A negociação parte de perspetivas muito distantes, mas a UGT responde ao desafio do Governo para um eventual acordo com contrapropostas que passam pela redução do período normal de trabalho para 35 horas, pela facilitação da implementação da semana de quatro dias para trabalhadores com filhos, pelo aumento dos dias mínimos de férias para 25 ou pela reposição dos valores das compensações por despedimento que existiam antes do programa de ajustamento da troika.