O “efeito Takaichi”, cujo nome vem da nova primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, levou os principais índices nipónicos a máximos históricos no final do ano. Tanto o Nikkei como o Topix, superaram, respetivamente, a barreira dos 50.000 e 3.000 pontos, muito à custa das cotadas do setor tecnológico, num ano em que conseguiram escapar à turbulência gerada pela imposição de tarifas por parte dos Estados Unidos.