{"id":107555,"date":"2025-10-12T11:45:14","date_gmt":"2025-10-12T11:45:14","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/107555\/"},"modified":"2025-10-12T11:45:14","modified_gmt":"2025-10-12T11:45:14","slug":"apanhador-de-almas-terror-brasileiro-aposta-em-elenco-100-feminino-diversao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/107555\/","title":{"rendered":"\u2018Apanhador de Almas\u2019: terror brasileiro aposta em elenco 100% feminino | Divers\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>                                        Klara Castanho, Duda Reis e Priscila Sol protagonizam trama sombria sobre rituais  &#8211; Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p class=\"content-media__description\">Klara Castanho, Duda Reis e Priscila Sol protagonizam trama sombria sobre rituais Divulga\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>                            Publicado 11\/10\/2025 05:00\n                    <\/p>\n<p>Rio &#8211;\u00a0O cinema de terror brasileiro ganha refor\u00e7o com &#8220;Apanhador de Almas&#8221;, em cartaz nos cinemas. Composto por um elenco exclusivamente feminino, o filme acompanha a hist\u00f3ria de quatro jovens &#8211; Emilia (Klara Castanho), Mia (Jessica C\u00f3res), Ol\u00edvia (Duda Reis) e Isabella (Priscilla Sol e Larissa Ferrara) &#8211; aspirantes a bruxas que, durante um eclipse solar, participam de um ritual que acaba evocando uma entidade de outra dimens\u00e3o. Com isso, ficam presas em um limbo e devem participar de um jogo mortal.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Klara Castanho comenta o desafio de se arriscar no g\u00eanero: &#8220;\u00c9 justamente porque tem muitos e bons filmes, mas que n\u00e3o s\u00e3o uma refer\u00eancia ainda no Brasil. Ent\u00e3o, foi uma oportunidade de me desafiar como atriz, de entender novas vertentes, novas possibilidades. E a possibilidade de viver esse desconhecido foi o que mais me chamou a aten\u00e7\u00e3o, al\u00e9m, claro, da hist\u00f3ria e de saber que era um elenco 100% feminino&#8221;.<\/p>\n<p>Para Duda Reis, o filme marca uma nova fase da carreira, j\u00e1 que essa \u00e9 a estreia dela nas telonas. &#8220;Me senti acolhida e segura. Eu brinco que sou multifacetada, mas consegui equilibrar tudo. Foi um desafio e uma realiza\u00e7\u00e3o&#8221;, afirma ela, que tamb\u00e9m celebra a for\u00e7a da produ\u00e7\u00e3o em reunir\u00a0protagonistas mulheres: &#8220;Foi um gola\u00e7o em todos os sentidos&#8221;.<\/p>\n<p>Apesar do enredo sombrio, Larissa Ferrara\u00a0garante que o clima no set de grava\u00e7\u00f5es foi tranquilo. &#8220;Foi harmonioso, muito focado. A gente n\u00e3o teve realmente nenhuma hist\u00f3ria interessante para contar, ningu\u00e9m quebrou nada, ningu\u00e9m desmaiou&#8221;, declarou.\u00a0<\/p>\n<p>Priscila Sol, no entanto, recorda uma situa\u00e7\u00e3o inesperada durante as filmagens. &#8220;Eu gravei a cena da possess\u00e3o e passei muito mal. Descobri depois que estava com Covid-19 e n\u00e3o pude continuar no filme. Para mim, isso foi quase sobrenatural, parecia que n\u00e3o era para eu fazer&#8221;. Por causa da doen\u00e7a, ela foi substitu\u00edda por Larissa Ferrara no meio da produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Diretor do longa-metragem,\u00a0Fernando Alonso diz que a loca\u00e7\u00e3o do filme provocava muita curiosidade. &#8220;A gente ouviu hist\u00f3rias de que a casa era usada para rituais e que moradores acreditavam que ela era mal-assombrada. N\u00e3o vimos nada, mas a energia do lugar era forte&#8221;, afirma.\u00a0<\/p>\n<p>Na trama, cada uma das amigas tem personalidades distintas. Priscila acredita\u00a0que a hist\u00f3ria abordada na produ\u00e7\u00e3o dialoga com situa\u00e7\u00f5es reais: &#8220;A gente se v\u00ea ali em v\u00e1rios momentos. S\u00e3o personagens diferentes, mas todas representam quest\u00f5es que j\u00e1 vivemos de alguma forma&#8221;.\u00a0<\/p>\n<p>As escolhas diante do desconhecido tamb\u00e9m s\u00e3o abordadas.\u00a0Jessica C\u00f3res, ent\u00e3o, fala sobre sua experi\u00eancia em rela\u00e7\u00e3o ao assunto. &#8220;\u00c0s vezes eu tenho medo, mas \u00e9 isso, vamos. Ent\u00e3o, eu tenho uma frase que carrego muito: &#8216;vai com medo, mas vai'&#8221;.<\/p>\n<p><strong>Diretores defendem o terror nacional<\/strong><\/p>\n<p>Para os diretores Fernando Alonso e Nelson Botter Jr., o longa representa mais do que uma produ\u00e7\u00e3o de g\u00eanero, mas tamb\u00e9m um passo para fortalecer o audiovisual no Brasil.<\/p>\n<p>&#8220;Sou f\u00e3 do g\u00eanero desde muito jovem, em parte porque ele dialoga com nosso imagin\u00e1rio e nos conecta com nossos pr\u00f3prios medos. \u00c9 um tipo de filme ainda pouco desenvolvido no Brasil e no qual precisamos apostar mais&#8221;, diz Alonso. &#8220;Filmes de g\u00eanero s\u00e3o fundamentais para o fortalecimento do cinema brasileiro, porque combinam identidade cultural com linguagem universal \u2014 ampliam nosso alcance sem perder a ess\u00eancia&#8221;, garante Botter Jr.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Os cineastas tamb\u00e9m destacam os desafios de produ\u00e7\u00e3o: &#8220;A gente ainda enfrenta barreiras com investidores e exibidores, porque o terror n\u00e3o tem a mesma credibilidade que outros g\u00eaneros no Brasil. Mas acreditamos que esse mercado pode crescer muito&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Klara Castanho, Duda Reis e Priscila Sol protagonizam trama sombria sobre rituais &#8211; Divulga\u00e7\u00e3o Klara Castanho, Duda Reis&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":107556,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[140],"tags":[114,115,147,14097,148,146,25747,32,33,1660],"class_list":{"0":"post-107555","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-filmes","8":"tag-entertainment","9":"tag-entretenimento","10":"tag-film","11":"tag-filme-brasileiro","12":"tag-filmes","13":"tag-movies","14":"tag-o-apanhador-de-almas","15":"tag-portugal","16":"tag-pt","17":"tag-terror"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/107555","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=107555"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/107555\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/107556"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=107555"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=107555"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=107555"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}