Tem de haver humanidade. Isto também é uma questão de humanidade.” A frase sai curta da boca de Leopoldo Rodrigues, presidente da Câmara de Castelo Branco, num território atravessado por estradas obstruídas, árvores no chão, telhados arrancados e aldeias ainda às escuras. Quatro dias depois do temporal, a Beira Baixa continua a medir a devastação casa a casa, freguesia a freguesia, longe do foco que nos últimos dias se concentrou em Leiria.