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De acordo com TheWrap, Indiana Jones não escapou do período turbulento vivido pela Lucasfilm nos últimos anos sob a liderança de Kathleen Kennedy.
Considerada uma das propriedades mais valiosas do estúdio e da Walt Disney Company, a franquia sofreu vários reveses criativos.
O quinto filme da saga começou a ser desenvolvido por Steven Spielberg em parceria com roteirista David Koepp. No entanto, após Koepp concluir uma versão do roteiro, Spielberg acabou recuando, e foi quando Kennedy colocou James Mangold no comando.
O cineasta passou então a trabalhar em uma nova história ao lado de Jez e John-Henry Butterworth. O resultado? Indiana Jones e a Relíquia do Destino, de 2023.
A estreia aconteceu no Festival de Cannes, onde teve uma recepção morna da crítica.
Nos cinemas, um desempenho aquém do esperado ao arrecadar apenas US$ 384 milhões, contra um orçamento estimado em US$ 419 milhões.
Além do filme, outros projetos também acabaram descartados, com destaque para uma série animada desenvolvida por Rodrigo Blaas, diretor de um episódio da antologia Star Wars: Visions.
O site confirma que chegou a avançar internamente e tinha o codinome “Reggie”, em referência à cobra de estimação do piloto Jock Lindsay em Os Caçadores da Arca Perdida.
A ideia era mostrar Indy em aventuras ambientadas entre as produções originais.
Uma série em live-action centrada em Abner Ravenwood, mentor de Indiana Jones e pai de Marion Ravenwood, também acabou abandonada.
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Fonte: TheWrap