A meio da manhã deste sábado, a mais ou menos dois quilómetros do alto do Sameiro, já havia carros estacionados nas bermas, nos passeios e até a ocupar parte da estrada. De guarda-chuva na mão, muitos preferiam fazer o que restava do caminho a pé. “De carro nunca mais lá chegamos”, desabafava um estudante, apressado, ao sair do carro cheio que o pai conseguiu estacionar numa nesga, depois de feita a subida da Falperra. Essa foi, aliás, a única forma que muitos encontraram para conseguir entrar no recinto do santuário, um dos mais icónicos de Braga, onde ontem decorreu uma das duas cerimónias de imposição de insígnias aos estudantes finalistas da Universidade do Minho – a outra foi na Penha, em Guimarães, para os cursos lá sediados.