{"id":106590,"date":"2025-10-11T17:18:21","date_gmt":"2025-10-11T17:18:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/106590\/"},"modified":"2025-10-11T17:18:21","modified_gmt":"2025-10-11T17:18:21","slug":"estudo-inedito-revela-que-caes-podem-ser-superdotados-e-ter-vicios-como-os-humanos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/106590\/","title":{"rendered":"estudo in\u00e9dito revela que c\u00e3es podem ser superdotados e ter v\u00edcios como os humanos"},"content":{"rendered":"\n<p class=\" content-text__container theme-color-primary-first-letter\" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Pessoas e c\u00e3es compartilham mais do que amizade. Dois novos estudos revelaram que os cachorros podem apresentar tipos de comportamentos considerados, at\u00e9 agora, exclusivamente humanos. Eles abrem ainda uma nova janela para a compreens\u00e3o da rela\u00e7\u00e3o entre humanos e c\u00e3es, uma parceria iniciada h\u00e1 pelo menos 15 mil anos, quando se estima que os primeiros lobos tenham sido domesticados. <\/p>\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li><strong>Sono da beleza: <\/strong><a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/saude\/noticia\/2025\/10\/09\/sono-da-beleza-neurologista-explica-como-a-maneira-que-dormimos-impacta-na-formacao-de-colageno-rugas-e-acne.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>neurologista explica como a maneira que dormimos impacta na forma\u00e7\u00e3o de col\u00e1geno, rugas e acne<\/strong><\/a><\/li>\n<li><strong>Mais proteica que 4 ovos: <\/strong><a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/saude\/noticia\/2025\/10\/07\/mais-proteica-que-4-ovos-a-carne-supernutritiva-que-muita-gente-ignora.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>a carne supernutritiva que muita gente ignora<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> A primeira pesquisa mostrou que alguns c\u00e3es podem se tornar compulsivos com seus brinquedos assim como seres humanos, por exemplo, podem se viciar em jogos de azar ou eletr\u00f4nicos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> J\u00e1 o segundo trabalho demonstrou que alguns c\u00e3es, considerados \u201csuperdotados\u201d, s\u00e3o capazes de classificar objetos por fun\u00e7\u00e3o naturalmente, algo at\u00e9 ent\u00e3o observado s\u00f3 em poucos animais submetidos a treinamentos intensivos, nunca de forma espont\u00e2nea. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Embora c\u00e3es tenham comportamentos complexos e muitas vezes possam reproduzir emo\u00e7\u00f5es e h\u00e1bitos de seus tutores, essa \u00e9 a primeira vez que se prova cientificamente que podem desenvolver v\u00edcios e compuls\u00f5es. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> O estudo sobre v\u00edcio canino foi publicado na edi\u00e7\u00e3o desta semana da revista Scientific Reports. Seus autores sugerem que os c\u00e3es s\u00e3o o primeiro exemplo n\u00e3o humano de uma esp\u00e9cie que desenvolve espontaneamente comportamentos semelhantes a v\u00edcio. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> A descoberta pode levar a uma melhor compreens\u00e3o tamb\u00e9m sobre os v\u00edcios humanos, afirmou Alja Mazzini, da Universidade de Berna, na Su\u00ed\u00e7a, principal autora do estudo. Pois, o trabalho pavimenta o caminho para investiga\u00e7\u00f5es sobre impulsividade, aten\u00e7\u00e3o e recompensa em c\u00e3es. E esses mesmos aspectos s\u00e3o importantes para o estudo de transtornos humanos como TDAH e compuls\u00f5es. <\/p>\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li><strong>&#8216;Erva-santa&#8217;: <\/strong><a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/saude\/noticia\/2025\/10\/08\/erva-santa-o-que-diz-a-ciencia-sobre-esta-planta-ancestral-que-ajuda-a-aliviar-a-insonia.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>o que diz a ci\u00eancia sobre esta planta ancestral que ajuda a aliviar a ins\u00f4nia<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Mazzini e seus colegas constataram que alguns c\u00e3es parecem n\u00e3o conseguir viver sem seus brinquedos favoritos, como bolinhas. E essa obsess\u00e3o supera o simples entusiasmo e se assemelha a um v\u00edcio. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Os v\u00edcios em seres humanos se caracterizam pelo envolvimento compulsivo em determinadas atividades, mesmo com consequ\u00eancias negativas. Embora j\u00e1 houvesse relatos de que alguns c\u00e3es exibem comportamentos semelhantes a v\u00edcios em rela\u00e7\u00e3o a brinquedos \u2014 por exemplo, choramingar quando o brinquedo est\u00e1 fora de alcance e continuar brincando apesar do cansa\u00e7o excessivo ou de les\u00f5es \u2014, a nova pesquisa \u00e9 a primeira avalia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica publicada sobre o tema. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Os cientistas compararam sintomas de v\u00edcio humanos, como sentir desejo intenso e dificuldade em interromper ou controlar um comportamento, com os de 105 cachorros. Estes foram selecionados por serem, segundo seus tutores, \u201cmuito motivados a brincar com determinado brinquedo\u201d. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Foram analisados os comportamentos de 56 c\u00e3es machos e 49 f\u00eameas em rela\u00e7\u00e3o a um brinquedo escolhido pelos pr\u00f3prios c\u00e3es no in\u00edcio do teste. Os c\u00e3es tinham entre 12 meses e 10 anos de idade. As ra\u00e7as mais frequentes foram pastor malinois (18 c\u00e3es), border collie (nove) e labrador (nove). <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> A compuls\u00e3o parece ser mais usual em ra\u00e7as de trabalho, conhecidas por seu alto impulso para brincar e ca\u00e7ar. Segundo os cientistas, em alguns casos, a motiva\u00e7\u00e3o exagerada pode ter sido refor\u00e7ada pela sele\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica voltada ao desempenho. <\/p>\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li><strong>O futuro da sa\u00fade humana: <\/strong><a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/saude\/noticia\/2025\/10\/07\/se-voce-conseguir-viver-os-proximos-10-anos-vivera-mais-50-diz-imunologista.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>&#8216;se voc\u00ea conseguir viver os pr\u00f3ximos 10 anos, viver\u00e1 mais 50\u2019, diz imunologista<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Os autores tamb\u00e9m consideraram o comportamento cotidiano de seus c\u00e3es em rela\u00e7\u00e3o aos brinquedos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Os cientistas viram que 33 c\u00e3es apresentaram comportamentos semelhantes a v\u00edcios. Esses comportamentos inclu\u00edam fixa\u00e7\u00e3o excessiva em um determinado brinquedo; falta de interesse em alternativas como comida ou brincadeiras com o dono; tentativas persistentes de alcan\u00e7ar o brinquedo quando ele estava indispon\u00edvel e incapacidade de se acalmar por at\u00e9 15 minutos ap\u00f3s todos os brinquedos serem retirados. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Quando o brinquedo estava fora de alcance, esses c\u00e3es tendiam a passar mais tempo focados nele e tentando acess\u00e1-lo, priorizando essa tentativa em vez de comer ou interagir com o dono. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Os animais foram submetidos a uma s\u00e9rie de testes. Eles podiam escolher entre brinquedos, comida e intera\u00e7\u00e3o social. Em v\u00e1rias situa\u00e7\u00f5es, os c\u00e3es mais \u201cviciados\u201d ignoravam todas as alternativas e permaneciam tentando recuperar o brinquedo. Mesmo quando estavam cansados, sozinhos ou quando o objeto era retirado, continuavam excitados e inquietos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u2014 Alguns c\u00e3es demonstraram um grau de envolvimento que poder\u00edamos chamar de compulsivo e semelhante a v\u00edcios comportamentais humanos \u2014 afirmou Stefanie Riemer, da Faculdade de Medicina Veterin\u00e1ria de Viena, na \u00c1ustria, e uma das autoras do estudo. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Segundo o estudo, as rea\u00e7\u00f5es dos c\u00e3es lembram os mecanismos ligados a v\u00edcios em humanos. Em ambos os casos, o comportamento come\u00e7a proporcionando prazer, mas evolui para compuls\u00e3o sem car\u00e1ter prazeroso. <\/p>\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li><strong>O superalimento rico em nutrientes <\/strong><a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/saude\/noticia\/2025\/10\/07\/o-superalimento-rico-em-nutrientes-que-fortalece-o-sistema-imunologico-e-e-um-poderoso-aliado-antienvelhecimento.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>que fortalece o sistema imunol\u00f3gico e \u00e9 um poderoso aliado antienvelhecimento<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Nos humanos, o v\u00edcio games ou apostas, por exemplo, ativa os mesmos sistemas cerebrais de recompensa ligados ao neurotransmissor dopamina e aos opioides. Os autores acreditam que entender esses paralelos entre esp\u00e9cies pode ajudar a desvendar os fundamentos biol\u00f3gicos dos v\u00edcios comportamentais. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u201cAssim como algumas pessoas jogam at\u00e9 prejudicar a pr\u00f3pria vida, certos c\u00e3es parecem incapazes de parar de brincar. Por\u00e9m, nem todo entusiasmo \u00e9 um v\u00edcio. Ainda n\u00e3o temos crit\u00e9rios cl\u00ednicos para definir quando o prazer se torna patol\u00f3gico\u201d, disseram os cientistas no estudo. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Os cientistas planejam estudar se os c\u00e3es \u201chipermotivados\u201d apresentam diferen\u00e7as neurol\u00f3gicas ou gen\u00e9ticas, e se h\u00e1 paralelos com dist\u00farbios observados em humanos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Enquanto isso, os autores recomendam cautela. Brincar \u00e9 saud\u00e1vel e essencial para o bem-estar canino, mas quando o cachorro ignora comida, donos ou descanso em favor do brinquedo, talvez seja hora de dar uma pausa no jogo. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> J\u00e1 um estudo publicado na revista Current Biology mostrou que alguns c\u00e3es aplicam o nome de uma categoria \u2014 como \u201cbusque\u201d ou \u201cpuxe\u201d \u2014 a brinquedos novos que servem para a mesma fun\u00e7\u00e3o, mesmo que nunca tenham ouvido essas palavras associadas a esses objetos antes. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Com base na descoberta de que alguns c\u00e3es s\u00e3o capazes de formar um amplo vocabul\u00e1rio de nomes de objetos de maneira espont\u00e2nea, em intera\u00e7\u00f5es di\u00e1rias com seus tutores, os pesquisadores mostraram que esses animais conseguem generalizar palavras para novos objetos que compartilham apenas a fun\u00e7\u00e3o \u2014 e n\u00e3o a apar\u00eancia. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> No estudo, por meio de brincadeiras que simulavam situa\u00e7\u00f5es naturais, os c\u00e3es classificaram objetos in\u00e9ditos de acordo com seu uso funcional, e n\u00e3o apenas com base em semelhan\u00e7as visuais. <\/p>\n<ul class=\"content-unordered-list\">\n<li><strong>&#8216;Quadrobics&#8217;: <\/strong><a class=\"\" href=\"https:\/\/oglobo.globo.com\/saude\/noticia\/2025\/10\/08\/quadrobics-especialistas-explicam-a-tendencia-fitness-que-promete-deixar-voce-em-forma-ao-se-movimentar-de-quatro.ghtml\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>especialistas explicam a brincadeira fitness que promete deixar voc\u00ea em forma ao se movimentar de quatro<\/strong><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Os cientistas liderados por Claudia Fugazza, da Universidade E\u00f6tv\u00f6s Lor\u00e1nd, na Hungria, analisou 10 c\u00e3es \u201csuperdotados em vocabul\u00e1rio\u201d de diferentes pa\u00edses. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Os tutores desses c\u00e3es receberam oito brinquedos novos, que poderiam ser usados de duas maneiras: para buscar (lan\u00e7ados para o c\u00e3o trazer de volta) ou para puxar (em brincadeiras de cabo de guerra). Cada brinquedo foi aleatoriamente classificado como \u201cpuxe\u201d ou \u201cbusque\u201d, mas sem que sua apar\u00eancia indicasse a fun\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Os tutores desses c\u00e3es receberam oito brinquedos novos, que poderiam ser usados de duas maneiras: para buscar (lan\u00e7ados para o c\u00e3o trazer de volta) ou para puxar (em brincadeiras de cabo de guerra). Cada brinquedo foi aleatoriamente classificado como \u201cpuxe\u201d ou \u201cbusque\u201d, mas sem que sua apar\u00eancia indicasse a fun\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Em seguida, os tutores testaram o aprendizado pedindo que os c\u00e3es encontrassem brinquedos espec\u00edficos entre v\u00e1rios outros. Sete dos dez c\u00e3es acertaram e passaram \u00e0 fase seguinte. Nesta, precisavam associar os nomes a brinquedos totalmente novos, sem instru\u00e7\u00f5es verbais. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Na nova etapa, os tutores receberam outros oito brinquedos, tamb\u00e9m divididos entre \u201cpuxe\u201d e \u201cbusque\u201d, mas desta vez sem usar essas palavras. Eles apenas brincaram de puxar ou buscar com cada brinquedo, sem dar nenhum nome. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Depois de uma semana, os c\u00e3es foram testados. Quando os tutores pediram um \u201cbusque\u201d ou \u201cpuxe\u201d, os animais precisavam escolher entre brinquedos novos e antigos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Mesmo sem nunca terem ouvido os nomes aplicados aos novos brinquedos, os c\u00e3es acertaram dois ter\u00e7os das vezes, uma taxa muito superior ao acaso. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u201cEsses sons parecem ter um significado que pode ser expandido para objetos completamente diferentes, desde que tenham a mesma fun\u00e7\u00e3o\u201d, explicou Fugazza. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Embora o grupo de c\u00e3es testados tenha sido pequeno, o resultado \u00e9 significativo, avaliou Juliane Br\u00e4uer, psic\u00f3loga comparativa do Instituto Max Planck de Geoantropologia, na Alemanha. Segundo ela, n\u00e3o se pode pensar que todos os c\u00e3es s\u00e3o capazes disso, mas \u00e9 poss\u00edvel inferir que eles t\u00eam potencial para desenvolver esse tipo de habilidade. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> A descoberta \u00e9 especialmente interessante porque os c\u00e3es evolu\u00edram lado a lado com os humanos, adaptando-se ao ambiente e \u00e0 comunica\u00e7\u00e3o social das pessoas. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> De qualquer forma, a descoberta demonstra que os c\u00e3es s\u00e3o capazes de classificar objetos por fun\u00e7\u00e3o em contextos naturais, algo at\u00e9 ent\u00e3o observado apenas em poucos animais submetidos a treinamentos formais intensivos. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> No ser humano essa capacidade aparece na inf\u00e2ncia. Beb\u00eas aprendem a aplicar uma mesma palavra a objetos diferentes com base em sua fun\u00e7\u00e3o. Por exemplo, chamando de \u201ccopo\u201d tanto uma x\u00edcara quanto uma mamadeira. Alguns chimpanz\u00e9s e bonobos treinados em linguagem tamb\u00e9m agrupam objetos por fun\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> Encontrar esse tipo de racioc\u00ednio em c\u00e3es, por\u00e9m, surpreendeu os cientistas. <\/p>\n<p class=\" content-text__container \" data-track-category=\"Link no Texto\" data-track-links=\"\"> \u201cIsso sugere que as ra\u00edzes dessas capacidades est\u00e3o espalhadas de forma muito mais ampla na \u00e1rvore evolutiva\u201d, disse \u00e0 revista Science a psic\u00f3loga evolutiva Heidi Lyn, da Universidade do Sul do Alabama, que n\u00e3o participou do estudo. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Pessoas e c\u00e3es compartilham mais do que amizade. Dois novos estudos revelaram que os cachorros podem apresentar tipos&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":106591,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[27,28,15,16,14,25,26,21,22,62,12,13,19,20,23,24,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":{"0":"post-106590","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-featured-news","11":"tag-featurednews","12":"tag-headlines","13":"tag-latest-news","14":"tag-latestnews","15":"tag-main-news","16":"tag-mainnews","17":"tag-mundo","18":"tag-news","19":"tag-noticias","20":"tag-noticias-principais","21":"tag-noticiasprincipais","22":"tag-principais-noticias","23":"tag-principaisnoticias","24":"tag-top-stories","25":"tag-topstories","26":"tag-ultimas","27":"tag-ultimas-noticias","28":"tag-ultimasnoticias","29":"tag-world","30":"tag-world-news","31":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106590","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=106590"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/106590\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/106591"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=106590"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=106590"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=106590"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}