{"id":103340,"date":"2025-10-09T11:13:10","date_gmt":"2025-10-09T11:13:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/103340\/"},"modified":"2025-10-09T11:13:10","modified_gmt":"2025-10-09T11:13:10","slug":"quatro-filmes-para-ver-esta-semana-observador","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/103340\/","title":{"rendered":"Quatro filmes para ver esta semana \u2013 Observador"},"content":{"rendered":"<p>Harry Lawtey personifica o jovem Richard Burton (ent\u00e3o ainda Jenkins) e Toby Jones \u00e9 Philip Burton, seu professor e mentor no Pa\u00eds de Gales, que depois o perfilharia e daria o seu apelido, nesta fita biogr\u00e1fica em lume brando de Marc Evans. Mas que tem pelo menos o m\u00e9rito de n\u00e3o puxar para primeiro plano a homossexualidade reprimida do professor, sobre o qual o ator diria mais tarde: \u201cDevo-lhe tudo\u201d. Evans real\u00e7a a forma como Burton, que teve uma carreira no teatro truncada, projetou no protegido as suas esperan\u00e7as frustradas, Toby Jones \u00e9 muito bom no digno e estoico mestre, e Harry Lawtey melhor do que pod\u00edamos esperar na pele de Burton, captando-lhe a textura da voz na parte final do filme, embora lhe escape o carisma intenso e viril do ator.<\/p>\n<p>Em 2007, Jorge Cramez realizou O Capacete Dourado, o \u00fanico filme portugu\u00eas com jovens rebeldes e motos. Em Sombras, Cramez aventura-se pelo cinema fant\u00e1stico, pondo em cena um casal, Marta e Jaime (Victoria Guerra e Pedro Lacerda) que se mudou para o campo, e ao qual um local pede que tome conta da filha pequena, Beatriz, enquanto vai a Lisboa por alguns dias. A presen\u00e7a da crian\u00e7a inquieta Marta, e de noite, aparece uma estranha criatura no exterior da casa, causando ali v\u00e1rios estragos. Apesar do que o t\u00edtulo possa sugerir, a fita n\u00e3o tem nem sombra de terror, nem mesmo um pouquinho de inquieta\u00e7\u00e3o, e passamos mais de hora e meia \u00e0 espera de coisas que nunca chegam a acontecer. O cinema nacional e o fant\u00e1stico s\u00e3o mesmo incompat\u00edveis.<\/p>\n<p>Realizado por Joachim Ronning, Tron: Ares \u00e9 o terceiro filme da s\u00e9rie de fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica iniciada em 1982 com o t\u00edtulo original realizado por Steven Lisberger e interpretado por Jeff Bridges, e que teve uma continua\u00e7\u00e3o em 2010, Tron: O Legado, de Joseph Kosinski, bem como uma curta-metragem em 2011 e uma s\u00e9rie animada para televis\u00e3o em 2012. A hist\u00f3ria desta parte III\u00a0 gira em redor de um programa de computador sofisticad\u00edssimo chamado Ares. que \u00e9 enviado do mundo digital para o mundo real numa miss\u00e3o perigosa, marcando o primeiro encontro da humanidade com seres gerados por Intelig\u00eancia Artificial. Jeff Bridges continua a fazer parte do elenco, acompanhado por Jared Leto, Gillian Anderson e Jodie Turner-Smith.<\/p>\n<p>Um casal brit\u00e2nico, Moth e Raynor Winn, perde a sua casa ap\u00f3s um investimento ruinoso na empresa de um amigo, e pouco depois, o marido \u00e9 diagnosticado com uma rara doen\u00e7a degenerativa. Os Winn decidem ent\u00e3o ir percorrer a p\u00e9 a costa sudoeste de Inglaterra, numa longa e dura viagem. Interpretado por Jason Isaacs e Gillian Anderson, The Salt Path \u2014 O Caminho do Amor adapta \u00e0 tela o premiado best-seller\u00a0escrito em 2018 por Raynor Winn sobre a jornada do casal. H\u00e1 poucos meses, o jornal Observer publicou uma investiga\u00e7\u00e3o que p\u00f5e em causa a veracidade de v\u00e1rias partes do livro e a gravidade da doen\u00e7a de Raynor. <a href=\"https:\/\/observador.pt\/?p=7707631&amp;preview=true\" target=\"_blank\" rel=\"noopener nofollow\">The Salt Path \u2014 O Caminho do Amor foi escolhido como filme da semana pelo Observador e pode ler a cr\u00edtica aqui<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Harry Lawtey personifica o jovem Richard Burton (ent\u00e3o ainda Jenkins) e Toby Jones \u00e9 Philip Burton, seu professor&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":103341,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[140],"tags":[470,315,114,115,1042,147,148,146,32,33],"class_list":{"0":"post-103340","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-filmes","8":"tag-cinema","9":"tag-cultura","10":"tag-entertainment","11":"tag-entretenimento","12":"tag-estreias","13":"tag-film","14":"tag-filmes","15":"tag-movies","16":"tag-portugal","17":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/103340","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=103340"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/103340\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/103341"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=103340"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=103340"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=103340"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}