{"id":119628,"date":"2025-10-21T01:01:18","date_gmt":"2025-10-21T01:01:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/119628\/"},"modified":"2025-10-21T01:01:18","modified_gmt":"2025-10-21T01:01:18","slug":"a-terra-esta-mesmo-a-morrer-7-dos-9-limites-planetarios-ja-foram-ultrapassados","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/119628\/","title":{"rendered":"A Terra est\u00e1 mesmo a morrer: 7 dos 9 limites planet\u00e1rios j\u00e1 foram ultrapassados"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-caption-text top\"><a href=\"https:\/\/www.istockphoto.com\/pt\/foto\/planeta-terra-e-o-azul-olho-humano-gm185473121-27913078\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" class=\"ext-link\">alexis84 \/ iStock<\/a><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"wp-image-464237 size-kopa-image-size-3\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/0450c5109242f7ee666b0251b46c2a3c-1-783x450.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"402\"  \/><\/p>\n<p><strong>Instituto alem\u00e3o alerta que apenas dois limites compat\u00edveis com ecossistemas est\u00e1veis e sustent\u00e1veis n\u00e3o foram violados. \u00c9 um risco para a vida no Planeta Azul.<\/strong><\/p>\n<p>Se a Terra fosse um paciente, provavelmente estaria internada numa unidade de cuidados intensivos. Essa triste realidade <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/se-a-terra-fosse-um-paciente-estaria-nos-cuidados-intensivos-586889\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">n\u00e3o \u00e9 novidade<\/a>, mas o mais recente relat\u00f3rio Planet Health Check traz novos, preocupantes dados sobre a sa\u00fade do nosso planeta.<\/p>\n<p>\u201cNeste momento, muitos par\u00e2metros est\u00e3o fora da faixa normal, classificados como maus, o que significa que<strong> a Terra est\u00e1 em perigo<\/strong>\u201c, afirmou Boris Sakschewski, respons\u00e1vel pela avalia\u00e7\u00e3o cient\u00edfica sobre o estado do planeta, publicada anualmente pelo Instituto de Investiga\u00e7\u00e3o sobre Impactos Clim\u00e1ticos de Potsdam (PIK).<\/p>\n<p>\u201cPoder\u00edamos comparar isto a ter marcadores inflamat\u00f3rios elevados, <strong>colesterol alto, valores hep\u00e1ticos maus, fun\u00e7\u00e3o pulmonar deficiente<\/strong> \u2014 v\u00e1rias coisas a correr mal ao mesmo tempo. Cada uma delas \u00e9 perigosa por si s\u00f3, mas podem amplificar-se mutuamente\u201d, acrescentou o autor.<\/p>\n<p>Os investigadores desenvolveram os par\u00e2metros de refer\u00eancia para o Planetary Health Check em 2009. Giram em torno do conceito de limites planet\u00e1rios e descrevem o que os seres humanos precisam de fazer para evitar sobrecarregar o planeta.<\/p>\n<p>Os investigadores identificaram <strong>nove limites que, se ultrapassados, podem p\u00f4r em risco os sistemas de suporte \u00e0 vida da Terra<\/strong> e, com eles, a base para a sobreviv\u00eancia humana. Em 2009, tr\u00eas desses limites tinham sido ultrapassados; em 2015, quatro; em 2023, seis. De acordo com o PIK, <strong>em 2025, sete dos nove limites planet\u00e1rios foram violados.<\/strong><\/p>\n<p>Biosfera: alerta vermelho<\/p>\n<p>A biosfera compreende todas as camadas da Terra habitadas por organismos vivos, em terra e na \u00e1gua. Os cientistas avaliam a sua sa\u00fade com base em dois indicadores: a produtividade e a capacidade de recupera\u00e7\u00e3o ap\u00f3s a explora\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n<p>Este aspeto da sa\u00fade do planeta est\u00e1 numa situa\u00e7\u00e3o <strong>ainda pior do que o pr\u00f3prio clima.<\/strong> A extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies e a perda de ecossistemas naturais est\u00e3o muito al\u00e9m da zona segura necess\u00e1ria \u00e0 sobreviv\u00eancia, sem qualquer sinal de melhoria.<\/p>\n<p>Excesso de azoto e f\u00f3sforo<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos 100 anos, a humanidade duplicou a quantidade de azoto dispon\u00edvel na natureza atrav\u00e9s da pecu\u00e1ria intensiva, dos fertilizantes sint\u00e9ticos e da combust\u00e3o na ind\u00fastria e nos transportes.<\/p>\n<p>O azoto \u00e9 vital para o crescimento e a sobreviv\u00eancia de todos os organismos vivos, mas a fertiliza\u00e7\u00e3o excessiva causa efeitos colaterais adversos. Muitas vezes, as plantas n\u00e3o conseguem absorver todo o azoto, que se infiltra nas \u00e1guas subterr\u00e2neas, \u00e9 transportado para rios e lagos e polui as zonas costeiras marinhas.<\/p>\n<p>A subst\u00e2ncia promove a <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/a-humanidade-esta-a-corrigir-demasiado-o-aquecimento-global-e-pode-criar-uma-idade-do-gelo-diz-estudo-705126\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">prolifera\u00e7\u00e3o de algas<\/a> e uma consequente defici\u00eancia de oxig\u00e9nio, que pode custar a vida das esp\u00e9cies que habitam essas \u00e1reas. Nos solos com demasiado azoto, as plantas de crescimento r\u00e1pido suplantam as esp\u00e9cies adaptadas a viver com menos nutrientes.<\/p>\n<p>Os compostos de f\u00f3sforo, tamb\u00e9m usados como fertilizantes, apresentam o mesmo risco. Um excesso de nutrientes dispon\u00edveis reduz a biodiversidade e desestabiliza ecossistemas inteiros. Este limite \u00e9 gravemente ultrapassado, segundo o relat\u00f3rio do PIK.<\/p>\n<p>Efeitos imprevis\u00edveis de novas subst\u00e2ncias<\/p>\n<p>A humanidade produz e dispersa cerca de 350 mil subst\u00e2ncias que alteram os processos naturais e amea\u00e7am habitats inteiros. Para compara\u00e7\u00e3o, a vida org\u00e2nica \u2014 seja uma baleia-azul ou uma bact\u00e9ria \u2014 \u00e9 composta principalmente por apenas seis elementos: hidrog\u00e9nio, carbono, azoto, oxig\u00e9nio, f\u00f3sforo e enxofre.<\/p>\n<p>As novas subst\u00e2ncias introduzidas pelo ser humano infiltram-se em todas as partes do sistema terrestre e t\u00eam efeitos imprevis\u00edveis. Encontram-se micropl\u00e1sticos na \u00e1gua pot\u00e1vel; DDT nos peixes; e os chamados \u201cqu\u00edmicos eternos\u201d (PFAS), que afetam os sistemas hormonais de humanos e animais, j\u00e1 foram detetados no cord\u00e3o umbilical de beb\u00e9s.<\/p>\n<p><strong>Uma \u00fanica subst\u00e2ncia nova pode ter consequ\u00eancias globais<\/strong>, afirmou Sakschewski.<\/p>\n<p>\u201cEstamos agora numa situa\u00e7\u00e3o em que milhares de subst\u00e2ncias s\u00e3o libertadas no ambiente sem serem testadas, com novas subst\u00e2ncias a serem adicionadas todos os anos. H\u00e1 uma necessidade urgente de a\u00e7\u00e3o e de regulamenta\u00e7\u00e3o internacional\u201d, acrescentou.<\/p>\n<p>Aquecimento global<\/p>\n<p>O clima da Terra tamb\u00e9m est\u00e1 em perigo. As concentra\u00e7\u00f5es de gases com efeito de estufa atingiram<strong> n\u00edveis recorde<\/strong>, muito acima dos valores de refer\u00eancia pr\u00e9-industriais. O mais preocupante \u00e9 a acelera\u00e7\u00e3o do aquecimento global, demonstrada pelo chamado<strong> for\u00e7agem radiativa<\/strong> \u2014 uma medida da quantidade de calor adicional que entra na atmosfera terrestre. Neste crit\u00e9rio, j\u00e1 cruz\u00e1mos a linha da zona de alto risco.<\/p>\n<p>O aquecimento global deve-se principalmente \u00e0s emiss\u00f5es humanas de gases com efeito de estufa, especialmente di\u00f3xido de carbono (CO\u2082).<\/p>\n<p>Alerta laranja para os recursos de \u00e1gua doce<\/p>\n<p>O impacto humano sobre os corpos de \u00e1gua e a humidade do solo est\u00e1 a aumentar, impulsionado principalmente pela irriga\u00e7\u00e3o agr\u00edcola, pelo uso industrial da \u00e1gua, pelo consumo dom\u00e9stico e tamb\u00e9m pelas altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas provocadas pelo homem.<\/p>\n<p>Isto desestabiliza ainda mais os sistemas h\u00eddricos e aumenta o risco de secas e inunda\u00e7\u00f5es. Em mais de um quinto da superf\u00edcie terrestre do planeta, h\u00e1 agora desvios significativos nos padr\u00f5es de seca, de escoamento da \u00e1gua e de humidade do solo.<\/p>\n<p>Uso do solo<\/p>\n<p>A press\u00e3o sobre a resili\u00eancia do planeta \u00e9 ainda mais vis\u00edvel no uso do solo. Os seres humanos interferem fortemente nos sistemas naturais atrav\u00e9s da agricultura, das pastagens, da explora\u00e7\u00e3o madeireira, dos assentamentos e das infraestruturas. As altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, as mudan\u00e7as na disponibilidade de \u00e1gua doce e a degrada\u00e7\u00e3o da biosfera tamb\u00e9m desempenham um papel importante neste aspeto.<\/p>\n<p>Embora a taxa de desfloresta\u00e7\u00e3o tenha diminu\u00eddo, a quantidade total de florestas no mundo continua a reduzir-se. Atualmente, a cobertura florestal global caiu para pouco menos de 60% \u2014 bem abaixo do m\u00ednimo seguro de 75%. Se as florestas recuarem para menos de 54%, tamb\u00e9m nos aproximaremos da zona de alto risco.<\/p>\n<p>Acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos<\/p>\n<p>Os oceanos do mundo absorvem mais de um quarto do CO\u2082 emitido pelos seres humanos. Mas, juntamente com essa contribui\u00e7\u00e3o essencial para mitigar o aquecimento global, ocorre a acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos \u2014 o g\u00e1s transforma-se em \u00e1cido carb\u00f3nico, reduzindo o n\u00edvel natural de pH da \u00e1gua. Quanto mais \u00e1cidos forem os mares, mais dif\u00edcil se torna para os corais e mariscos formarem as suas conchas e esqueletos \u00e0 base de c\u00e1lcio.<\/p>\n<p>\u00abOs oceanos ilustram como as diferentes fronteiras planet\u00e1rias est\u00e3o intimamente interligadas\u00bb, afirma Sakschewski. As altas temperaturas oce\u00e2nicas \u2014 impulsionadas pelas altera\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas \u2014 combinadas com a entrada de azoto e f\u00f3sforo, levam \u00e0 forma\u00e7\u00e3o das chamadas zonas mortas, quase sem oxig\u00e9nio. Isso perturba as cadeias alimentares. Sem falar das novas subst\u00e2ncias, como o pl\u00e1stico, tamb\u00e9m presentes no oceano.<\/p>\n<p>As duas fronteiras ainda na zona verde<\/p>\n<p>Os cientistas afirmam que duas das fronteiras planet\u00e1rias ainda permanecem na zona verde.<\/p>\n<p><strong> A polui\u00e7\u00e3o atmosf\u00e9rica continua a diminuir, e a camada de ozono \u2014 que protege da radia\u00e7\u00e3o c\u00f3smica nociva \u2014 est\u00e1 a recuperar de forma lenta, mas constante.<\/strong><\/p>\n<p>A camada de ozono \u00e9 um excelente exemplo de como a\u00e7\u00f5es concretas podem inverter tend\u00eancias negativas. Quando se tornou claro que os clorofluorcarbonetos (CFC) estavam a destruir a camada de ozono, a comunidade internacional proibiu o seu uso atrav\u00e9s do Protocolo de Montreal.<\/p>\n<p>\u201cEsse caso, no entanto, envolvia apenas uma subst\u00e2ncia, para a qual foi rapidamente encontrado um substituto. As amea\u00e7as atuais s\u00e3o muito mais complexas\u201d, explica Sakschewski.<\/p>\n<p>Ainda assim, as estreitas interliga\u00e7\u00f5es entre os limites planet\u00e1rios tamb\u00e9m oferecem oportunidades: melhorar uma \u00e1rea pode ter impactos positivos noutras.<\/p>\n<p>\u201cSe protegermos os sumidouros de carbono \u2014 como as florestas tropicais \u2014, tamb\u00e9m protegeremos a humidade do solo, os sistemas de \u00e1gua doce, o clima e a biosfera. \u00c9 preciso compreender a rede causal do sistema terrestre\u201d, concluiu Sakschewski.<\/p>\n<p>    <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/subscrever-newsletter\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n        <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1759862234_971_2d51fe4a0ba54894421ead1809309ed9-1-450x140.jpg\" alt=\"Subscreva a Newsletter ZAP\" width=\"450\" 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