{"id":107186,"date":"2025-10-12T03:16:03","date_gmt":"2025-10-12T03:16:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/107186\/"},"modified":"2025-10-12T03:16:03","modified_gmt":"2025-10-12T03:16:03","slug":"cancro-oral-a-prevencao-e-o-diagnostico-precoce-sao-a-chave","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/107186\/","title":{"rendered":"Cancro oral: &#8220;a preven\u00e7\u00e3o e o diagn\u00f3stico precoce s\u00e3o a chave&#8221;"},"content":{"rendered":"<p>  <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"300\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/68e90e1fd34ee0c2fed11c64.webp\" width=\"200\"\/> <\/p>\n<p>    Dra. Daniela Abreu | Fotografia: D.R. <\/p>\n<p>De acordo com os dados da Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade (2022), o cancro da cavidade oral e do l\u00e1bio \u00e9 o 16\u00ba mais comum no mundo e ocupa a 15\u00aa posi\u00e7\u00e3o no que concerne \u00e0 maior taxa de mortalidade. Em Portugal, segundo o Registo Oncol\u00f3gico Nacional de 2021, foram diagnosticados 1851 novos casos de cancro oral, tendo sido documentados 866 \u00f3bitos.<\/p>\n<p>Numa fase inicial, o cancro oral pode ser assintom\u00e1tico, o que leva a que, muitas vezes, o diagn\u00f3stico seja tardio. Esta realidade traduz-se em taxas de sobreviv\u00eancia mais baixas, entre 40 a 50% aos cinco anos ap\u00f3s o diagn\u00f3stico, e numa redu\u00e7\u00e3o significativa da qualidade de vida dos doentes, devido \u00e0 complexidade dos tratamentos a que s\u00e3o submetidos.<\/p>\n<p>Os principais fatores de risco atualmente conhecidos incluem o tabaco, o consumo de \u00e1lcool, a infe\u00e7\u00e3o pelo V\u00edrus do Papiloma Humano (HPV) e, no caso do cancro do l\u00e1bio, a exposi\u00e7\u00e3o solar prolongada e desprotegida.<\/p>\n<p>A preven\u00e7\u00e3o e o diagn\u00f3stico precoce s\u00e3o a chave para melhorar o progn\u00f3stico e aumentar as hip\u00f3teses de sucesso do tratamento. Para isso, \u00e9 essencial que cada pessoa esteja atenta a sinais de alerta como: \u00falceras que n\u00e3o cicatrizam em mais de duas semanas; placas brancas ou vermelhas persistentes; aumentos de volume na mucosa oral, regi\u00e3o facial ou cervical; dificuldade em abrir a boca; dor ou altera\u00e7\u00f5es da sensibilidade.<\/p>\n<p>As consultas de rotina com o m\u00e9dico dentista e com o higienista oral t\u00eam, de igual forma, um papel essencial pois possibilitam, atrav\u00e9s da observa\u00e7\u00e3o direta da cavidade oral, a dete\u00e7\u00e3o de altera\u00e7\u00f5es potencialmente malignas e de cancro oral em est\u00e1gios iniciais.<\/p>\n<p>Permanecer atento aos sinais de alerta, eliminar fatores de risco e realizar consultas de rotina s\u00e3o medidas simples, mas grande import\u00e2ncia para reduzir a mortalidade e a morbilidade associadas ao cancro oral. O diagnostico precoce aumenta a probabilidade de sucesso no tratamento e na preserva\u00e7\u00e3o da qualidade de vida. Assim, a vigil\u00e2ncia e a preven\u00e7\u00e3o assumem-se como os principais aliados na luta contra esta doen\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Dra. Daniela Abreu | Fotografia: D.R. 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