Desde o fim da pandemia, os turistas procuram viver aventuras mais autênticas, conectando-se às pessoas e culturas locais, em vez de apenas riscar pontos turísticos de uma lista. Em 2026, viajar irá muito além de conhecer destinos.
Hoje em dia, viajar já não é apenas sobre chegar a um destino ou percorrer um itinerário. O verdadeiro foco está na experiência que cada viagem proporciona, nas memórias e ligações que se criam ao longo do percurso.
Desde o fim da pandemia, o turismo tem evoluído para oferecer vivências mais autênticas e significativas, onde o contacto com pessoas, culturas e lugares se torna tão importante quanto os próprios locais visitados.
A análise de diversos relatórios de turismo, conduzida pela CNBC, aponta as cinco tendências principais que prometem moldar a forma como vamos viajar em 2026.
Cinco tendências para 2026
Evitar multidões e explorar locais fora dos circuitos turísticos é cada vez mais popular. Cidades secundárias ganham destaque, oferecendo experiências culturais imersivas.
Países como Indonésia e Japão promovem destinos alternativos para aliviar a pressão sobre os grandes centros turísticos, segundo a CNBC.
O excesso de opções e a fadiga mental levam muitos viajantes a delegar o planeamento. Agências e hotéis oferecem pacotes curados, permitindo desligar-se totalmente e viajar sem preocupações logísticas ou financeiras.
O turismo de bem-estar evoluiu para programas de longevidade, retiros de saúde mental e atividades físicas.
Yoga, surf e caminhadas são algumas das opções procuradas por todas as idades, transformando a viagem numa aposta na saúde a longo prazo.
Memórias do passado ganham protagonismo: jovens recriam viagens de infância, enquanto novos reformados exploram aventuras prolongadas e mais ousadas, combinando liberdade e redescoberta do mundo.
Hotéis usam Inteligência Artificial para antecipar necessidades dos hóspedes. Desde equipamentos de fitness a quartos próximos do buffet, a personalização passa a ser o novo padrão de serviço.
2026 traz viagens com mais propósito
As tendências que se desenham para 2026 mostram uma mudança clara na forma como encaramos o ato de viajar.
Há uma procura crescente por experiências mais conscientes, personalizadas e alinhadas com o bem-estar. Nelas, o tempo, a autenticidade e a qualidade ganham mais peso do que a quantidade de destinos visitados.
Entre a nostalgia e a vontade de desligar do ruído do dia a dia, o turismo caminha para um modelo mais humano e significativo.
Viajar é já uma forma de reconexão, consigo próprio e com o mundo, tornando cada experiência mais memorável e relevante.



