{"id":119361,"date":"2025-10-20T21:10:09","date_gmt":"2025-10-20T21:10:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/119361\/"},"modified":"2025-10-20T21:10:09","modified_gmt":"2025-10-20T21:10:09","slug":"relatorio-aponta-falhas-da-carris-na-aquisicao-e-manutencao-do-cabo-do-elevador-da-gloria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/119361\/","title":{"rendered":"Relat\u00f3rio aponta falhas da Carris na aquisi\u00e7\u00e3o e manuten\u00e7\u00e3o do cabo do elevador da Gl\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p>&#13;<br \/>\nO Gabinete aponta especificamente <b>v\u00e1rias falhas no processo de &#13;<br \/>\naquisi\u00e7\u00e3o, aceita\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o do cabo pela Carris.<\/b>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#8220;A utiliza\u00e7\u00e3o de cabos multiplamente desconformes com as especifica\u00e7\u00f5es e &#13;<br \/>\nrestri\u00e7\u00f5es de utiliza\u00e7\u00e3o deveu-se a diversas falhas acumuladas no seu &#13;<br \/>\nprocesso de aquisi\u00e7\u00e3o, aceita\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o pela CCFL (Companhia Carris&#13;<br \/>\nde Ferro de Lisboa, E.M, S.A), cujos mecanismos organizacionais de &#13;<br \/>\ncontrolo interno n\u00e3o foram suficientes ou adequados para prevenir e &#13;<br \/>\ndetetar tais falhas&#8221;, refere.&#13;\n<\/p>\n<p>\nO relat\u00f3rio revela que o tipo de cabo, utilizado desde 2022,<br \/>\n<b>n\u00e3o est\u00e1 certificado para instala\u00e7\u00f5es de transporte de pessoas, nem \u00e9 &#13;<br \/>\nadequado ao tipo de sistema tanto do ascensor da Gl\u00f3ria como do do &#13;<br \/>\nLavra<\/b>, que tem instalado o mesmo tipo de cabo.\u00a0<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO gabinete indica, apesar de tudo, que &#8220;cabos iguais estiveram em uso durante 601 dias no Ascensor da Gl\u00f3ria (e 606 dias no Ascensor do Lavra), sem incidentes&#8221;, concluindo que, &#8220;por esse motivo <b>n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel neste momento afirmar se as desconformidades na utiliza\u00e7\u00e3o do cabo s\u00e3o ou n\u00e3o relevantes para o acidente<\/b>&#8220;.&#13;\n<\/p>\n<p>Acescenta ainda que, &#8220;neste momento, n\u00e3o se pode afirmar se interveio, ou que interven\u00e7\u00e3o teve, a utiliza\u00e7\u00e3o deste tipo de cabo na rotura ocorrida aos 337 dias de utiliza\u00e7\u00e3o, sendo certo <b>para a investiga\u00e7\u00e3o que houve outros fatores que tiveram for\u00e7osamente de intervir<\/b>&#8220;.<\/p>\n<p>          <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" class=\"img-fluid\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/560fa99cac6d79a60337caa9980f9e61\"\/><\/p>\n<p>\nO documento, &#8220;essencialmente factual&#8221;, foi <a href=\"https:\/\/www.rtp.pt\/noticias\/pais\/file:\/\/\/C:\/Users\/graca.ramos\/Downloads\/Relat_Prelim_Inv20250903_v1.0pub.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow noopener\">publicado no final do prazo de 45 dias<\/a>\u00a0estabelecido para apresentar os primeiros resultados da sua investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nReavalia\u00e7\u00e3o dos ascensores&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO gabinete recomenda \u00e0 Carris que n\u00e3o reative os ascensores de Lisboa &#8220;sem uma reavalia\u00e7\u00e3o por entidade especializada&#8221;, e ao Instituto da Mobilidade e dos Transportes (IMT) que implemente um quadro regulamentar apropriado.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nEspecificamente,<b>\u00a0o GPIAAF recomenda \u00e0 Carris &#8220;que n\u00e3o reative os ascensores sem uma reavalia\u00e7\u00e3o, por uma entidade especializada em funiculares,<\/b> das fixa\u00e7\u00f5es dos cabos e dos trav\u00f5es, em linha com o normativo europeu nesta mat\u00e9ria, respeitando a prote\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica daqueles transportes, mas sem preju\u00edzo da seguran\u00e7a&#8221;.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nE aponta a necessidade da Carris fazer &#8220;uma reavalia\u00e7\u00e3o e revis\u00e3o do seu sistema de controlo interno, nomeadamente no que respeita aos processos de especifica\u00e7\u00e3o, aquisi\u00e7\u00e3o, rece\u00e7\u00e3o e aplica\u00e7\u00e3o de componentes cr\u00edticos para a seguran\u00e7a dos ve\u00edculos.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO GPIAAF recomenda ainda \u00e0 Carris a &#8220;clarifica\u00e7\u00e3o junto do prestador de servi\u00e7os de manuten\u00e7\u00e3o das obriga\u00e7\u00f5es contratuais e exerc\u00edcio de uma efetiva fiscaliza\u00e7\u00e3o e controlo sobre essas obriga\u00e7\u00f5es, a n\u00edvel de gest\u00e3o da manuten\u00e7\u00e3o, sua execu\u00e7\u00e3o e controlo da qualidade em conformidade com o normativo aplic\u00e1vel&#8221;.<br \/>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO relat\u00f3rio indica que <b>as investiga\u00e7\u00f5es v\u00e3o prosseguir e que um relat\u00f3rio final ser\u00e1 publicado at\u00e9 se completar um ano do acidente.<\/b>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nFalha do sistema de emerg\u00eancia<br \/>&#13;<br \/>\nNa primeira nota informativa, publicada tr\u00eas dias depois do acidente, ficou descrito que o cabo que unia as duas cabines cedeu. E que, apesar do acionamento dos freios e do sistema de emerg\u00eancia, a redund\u00e2ncia n\u00e3o conseguiu impedir as trag\u00e9dia. <br \/>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO acidente no elevador da Gl\u00f3ria matou 16 pessoas. <br \/>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO relat\u00f3rio preliminar agora publicado, ap\u00f3s investiga\u00e7\u00e3o do Gabinete de Preven\u00e7\u00e3o e Investiga\u00e7\u00e3o de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferrovi\u00e1rios, comprova a conclus\u00e3o inicial, referindo que\u00a0&#8220;o cabo de tra\u00e7\u00e3o que liga as duas cabinas rompeu-se dentro do destorcedor do trambolho superior, a poucos<br \/>&#13;<br \/>\ncent\u00edmetros da sua pinha de amarra\u00e7\u00e3o&#8221;.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#8220;\u00c0 data do acidente tinha 337 dias de utiliza\u00e7\u00e3o&#8221;, acrescenta.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nIndica igualmente que\u00a0<b>&#8220;o sistema de frenagem das cabinas n\u00e3o foi eficaz para as imobilizar, apesar de na cabina 1 todos os existentes, autom\u00e1ticos e manuais, terem sido aplicados&#8221;<\/b>.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#8220;Mesmo entre os t\u00e9cnicos mais antigos ainda ao servi\u00e7o, n\u00e3o h\u00e1 atualmente mem\u00f3ria na CCFL de alguma vez ter sido testado o freio de emerg\u00eancia para a situa\u00e7\u00e3o de falha no cabo&#8221;. Nem &#8220;se conhecem c\u00e1lculos do freio dos sistemas de freio das cabinas&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;A informa\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica a que foi poss\u00edvel aceder sugere que o sistema de freio dos ve\u00edculos foi modificado algumas d\u00e9cadas ap\u00f3s a eletrifica\u00e7\u00e3o do Ascensor, com diminui\u00e7\u00e3o das suas capacidades. H\u00e1 tamb\u00e9m ind\u00edcios de que <b>o peso das cabinas aumentou de forma n\u00e3o negligenci\u00e1vel desde o momento da eletrifica\u00e7\u00e3o<\/b>, existindo indica\u00e7\u00f5es d\u00edspares quanto ao peso atual&#8221;, acrescenta o documento.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nEntre os t\u00e9cnicos,\u00a0existia a perce\u00e7\u00e3o que &#8220;a seguran\u00e7a do sistema dependia inteiramente do cabo e que o sistema de freio n\u00e3o era eficaz&#8221;.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nResponsabilidade da Carris&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nPara o GPIAAF<b>, a Carris det\u00e9m a responsabilidade exclusiva pela manuten\u00e7\u00e3o do elevador.<\/b> Aponta contudo faltas de enquadramento legal para as opera\u00e7\u00f5es de inspe\u00e7\u00e3o e de &#8220;compet\u00eancia dos t\u00e9cnicos para detetar falhas ou denunciar a execu\u00e7\u00e3o de trabalhos fora das normas padronizadas&#8221;.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nSublinhando que &#8220;os aspetos de seguran\u00e7a da opera\u00e7\u00e3o de ambos os &#13;<br \/>\nascensores [da Gl\u00f3ria e do Lavra] encontravam-se \u00e0 exclusiva &#13;<br \/>\nresponsabilidade da CCFL enquanto entidade operadora&#8221;, o documento &#13;<br \/>\nlembra a falta de enquadramento legislativo sobre a manuten\u00e7\u00e3o de ambos &#13;<br \/>\nos Elevadores, classificados como &#8220;monumentos de interesse hist\u00f3rico&#8221;.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nOs ascensores estavam entregues \u00e0 CCFL &#8220;<b>sem estarem supervisionados por qualquer entidade independente, p\u00fablica ou privada, e sem um enquadramento legal efetivo para a sua opera\u00e7\u00e3o<\/b> enquanto n\u00e3o fosse introduzida nenhuma altera\u00e7\u00e3o significativa na sua infraestrutura e subsistemas&#8221;, refere o gabinete.&#13;\n<\/p>\n<p>&#8220;A utiliza\u00e7\u00e3o de um novo tipo de cabo em 2022 poderia ser considerada uma altera\u00e7\u00e3o significativa de um dos seus subsistemas. No entanto (&#8230;) essa altera\u00e7\u00e3o foi feita pela CCFL de forma inadvertida e sem consci\u00eancia de o ser&#8221;, sustenta a investiga\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Refere&#13;<br \/>\nainda que ambos os elevadores s\u00e3o &#8220;de uma variante muito rara, se n\u00e3o mesmo \u00fanica, do&#13;<br \/>\ntipo designado na literatura especializada por funicular automotor&#8221;.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nApesar disso,\u00a0acrescenta, &#8220;nada impedia que lhe fossem aplicadas as mesmas regras das demais instala\u00e7\u00f5es, com as devidas adapta\u00e7\u00f5es \u00e0s suas especificidades,  incluindo de supervis\u00e3o&#8221;.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nA investiga\u00e7\u00e3o concluiu ainda que &#8220;<b>a manuten\u00e7\u00e3o e as condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a dos el\u00e9tricos<\/b>, hist\u00f3ricos, modernizados ou modernos que circulam nos arruamentos p\u00fablicos em comum com ve\u00edculos rodovi\u00e1rios, quer na sua entrada ao servi\u00e7o, quer durante a sua vida, <b>n\u00e3o est\u00e3o, em Portugal e conforme declarado pelo IMT, sujeitas ao cumprimento de quaisquer regras que n\u00e3o as definidas pela pr\u00f3pria Empresa, nem, principalmente, a qualquer tipo de supervis\u00e3o independente<\/b>&#8220;.<br \/>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#8220;A situa\u00e7\u00e3o em Portugal contrasta flagrantemente com a realidade&#8221; noutros Estados que t\u00eam colaborado com a investiga\u00e7\u00e3o do gabinete. <b>Nestes, &#8220;a generalidade dos funiculares est\u00e1 sujeita ao cumprimento de regras t\u00e9cnicas e a supervis\u00e3o peri\u00f3dica por parte de autoridades nacionais ou regionais<\/b>, independentemente da data da sua entrada ao servi\u00e7o ou interesse hist\u00f3rico&#8221;, aponta ainda o GPIAAF.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nA manuten\u00e7\u00e3o do Elevador&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO GPIAAF sublinha ainda dificuldades de an\u00e1lise ao cabo em uso, referindo que &#8220;a zona onde o cabo rompeu n\u00e3o era pass\u00edvel de inspe\u00e7\u00e3o visual sem desmontagem do destorcedor do trambolho superior&#8221;.&#13;\n<\/p>\n<p>Uma circunst\u00e2ncia que levava os t\u00e9cnicos da Carris a basear a recomenda\u00e7\u00e3o, para a substitui\u00e7\u00e3o do cabo, no n\u00famero de dias de utiliza\u00e7\u00e3o. <\/p>\n<p>O relat\u00f3rio refere mesmo que, &#8220;<b>entre diversos t\u00e9cnicos e trabalhadores da CCFL ligados aos ascensores havia a perce\u00e7\u00e3o de que a seguran\u00e7a do sistema dependia inteiramente do cabo e que o sistema de freio n\u00e3o era eficaz para imobilizar as cabinas sem o cabo<\/b>&#8220;. <\/p>\n<p>&#8220;Por este motivo&#8221;, prosseguem as conclus\u00f5es preliminares, &#8220;havia um elevado cuidado no controlo do cabo, nomeadamente limitando a sua utiliza\u00e7\u00e3o a 600 dias, muito abaixo da dura\u00e7\u00e3o expect\u00e1vel para aquele componente. Mas esta perce\u00e7\u00e3o nunca se materializou organizacionalmente numa reavalia\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a do sistema&#8221;.&#13;\n<\/p>\n<p>&#8220;A CCFL tem subcontratada a manuten\u00e7\u00e3o dos ascensores a um prestador de servi\u00e7os, sendo que o atual assegura a manuten\u00e7\u00e3o desde 2019&#8221;, aponta a investiga\u00e7\u00e3o e que, &#8220;<b>os trabalhadores do prestador de servi\u00e7os agem essencialmente como colaboradores da CCFL<\/b>, sendo formados no trabalho e executando as interven\u00e7\u00f5es sob as orienta\u00e7\u00f5es diretas da fiscaliza\u00e7\u00e3o daquela empresa&#8221;.<\/p>\n<p>A execu\u00e7\u00e3o dos trabalhos era contudo efetuada &#8220;sem supervis\u00e3o&#8221; e existindo &#8220;evid\u00eancias de que <b>tarefas de manuten\u00e7\u00e3o registadas como cumpridas nem sempre correspondem \u00e0s tarefas efetivamente realizadas<\/b>, bem como de serem executadas tarefas cr\u00edticas para a seguran\u00e7a de forma n\u00e3o padronizada, com par\u00e2metros de execu\u00e7\u00e3o e valida\u00e7\u00e3o d\u00edspares&#8221;.<br \/>&#13;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#13; O Gabinete aponta especificamente v\u00e1rias falhas no processo de &#13; aquisi\u00e7\u00e3o, aceita\u00e7\u00e3o e instala\u00e7\u00e3o do cabo pela&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":119362,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[27,28,16269,15,16,27797,14,25,26,21,22,12,13,19,20,32,23,24,33,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-119361","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-elevador-da-gloria","11":"tag-featured-news","12":"tag-featurednews","13":"tag-gabinete-de-prevencao-e-investigacao-de-acidentes-com-aeronaves-e-acidentes-ferroviarios","14":"tag-headlines","15":"tag-latest-news","16":"tag-latestnews","17":"tag-main-news","18":"tag-mainnews","19":"tag-news","20":"tag-noticias","21":"tag-noticias-principais","22":"tag-noticiasprincipais","23":"tag-portugal","24":"tag-principais-noticias","25":"tag-principaisnoticias","26":"tag-pt","27":"tag-top-stories","28":"tag-topstories","29":"tag-ultimas","30":"tag-ultimas-noticias","31":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115408550319276888","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119361","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=119361"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/119361\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/119362"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=119361"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=119361"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=119361"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}