Mariana Patrocínio mostrou no ano passado a rotina de injeções do filho mais velho, Mateus, tem desde os seis anos. O menino foi diagnosticado em 2019 com artrite idiopática juvenil (AIJ), uma doença autoimune.

Esta segunda-feira, 12 de janeiro, a irmã de Carolina Patrocínio revelou que, em dezembro, Mateus recebeu outro diagnóstico: hepatite tóxica. “O Mateus vive com artrite juvenil desde os seis [anos]. Tem altos e baixos, mas com o biológico e as injeções de metotrexato sempre fez uma vida normal… Em dezembro percebemos que estava mais amarelado, sempre enjoado e veio o diagnóstico de hepatite tóxica”, pode ler-se no vídeo.

“É um pau de dois bicos: a medicação controla a doença, mas pode afetar orgãos importantes. Esteve um mês sem medicação e agora vai retomar”, remata.

Mas afinal, o que é uma hepatite tóxica?

Segundo uma publicação da Sociedade Portuguesa de Medicina Interna, a hepatite tóxica é uma “lesão hepática causada por inalação, ingestão ou administração parentérica de agentes farmacológicos ou químicos”.

Ou seja, trata-se de uma inflamação do fígado que é causada por substâncias tóxicas, como os medicamentos (antibióticos, anti-inflamatórios), que podem resultar em “náuseas, vómitos, icterícia [pele amarela], dor abdominal”, cansaço e urina escura, “podendo evoluir para falência hepática aguda”.

Veja o vídeo:

Texto: Maria Constança Castanheira; Fotos: Redes Sociais