{"id":120879,"date":"2025-10-21T20:19:18","date_gmt":"2025-10-21T20:19:18","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/120879\/"},"modified":"2025-10-21T20:19:18","modified_gmt":"2025-10-21T20:19:18","slug":"mexidas-no-irs-dao-alivio-fiscal-ate-347-euros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/120879\/","title":{"rendered":"Mexidas no IRS d\u00e3o al\u00edvio fiscal at\u00e9 347 euros"},"content":{"rendered":"<p>        A atualiza\u00e7\u00e3o nos escal\u00f5es do IRS e o novo corte de taxas podem resultar num al\u00edvio para os trabalhadores dependentes e pensionistas. Simula\u00e7\u00f5es da EY apontam para \u201cpoupan\u00e7as\u201d anuais entre 58 e 347 euros.    <\/p>\n<p>Confirmam-se as altera\u00e7\u00f5es ao IRS com a atualiza\u00e7\u00e3o autom\u00e1tica em 3,51% no pr\u00f3ximo ano dos escal\u00f5es de IRS, abaixo dos 4,6% de atualiza\u00e7\u00e3o dos sal\u00e1rios no sector privado, previsto no acordo de concerta\u00e7\u00e3o social, mas acima da taxa de infla\u00e7\u00e3o prevista de 2,1%. \u00c0 atualiza\u00e7\u00e3o dos escal\u00f5es junta-se a redu\u00e7\u00e3o das taxas em 0,3 pontos percentuais (pp) entre o 2.\u00ba e 5.\u00ba escal\u00e3o j\u00e1 acordada no Parlamento. Uma medida que ainda que n\u00e3o conste do OE2026 ter\u00e1 um impacto de 111 milh\u00f5es de euros.<br \/>O corte de taxas e atualiza\u00e7\u00e3o dos escal\u00f5es vai permitir \u00e0s fam\u00edlias ficar com mais dinheiro na carteira, se mantiverem o sal\u00e1rio deste ano ou se forem aumentadas at\u00e9 3,51%. No pr\u00f3ximo ano, o Executivo n\u00e3o garante, assim, a neutralidade fiscal para os trabalhadores que tiverem aumentos salariais superiores a 3,51% \u201cTal poder\u00e1 significar que poder\u00e1 haver um agravamento da carga fiscal, dado que quem passa a receber mais, poder\u00e1 subir nos escal\u00f5es do IRS, suportando uma carga fiscal mais elevada\u201d, alerta Anabela Silva, partner da EY.<br \/>Quem passa a receber mais arrisca, assim, a pagar mais imposto, podendo ver o aumento salarial ou parte dele desaparecer.<br \/>Salvo estas situa\u00e7\u00f5es, as mexidas no IRS v\u00e3o ter um efeito direto nos bolsos dos contribuintes. H\u00e1 \u201cpoupan\u00e7as\u201d anuais entre 58 euros e 694 euros.<br \/>Maiores aumentos do rendimento dispon\u00edvel v\u00e3o fazer sentir-se nos sal\u00e1rios mais elevados para contribuintes casados (2 titulares), com e sem filhos, e os pensionistas casados, sem filhos, que auferiam um sal\u00e1rio bruto e pens\u00f5es entre 4.000 e 5.000 euros.<br \/>\u201cPara contribuintes solteiros, sem filhos, auferindo rendimentos mensais brutos que variam entre 1.500 e 5.000 euros brutos mensais, a varia\u00e7\u00e3o no rendimento l\u00edquido dispon\u00edvel, em termos anuais, pode variar entre 58 e 347 euros (quando comparado com as taxas atualmente em vigor)\u201d, avan\u00e7a Anabela Silva.<br \/>Nas contas da EY, no caso de contribuintes casados, com dois titulares, auferindo rendimentos mensais brutos que variam entre 1.500 e 5.000 euros brutos mensais, as poupan\u00e7as anuais variam entre os 116 euros e os 694 euros,<br \/>De acordo com as simula\u00e7\u00f5es, h\u00e1 poupan\u00e7as de 57,92 euros no conjunto do ano para solteiros com ou sem filhos que recebem 1.500 euros por m\u00eas.<br \/>No caso dos pensionistas a poupan\u00e7a ser\u00e1 semelhante para um reformado solteiro com uma pens\u00e3o de 1.500 euros. J\u00e1 nos casados (dois titulares) sem filhos e com um ou dois filhos, com este valor de sal\u00e1rio bruto, ter\u00e3o um al\u00edvio fiscal de 151,37 euros. Uma poupan\u00e7a semelhante aos trabalhadores dependente solteiros se tiverem um rendimento mensal de dois mil euros, com o IRS total a pagar a passar de 4.378,90 euros em 2025 para 4.227,53 euros em 2026, cujo encontro de contas com o fisco ser\u00e1 feito em 2027.<br \/>Para os solteiros com e sem filhos, registam-se ainda acr\u00e9scimos do rendimento l\u00edquido de 203,72 euros para sal\u00e1rios brutos de 2.500 e 3.000 euros, respetivamente. Acima deste patamar de rendimento at\u00e9 5.000, as contas da EY apontam para uma poupan\u00e7a de 347,19 euros para solteiros sem filhos ou um filho.<br \/>No caso dos casados (dois titulares) com ou sem filhos para sal\u00e1rios brutos de 2.500 euros e 3.000 euros, a poupan\u00e7a duplica para 407,44 euros, a mesma para um pensionista casado sem filhos para este patamar de rendimento.<br \/>A poupan\u00e7a m\u00e1xima pode chegar aos 694,39 euros no caso dos casados (dois titulares) com ou sem filhos, que auferem um sal\u00e1rio bruto entre 4.000 e 5.000 euros. Este al\u00edvio \u00e9 para o total dos dois titulares, sendo que por contribuinte, a poupan\u00e7a ser\u00e1 de 347,19 euros. No caso dos casados (dois titulares) com um filho, por exemplo, em vez de pagarem 38.782,58 euros de IRS no conjunto do ano, passar\u00e3o a ter de entregar ao Fisco 38.088,19 euros. No caso de um solteiro, sem filhos e com um sal\u00e1rio mensal de quatro mil euros brutos, o rendimento l\u00edquido anual desse contribuinte aumentar\u00e1 347,19 euros, segundo a EY. O al\u00edvio ser\u00e1 do mesmo montante para reformados com pens\u00f5es entre 4.000 e 5.000 euros.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A atualiza\u00e7\u00e3o nos escal\u00f5es do IRS e o novo corte de taxas podem resultar num al\u00edvio para os&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":120880,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,89,90,25076,18658,21565,32,33],"class_list":{"0":"post-120879","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-economy","10":"tag-empresas","11":"tag-oe","12":"tag-oe2026","13":"tag-orcamento","14":"tag-portugal","15":"tag-pt"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115414012216742264","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/120879","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=120879"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/120879\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/120880"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=120879"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=120879"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=120879"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}