{"id":107381,"date":"2025-10-12T08:29:12","date_gmt":"2025-10-12T08:29:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/107381\/"},"modified":"2025-10-12T08:29:12","modified_gmt":"2025-10-12T08:29:12","slug":"pesquisadores-buscam-novos-caminhos-para-combater-o-alcoolismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/107381\/","title":{"rendered":"Pesquisadores buscam novos caminhos para combater o alcoolismo"},"content":{"rendered":"<p class=\"texto\">O \u00e1lcool \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 3 milh\u00f5es de mortes anuais e causa\u00a0cerca de 200 tipos de doen\u00e7as e les\u00f5es, segundo a Organiza\u00e7\u00e3o Mundial da Sa\u00fade. Diante desse cen\u00e1rio, pesquisadores buscam compreender melhor quais mecanismos cerebrais s\u00e3o ativados em resposta \u00e0 bebida e ao v\u00edcio, na busca de um caminho eficaz para combater o alcoolismo e problemas associados.<\/p>\n<p class=\"texto\">Um estudo da Scripps Research, nos Estados Unidos, publicado recentemente na revista Biological Psychiatry, revelou mais sobre o comportamento de reca\u00edda para bebidas ao identificar que uma \u00e1rea espec\u00edfica do c\u00e9rebro \u2014o n\u00facleo paraventricular do t\u00e1lamo (PVT)\u2014 \u00e9 superativada quando o consumo de \u00e1lcool \u00e9 associado ao al\u00edvio dos sintomas de abstin\u00eancia. Essa regi\u00e3o, tradicionalmente ligada ao estresse e \u00e0 ansiedade, desempenha um papel essencial no ciclo do v\u00edcio, n\u00e3o somente ao promover a busca por prazer, mas tamb\u00e9m ao amenizar o sofrimento emocional causado pela falta da subst\u00e2ncia.<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;O que torna o v\u00edcio t\u00e3o dif\u00edcil de largar \u00e9 que as pessoas n\u00e3o est\u00e3o simplesmente buscando uma sensa\u00e7\u00e3o de euforia&#8221;, afirma Friedbert Weiss, professor de neuroci\u00eancia na Scripps Research e autor senior do estudo. &#8220;Elas tamb\u00e9m est\u00e3o tentando se livrar de estados negativos poderosos, como o estresse e a ansiedade da abstin\u00eancia. O trabalho evidencia quais sistemas cerebrais s\u00e3o respons\u00e1veis por reter esse tipo de aprendizado, e por que isso pode tornar a reca\u00edda t\u00e3o persistente.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Conforme Thiago Taya, neurologista e neuroimunologista do Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas, o \u00e1lcool age reduzindo a atividade cerebral, fazendo a pessoa se desinibir socialmente,\u00a0por\u00e9m o que parece ser uma fuga do estresse \u00e9, na verdade, uma camuflagem. &#8220;A maior ativa\u00e7\u00e3o do PVT ligada ao consumo de \u00e1lcool pode se relacionar a uma sensa\u00e7\u00e3o cada vez mais expressiva de al\u00edvio, prazer e recompensa ao ingerir a subst\u00e2ncia, e um sentimento contr\u00e1rio cada vez pior ao ficar sem a bebida, acentuando o v\u00edcio.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Conforme o estudo, feito com modelos animais, a hiperativa\u00e7\u00e3o dessa \u00e1rea \u00e9 algo l\u00f3gico diante da falta de consumo da subst\u00e2ncia. &#8220;Os efeitos desagrad\u00e1veis da abstin\u00eancia est\u00e3o fortemente associados \u00e0 ansiedade, e o \u00e1lcool proporciona al\u00edvio da agonia desse estado estressante&#8221;, destacam os autores.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Manipular o cerebelo<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Em paralelo, um trabalho conduzido pela Universidade Estadual de Washington, tamb\u00e9m nos EUA, oferece uma abordagem diferente sobre a abstin\u00eancia de \u00e1lcool. Os pesquisadores se concentraram no cerebelo, \u00e1rea do c\u00e9rebro tradicionalmente associada ao controle motor, mas que tem se mostrado fundamental tamb\u00e9m na regula\u00e7\u00e3o emocional e no v\u00edcio.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">&#8220;Metade dos neur\u00f4nios do c\u00e9rebro est\u00e1 no cerebelo&#8221;, afirma David Rossi, autor senior do estudo, professor associado da universidade. &#8220;Est\u00e1 cada vez mais claro que essa regi\u00e3o est\u00e1 envolvida em muito mais do que somente o controle motor \u2014 ela desempenha um papel no v\u00edcio, na regula\u00e7\u00e3o emocional e at\u00e9 mesmo no engajamento social.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Ao manipular essa regi\u00e3o do c\u00e9rebro em camundongos, os cientistas conseguiram aliviar tanto os sintomas f\u00edsicos quanto os emocionais da abstin\u00eancia. O trabalho sugere que o cerebelo pode ser uma nova via terap\u00eautica para tratar o alcoolismo de forma mais eficaz, sem os efeitos colaterais das abordagens atuais.<\/p>\n<p class=\"texto\">Conforme Maciel Pontes, m\u00e9dico neurologista do Hospital de Base, no Distrito Federal, no caso da abstin\u00eancia, essa regi\u00e3o \u00e9 central porque se adapta ao consumo cr\u00f4nico da subst\u00e2ncia. &#8220;Durante a exposi\u00e7\u00e3o prolongada \u00e0 bebida, os circuitos cerebelares se ajustam para funcionar nesse ambiente, mas, quando o \u00e1lcool \u00e9 retirado, sobra um estado de hiperatividade, que contribui diretamente para os sintomas f\u00edsicos e emocionais.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">O especialista acrescentou que o cerebelo atua na modula\u00e7\u00e3o do estresse e do sofrimento, conectando-se a circuitos cerebrais ligados \u00e0s emo\u00e7\u00f5es. &#8220;Essa participa\u00e7\u00e3o amplia sua relev\u00e2ncia, mostrando que ele \u00e9 um elo essencial na compreens\u00e3o da depend\u00eancia.&#8221;<\/p>\n<p>Tecnologia como aliada<\/p>\n<p class=\"texto\">O combate ao alcoolismo tem sido um desafio complexo. Assim, tanto interven\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas quanto medicamentosas t\u00eam ganhado destaque na ci\u00eancia. Trabalhos recentes apontam caminhos inovadores para combater o v\u00edcio, pelo ajuste de neurotransmissores no c\u00e9rebro e mesmo por meio de dispositivos vest\u00edveis.<\/p>\n<p class=\"texto\">Pesquisadores do Mass General Brigham, nos Estados Unidos, publicaram na revista JAMA Psychiatry um estudo que revelou como um dispositivo vest\u00edvel pode ser uma ferramenta poderosa contra v\u00edcios. A tecnologia, que utiliza uma esp\u00e9cie de adesivo inteligente chamado Lief HRVB Smart Patch, ajuda os usu\u00e1rios a monitorar e controlar o estresse e a ansiedade, fatores ligados ao desejo de consumir drogas e \u00e1lcool.\u00a0<\/p>\n<p class=\"texto\">A inven\u00e7\u00e3o detecta varia\u00e7\u00f5es na frequ\u00eancia card\u00edaca, refletindo o estresse e o impulso de consumo, e d\u00e1 sinais para que a pessoa fa\u00e7a ajustes respirat\u00f3rios e diminua a ansiedade. David Eddie, psic\u00f3logo do Mass General Brigham e autor do estudo, explica que uma das grandes dificuldades durante a reabilita\u00e7\u00e3o v\u00edcio \u00e9 a falta de autoconsci\u00eancia emocional. &#8220;Pessoas em recupera\u00e7\u00e3o podem vivenciar muito estresse, mas muitas vezes n\u00e3o t\u00eam plena consci\u00eancia disso ou n\u00e3o o gerenciam proativamente.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">O dispositivo reduziu significativamente a vontade de consumir \u00e1lcool e drogas, com participantes relatando at\u00e9 64% menos probabilidade de usar subst\u00e2ncias. O estudo, que se concentrou em pessoas no primeiro ano de abstin\u00eancia, demonstrou o impacto positivo da tecnologia na recupera\u00e7\u00e3o precoce.<\/p>\n<p class=\"texto\">Para Helena Moura, psiquiatra da Apu\u00ed Sa\u00fade Mental e professora de medicina da Universidade de Bras\u00edlia, o diferencial do tratamento \u00e9 atuar no quadro de desregula\u00e7\u00e3o do estresse. &#8220;Essa \u00e9 uma demanda de longo prazo dos pacientes, porque a desintoxica\u00e7\u00e3o e o manejo da s\u00edndrome de abstin\u00eancia\u00a0s\u00e3o resolvidos ali relativamente r\u00e1pido, mas esses sintomas persistem, \u00e0s vezes por meses, e n\u00e3o respondem bem a tratamentos usuais&#8221;.<\/p>\n<p class=\"texto\"><strong>Freio para os impulsos<\/strong><\/p>\n<p class=\"texto\">Enquanto a tecnologia promete complementar os m\u00e9todos tradicionais, pesquisadores da Universidade do Colorado, nos EUA, est\u00e3o explorando novas abordagens farmacol\u00f3gicas para tratar o v\u00edcio. Os tratamentos atuais focam em reduzir o prazer imediato que o \u00e1lcool proporciona ou diminuir a frequ\u00eancia do desejo de beber, mas os cientistas acreditam que \u00e9 poss\u00edvel mexer no comportamento impulsivo.<\/p>\n<p class=\"texto\">A resposta pode estar no c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal, \u00e1rea do c\u00e9rebro relacionada ao controle executivo e \u00e0 regula\u00e7\u00e3o das emo\u00e7\u00f5es. O estudo, publicado na revista Biological Psychiatry, testou o tolcapona \u2014 medicamento desenvolvido para a doen\u00e7a de Parkinson. A pesquisa revelou que o rem\u00e9dio, ao aumentar os n\u00edveis de dopamina nessa regi\u00e3o-chave, ajudou os participantes a melhorar o controle sobre seus impulsos. Durante os testes, os volunt\u00e1rios tiveram desempenho superior em uma tarefa que exigia autocontrole.<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00c1bner Prado, coordenador m\u00e9dico do pronto-socorro do Instituto de Neurologia de Goi\u00e2nia, destaca que o c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal funciona como um &#8220;freio&#8221; para os impulsos. &#8220;Quando \u00e9 acionado, ajuda a pessoa a avaliar melhor as consequ\u00eancias e evitar comportamentos autom\u00e1ticos, como beber sem pensar. Fortalecer essa regi\u00e3o de alguma maneira pode devolver \u00e0 pessoa maior capacidade de controle.&#8221;<\/p>\n<p class=\"texto\">Ainda durante o ensaio, os volunt\u00e1rios que tomaram tolcapona relataram uma redu\u00e7\u00e3o no consumo de \u00e1lcool durante a semana em que usaram o medicamento. &#8220;A maior ativa\u00e7\u00e3o do c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal foi associada a menos consumo de \u00e1lcool, sugerindo que o mecanismo de maior controle estava afetando o comportamento deles&#8221;, refor\u00e7a Schacht. (<strong>IA<\/strong>)<\/p>\n<p class=\"texto\">\u00a0<\/p>\n<p>Pris\u00e3o &#13;mental<\/p>\n<p class=\"texto\">Inicialmente, o \u00e1lcool parece inofensivo, por ser um h\u00e1bito social que traz certa sensa\u00e7\u00e3o de prazer e desinibi\u00e7\u00e3o, mas, com o uso frequente, come\u00e7a a interferir diretamente no c\u00f3rtex pr\u00e9-frontal, afetando a tomada de decis\u00f5es e o controle inibit\u00f3rio. Com o v\u00edcio evoluindo, o sistema l\u00edmbico \u2014 relacionado \u00e0 regula\u00e7\u00e3o emocional, \u00e0 sensa\u00e7\u00e3o de recompensa ao controle da motiva\u00e7\u00e3o\u2014 \u00e9 afetado, tornando o ato de ingerir bebida alco\u00f3lica mais recompensador ainda, gerando uma sensa\u00e7\u00e3o de motiva\u00e7\u00e3o crescente para consumir a subst\u00e2ncia e decrescente para outras atividades.<\/p>\n<p class=\"texto\">Esse v\u00edcio funciona como um comportamento cerebral pendular: quanto mais frequentemente voc\u00ea consome, mais sensa\u00e7\u00e3o de recompensa voc\u00ea tem ao ingerir e pior \u00e9 sua condi\u00e7\u00e3o ao ficar sem beber, gerando uma esp\u00e9cie de pris\u00e3o mental progressiva. Ent\u00e3o, mesmo que a pessoa tenha consci\u00eancia do preju\u00edzo \u00e0 sa\u00fade, ela n\u00e3o consegue se desvincular. Al\u00e9m de que, por afetar a tomada de decis\u00f5es e o controle inibit\u00f3rio, o paciente fica mais vulner\u00e1vel \u00e0s tenta\u00e7\u00f5es e n\u00e3o consegue controlar o v\u00edcio.<\/p>\n<p class=\"texto\">Thiago Taya, neurologista e neuroimunologista do Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas<\/p>\n<p>Risco aumentado de bact\u00e9rias no f\u00edgado<\/p>\n<p class=\"texto\">Cientistas da Faculdade de Medicina da Universidade da Calif\u00f3rnia em San Diego, nos Estados Unidos, descobriram que o consumo cr\u00f4nico de \u00e1lcool prejudica a produ\u00e7\u00e3o de uma prote\u00edna-chave, conhecida como mAChR4, que ajuda a manter as bact\u00e9rias intestinais no \u00f3rg\u00e3o correto. Sem essa barreira, esses microrganismos intestinais podem passar mais facilmente para o f\u00edgado, agravando os danos hep\u00e1ticos causados pelo \u00e1lcool. A descoberta foi feita ao avaliar uma combina\u00e7\u00e3o de bi\u00f3psias de f\u00edgado humano e modelos animais. Segundo a publica\u00e7\u00e3o, feita na revista Nature, medicamentos que t\u00eam como alvo o mAChR4 est\u00e3o sendo testados em ensaios cl\u00ednicos para esquizofrenia, e os pesquisadores sugerem que esses rem\u00e9dios podem ser facilmente reaproveitados para tratar les\u00f5es hep\u00e1ticas. No entanto, novas pesquisas s\u00e3o necess\u00e1rias para demonstrar esse potencial.<\/p>\n<ul>\n<li><a href=\"https:\/\/wa.me\/?text=Pesquisadores+buscam+novos+caminhos+para+combater+o+alcoolismo%20https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/ciencia-e-saude\/2025\/10\/7265824-pesquisadores-buscam-novos-caminhos-para-combater-o-alcoolismo.html\" target=\"_blank\" title=\"Whatsapp\" aria-label=\"WhatsApp\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.facebook.com\/sharer.php?u=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F10%2F7265824-pesquisadores-buscam-novos-caminhos-para-combater-o-alcoolismo.html&amp;text=Pesquisadores+buscam+novos+caminhos+para+combater+o+alcoolismo\" target=\"_blank\" title=\"Facebook\" aria-label=\"Facebook\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/twitter.com\/intent\/tweet?url=https:\/\/www.correiobraziliense.com.br%2Fciencia-e-saude%2F2025%2F10%2F7265824-pesquisadores-buscam-novos-caminhos-para-combater-o-alcoolismo.html&amp;text=Pesquisadores+buscam+novos+caminhos+para+combater+o+alcoolismo\" target=\"_blank\" title=\"Twitter\" aria-label=\"Twitter\" rel=\"nofollow noopener\"><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/profile.google.com\/cp\/CgovbS8wNzZ0dms1\" title=\"Google Discover\" target=\"_blank\" aria-label=\"Google Discover\" rel=\"nofollow noopener\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/google-discover-icon.png\" style=\"height: 25px; margin: 0 !important; margin-left: 3px;\" alt=\"Google Discover Icon\"\/><\/a><\/li>\n<\/ul>\n<p>              <a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/isabella-almeida\/page\/1\/\" style=\"height: 100%;\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/img_3872__1_-30220876.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a><a href=\"https:\/\/www.correiobraziliense.com.br\/autor\/isabella-almeida\/page\/1\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><img decoding=\"async\" class=\"hidden-print author-circle d-block h6 mt-0 mb-0 mr-6 text-center\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/img_3872__1_-30220876.jpg\" alt=\"\" width=\"40\" height=\"40\" loading=\"lazy\" style=\"object-fit:cover; width: 40px; height: 40px; margin-right:10px;\"\/><\/a>Isabella Almeida  <strong class=\"entryStrongAuthor\">Rep\u00f3rter<\/strong><\/p>\n<p class=\"entryDescricaoAuthor\">Goiana, mora em Bras\u00edlia desde 2018. Formada em jornalismo pela Universidade de Bras\u00edlia (UnB). Especialista em publica\u00e7\u00f5es de sa\u00fade e ci\u00eancia.<\/p>\n<p>                          <script async src=\"https:\/\/platform.twitter.com\/widgets.js\" charset=\"utf-8\"><\/script><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"O \u00e1lcool \u00e9 respons\u00e1vel por cerca de 3 milh\u00f5es de mortes anuais e causa\u00a0cerca de 200 tipos de&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":107382,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[25715,9933,4288,116,8802,11529,32,33,117],"class_list":{"0":"post-107381","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-abstinencia","9":"tag-alcoolismo","10":"tag-cerebro","11":"tag-health","12":"tag-noticias-de-hoje","13":"tag-noticias-perto-de-mim","14":"tag-portugal","15":"tag-pt","16":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/107381","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=107381"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/107381\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/107382"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=107381"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=107381"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=107381"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}