Uma caução financeira para garantir que vai deixar os Estados Unidos da América no tempo previsto. É esta a melhor forma de explicar o Visa Bond, um programa norte-americano aplicado a visitantes de vários países, que este mês sofrerá grandes alterações. As mudanças irão afetar, sobretudo, cidadãos de diversas regiões do mundo que visitam o país a curto e médio prazo.
A partir do final de janeiro, o programa passará a abranger 25 novos países, totalizando 38. Serão afetados cidadãos de países africanos como Argélia, Angola, Benim, Botswana, Burundi, Cabo Verde, República Centro-Africana, Costa do Marfim, Djibouti, Gabão, Gâmbia, Guiné, Guiné-Bissau, Malawi, Mauritânia, Namíbia, Nigéria, São Tomé e Príncipe, Senegal, Tanzânia, Togo, Uganda, Zâmbia e Zimbabué.
Já na Ásia e no Médio Oriente, estão incluídos Bangladesh, Butão, Quirguistão, Nepal, Tajiquistão e Turquemenistão. Da América Latina e das Caraíbas, entram Antígua e Barbuda, Cuba, Dominica e Venezuela. Por fim, a lista fica completa com Fiji, Tonga, Tuvalu, Vanuatu, na Oceânia.
A caução paga pode variar entre os cinco mil dólares americanos (cerca de 4.286€) e os 15 mil (que ronda os 12.860€) — o valor é selecionado mediante ao perfil do cidadão e ao risco que poderá apresentar para o país. O pagamento, por sua vez, é realizado após o pedido do consulado e é feito inteiramente através do site oficial do governo norte-americano.
O objetivo é fazer com que os turistas e trabalhadores respeitem o tempo definito pelo programa e não tentem exceder a estadia. Caso deixem o país no prazo previsto ou nunca cheguem, sequer, a utilizar o visa, o valor é reembolsado.
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The Trump administration has nearly tripled the visa bond requirement from 13 to 38 countries, effective Jan 21, 2026. Travelers from affected nations… pic.twitter.com/V7LJb0sN6v
— All Things Education Consultants (@Altecs23) January 8, 2026