{"id":123094,"date":"2025-10-23T13:14:21","date_gmt":"2025-10-23T13:14:21","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/123094\/"},"modified":"2025-10-23T13:14:21","modified_gmt":"2025-10-23T13:14:21","slug":"gas-de-botija-com-redutores-compativeis-consumidores-vao-poder-escolher-garrafa-que-for-mais-barata","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/123094\/","title":{"rendered":"G\u00e1s de botija com redutores compat\u00edveis: consumidores v\u00e3o poder escolher garrafa que for mais barata"},"content":{"rendered":"<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"inread\">Os redutores das botijas de g\u00e1s podem ser compat\u00edveis uns com os outros, apesar de pertencerem a marcas diferentes. E, <strong>para o consumidor ter a liberdade de escolher a garrafa que for mais barata<\/strong>, o presidente da ERSE, Pedro Verdelho, defende que s\u00f3 assim se consegue \u00a0\u201cexercer o direito de escolha de fornecedor das garrafas mais baratas\u201d.<\/p>\n<p>A ERSE vai identificar os redutores que consegue encaixar em diferentes marcas de garrafas, sublinha Pedro Verdelho, esta quarta-feira na comiss\u00e3o parlamentar de Ambiente e Energia.\u00a0<\/p>\n<p>Para o presidente da ERSE, o panorama dos custos da eletricidade, do g\u00e1s e dos combust\u00edveis s\u00f3 apresenta uma fatura elevada para os consumidores devido \u00e0 <strong>receita em impostos de que o Estado n\u00e3o abdica<\/strong>.\u00a0<\/p>\n<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"centro1\">\u201cAs renov\u00e1veis pressionam o pre\u00e7o para baixo. \u00c9 evidente que este processo de descarboniza\u00e7\u00e3o tem os seus efeitos tamb\u00e9m na Europa. N\u00f3s hoje temos pre\u00e7os de eletricidade no segmento dom\u00e9stico residencial 14% abaixo da \u00e1rea do euro. E na ind\u00fastria 35% abaixo da zona euro\u201d, explica Pedro Verdelho.<\/p>\n<p>J\u00e1 \u201crelativamente aos combust\u00edveis, os nossos pre\u00e7os sem impostos s\u00e3o inferiores aos de Espanha, quer na gasolina, que no gas\u00f3leo\u201d, admite o respons\u00e1vel pela ERSE.\u00a0<\/p>\n<p>Pedro Verdelho explica ainda porque \u00e9 que a produ\u00e7\u00e3o e o consumo de eletricidade t\u00eam de ser pensados em termos ib\u00e9ricos.<\/p>\n<p data-remotead-prev-elm=\"true\" data-remotead-elm-id=\"centro2\">\u201cExiste um <strong>reduzido diferencial de pre\u00e7os entre Portugal e Espanha<\/strong>. Nuns meses vai numa dire\u00e7\u00e3o, noutros segue noutra. Estamos a falar de um reduzido n\u00famero de horas de congestionamento, onde se observa essa separa\u00e7\u00e3o de pre\u00e7os. A nossa importa\u00e7\u00e3o ocorre, sobretudo em horas de fora de vazio, durante o dia, devido \u00e0 forte penetra\u00e7\u00e3o de energia solar em Espanha, onde aproveitamos a exist\u00eancia de pre\u00e7os muito baixos, em algumas horas at\u00e9 negativos vindos de Espanha\u201d, fundamenta a ERSE.<\/p>\n<p>O presidente Pedro Verdelho destaca ainda o papel futuro que o autoconsumo vai passar a ter. \u201cEste crescimento \u00e9 conseguido, gra\u00e7as ao quadro regulat\u00f3rio que foi adotado, onde as barreiras \u00e0 penetra\u00e7\u00e3o deste tipo de tecnologias foram efeminadas.\u201d<\/p>\n<p>Portanto, \u201cn\u00f3s temos hoje cerca de 1,8 GW de pot\u00eancia instalada em autoconsumo e autoconsumo coletivo e isto representar\u00e1 para o pr\u00f3ximo ano cerca de 5% do consumo nacional\u201d.<\/p>\n<p>Pedro Verdelho acrescenta que <strong>o mercado deve ter estabilidade<\/strong> e, por isso, mesmo se for para descer, as componentes do pre\u00e7o da energia devem ser mexidas uma vez por ano.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Os redutores das botijas de g\u00e1s podem ser compat\u00edveis uns com os outros, apesar de pertencerem a marcas&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":123095,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[83],"tags":[88,89,90,2270,26634,32,33,717],"class_list":{"0":"post-123094","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-empresas","8":"tag-business","9":"tag-economy","10":"tag-empresas","11":"tag-energia","12":"tag-erse","13":"tag-portugal","14":"tag-pt","15":"tag-tarifas"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115423665505630293","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/123094","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=123094"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/123094\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/123095"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=123094"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=123094"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=123094"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}