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O lifting facial é uma cirurgia plástica indicada para tratar sinais marcantes do envelhecimento, como flacidez da pele, rugas profundas e perda do contorno da face.
Hoje, muitos desses incômodos podem ser amenizados com procedimentos menos invasivos. No entanto, quando há excesso de pele, sulcos mais pronunciados e necessidade de reposicionar estruturas profundas, como músculos e compartimentos de gordura, o lifting cirúrgico continua sendo a alternativa mais eficaz.
Para alcançar um aspecto mais natural, a técnica evoluiu significativamente nas últimas décadas.
“No início, as cirurgias de facelift promoviam apenas a tração da pele, o que frequentemente resultava em uma aparência artificial, efeitos pouco duradouros e cicatrizes alargadas”, explica a cirurgiã plástica Gabriela Schwartzmann, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP).
Segundo a especialista, a mudança ocorreu quando os cirurgiões passaram a atuar também sobre o SMAS, camada de tecido que envolve a musculatura da face e desempenha papel fundamental na sustentação dos tecidos. “As técnicas atuais se baseiam em diferentes formas de reposicionar essa estrutura anatômica, proporcionando resultados mais naturais e duradouros”, afirma.
Apesar dos avanços, o sucesso do procedimento depende de três fatores:
- Indicação correta;
- Execução da cirurgia com um médico especialista;
- Cuidados no pós-operatório
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E a escolha do profissional é uma etapa essencial. Confira três dicas para não cair em ciladas:
1. Confirme se o profissional é um cirurgião plástico habilitado (CRM e RQE)
Nem todo médico está capacitado para realizar um lifting facial.
Antes de marcar a cirurgia, verifique se o profissional possui registro ativo no CRM e Registro de Qualificação de Especialista (RQE) em Cirurgia Plástica, que comprova a formação reconhecida na especialidade.
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