra revoltada.

Mas a coisa se agravou mesmo em julho deste ano, quando seu primeiro filme de 2025 ainda nem havia estreado nos cinemas. Sydney estrelou a campanha publicitária da marca American Eagle. A propaganda faz um trocadilho com as palavras “jeans” e “genes”, dizendo que ela, uma mulher branca, loira e de olhos azuis, tem “um jeans ótimo”, o que dá a entender que além de se vestir bem, a atriz é geneticamente ótima, algo que não existe, de acordo com a própria ciência.

Cerca de quatro meses após a repercussão da polêmica propaganda de jeans, ela se explicou. “Eu simplesmente amo jeans. Só uso jeans. Literalmente, estou de jeans e camiseta todos os dias da minha vida… No fim das contas, eu sabia para que era aquele anúncio, e eram ótimos jeans, então não me afetou de forma alguma”, disse a atriz de 28 anos à GQ Magazine.

No entanto, as consequências das polêmicas não demoraram a aparecer. Em agosto, veio o primeiro lançamento: Americana, que custou US$ 9 milhões (R$ 48 milhões) e arrecadou apenas US$ 840 mil (R$ 4,5 milhões). Os outros dois filmes com Sweeney em 2025 foram Eden e Christy, fracassos ainda maiores; nenhum deles chegou perto de arrecadar, no mínimo, o valor investido nas produções, o que causou grandes prejuízos.

Isso tudo pode acabar fazendo com que produtores e diretores repensem nela como protagonista a partir de 2026?

Próximos passos de Sydney Sweeney

A redenção da atriz pode vir com A Empregada, que tem estreia mundial marcada para o dia 1º de janeiro. O filme, que também tem Amanda Seyfried no elenco, é baseado em um best-seller de mesmo nome da autora Frida McFadden, e isso pode atrair os fãs do livro aos cinemas.

Algumas salas, inclusive, tiveram sessões antecipadas em 19 de dezembro. A produção dividiu opiniões, mas as críticas foram mais direcionadas à direção de Paul Feig, que não segue a simplicidade da história, do que à atuação de Sydney Sweeney em si.

Um outro ponto que chamou a atenção de forma negativa foi a quantidade de nudez e cenas de sexo, e isso se relaciona diretamente à artista, que tem sexualizado a própria imagem na indústria.

Fora isso, ela também estará de volta na terceira temporada de Euphoria, que estreia em abril de 2026 na HBO Max. Foi essa a série que a lançou ao estrelato, e há uma boa probabilidade de que seja sucesso mais uma vez.

Sydney Sweeney também foi confirmada no elenco de novos filmes que ainda estão em pré-produção ou desenvolvimento, como Split Fiction, Barbarella, That Man From Rio e A Máscara da Morte Rubra, além de entrar como produtora de I Pretended to Be a Missing Girl.