O atraso no procedimento já mereceu sérios reparos do Tribunal de Contas. Os juízes conselheiros apontaram o facto de, na negociação do prolongamento da atual contrato, o Estado ter ficado numa posição bastante fragilizada perante a atual concessionária, a Via Porto, que por sua vez ficou “fortalecida” pelo risco do impacto de interrupção do serviço de transporte, caso as suas condições não fossem aceites.