— É uma história muito bonita, porque as pessoas já diziam que nos parecemos. Desde pequena me falam isso. Mesmo eu estando com o cabelo escuro, agora nas gravações de “Herdeira por direito, milionária por vingança”, a equipe brincava: “Vem gravar, minha Xuxa”. Então acho muito bonito, parece que os caminhos te levam mesmo para determinados lugares. Foi um dos projetos mais especiais da minha vida, foi mágico. Tinha muito material para estudar, então mergulhei nos estudos, me isolei, me guardei para viver essa mulher, porque eu queria muito honrar a história da Xuxa, a figura que ela é. Eu sabia que tinha uma responsabilidade muito grande nas mãos e que era uma oportunidade de levar o meu trabalho para o mundo todo. Eu não digo que eu fiz a Xuxa, eu vivi a Xuxa. Depois ainda continuei com trejeitos dela na minha casa, na minha vida.