Com “E Deus criou a mulher” o cinema francês produziu uma das maiores estrelas de cinema do mundo.


O filme de 1956 foi censurado em vários países e alguns Estados norte-americanos pela sexualidade explícita.

Brigitte Bardot foi símbolo de libertação sexual, da emancipação da mulher, rebelde, musa da nouvelle vague e ícone da sétima arte.

Bardot teve também uma carreira na música. A colaboração com Serge Gainsbourg foi um dos momentos mais marcantes.


Participou em 47 filmes em pouco mais de duas décadas. Pouco antes de celebrar os 40 anos deixou tudo e dedicou-se à primeira paixão: os direitos dos animais.