Mário Dinis Ribeiro, diretor do departamento de Medicina do IPO Porto, aponta que o piloto de rastreio ao cancro do estômago, inserido no projeto europeu TOGAS, está “a terminar”. Contudo, os resultados parcialmente conhecidos já demonstram que em 1500 pessoas rastreadas na Europa “cerca de 1% tiveram lesões importantes identificadas”. Em Portugal, explica o clínico, essa percentagem poderá subir para o intervalo entre os 2 e os 5%.