{"id":106057,"date":"2025-10-11T08:23:31","date_gmt":"2025-10-11T08:23:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/106057\/"},"modified":"2025-10-11T08:23:31","modified_gmt":"2025-10-11T08:23:31","slug":"inflacao-ficou-nos-24-em-setembro-mas-alimentos-subiram-7-precos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/106057\/","title":{"rendered":"Infla\u00e7\u00e3o ficou nos 2,4% em Setembro, mas alimentos subiram 7% | Pre\u00e7os"},"content":{"rendered":"<p>A varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga da infla\u00e7\u00e3o em Setembro registou uma subida de 2,4%, mas em desacelera\u00e7\u00e3o face a Agosto, e interrompendo cinco meses de subida consecutiva. O que n\u00e3o abrandou foi o pre\u00e7o dos alimentares, que se manteve em alta de 7%.<\/p>\n<p>\u201cA varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga do \u00cdndice de Pre\u00e7os no Consumidor (IPC) foi 2,4% em Setembro, taxa inferior em 0,4 pontos percentuais \u00e0 observada no m\u00eas anterior [2,8%]\u201d, avan\u00e7a o Instituto Nacional de Estat\u00edstica (INE) esta sexta-feira. Este valor confirma a <a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2025\/09\/30\/economia\/noticia\/taxa-inflacao-cai-24-setembro-cinco-subidas-consecutivas-2149048\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">estimativa r\u00e1pida<\/a> feita a 30 de Setembro.<\/p>\n<p>O indicador de infla\u00e7\u00e3o subjacente (\u00edndice total excluindo produtos alimentares n\u00e3o transformados e energ\u00e9ticos, os que habitualmente registam maiores varia\u00e7\u00f5es de pre\u00e7os) registou uma varia\u00e7\u00e3o de 2%, igualmente abaixo dos 2,4% de Agosto.<\/p>\n<p>Os produtos energ\u00e9ticos, cujo \u00edndice aumentou 0,3% (contra -0,2% no m\u00eas anterior, regressando assim a terreno positivo), e o \u00edndice referente aos produtos alimentares n\u00e3o transformados, que se manteve em 7%, ap\u00f3s sete meses de aumentos consecutivos, deram os maiores contributos para a subida do IPC.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m se verificaram aumentos nas classes das bebidas alco\u00f3licas e tabaco e dos bens e servi\u00e7os diversos, com varia\u00e7\u00f5es de 1,6% e 2,1% respectivamente, acima das varia\u00e7\u00f5es de 0,9% e 1,9% no m\u00eas anterior.<\/p>\n<p>J\u00e1 as \u00e1reas do lazer, recrea\u00e7\u00e3o e cultura e dos restaurantes e hot\u00e9is, com varia\u00e7\u00f5es de 1% e 6,2% respectivamente, inferiores aos 2,8% e 7,7% em Agosto, \u201ctravaram\u201d maior progress\u00e3o do \u00edndice global.<\/p>\n<p>A varia\u00e7\u00e3o mensal do IPC, em cadeia, foi 0,9% (uma leitura que tinha sido de menos 0,2% face a Agosto, face a Julho, e de menos 1,3% em Setembro de 2024, face a Agosto do mesmo ano). E a varia\u00e7\u00e3o m\u00e9dia dos \u00faltimos doze meses foi 2,4% (valor id\u00eantico no m\u00eas anterior), avan\u00e7a o INE.<\/p>\n<p>O \u00cdndice Harmonizado de Pre\u00e7os no Consumidor (IHPC) portugu\u00eas, utilizado na compara\u00e7\u00e3o com outros pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia, apresentou uma varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga de 1,9%, bem abaixo dos 2,5% no m\u00eas anterior, e inferior em 0,3 pontos percentuais face ao valor estimado pelo Eurostat para a \u00e1rea do euro (em Agosto, a taxa de varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga do IHPC portugu\u00eas tinha sido superior em 0,5 pontos percentuais \u00e0 da zona euro).<\/p>\n<p>Excluindo produtos alimentares n\u00e3o transformados e energ\u00e9ticos, o IHPC em Portugal atingiu uma varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga de 1,6% em Setembro (tinha sido de 2,3% em Agosto), taxa inferior \u00e0 da \u00e1rea do euro (estimada em 2,4%).<\/p>\n<p>A varia\u00e7\u00e3o mensal do IHPC, por compara\u00e7\u00e3o com Agosto passado, foi de 1%, acima do -0,1% no m\u00eas anterior e abaixo de 1,6% em Setembro de 2024). A varia\u00e7\u00e3o m\u00e9dia deste \u00edndice nos \u00faltimos doze meses \u00e9 de 2,4% (valor id\u00eantico no m\u00eas precedente).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga da infla\u00e7\u00e3o em Setembro registou uma subida de 2,4%, mas em desacelera\u00e7\u00e3o face a Agosto,&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":106058,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,3246,476,89,90,25451,4860,1215,1962,32,1503,33],"class_list":{"0":"post-106057","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-conjuntura","10":"tag-economia","11":"tag-economy","12":"tag-empresas","13":"tag-indice-de-precos-no-consumidor","14":"tag-ine","15":"tag-inflacao","16":"tag-instituto-nacional-de-estatistica","17":"tag-portugal","18":"tag-precos","19":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106057","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=106057"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106057\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/106058"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=106057"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=106057"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=106057"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}