{"id":126739,"date":"2025-10-26T07:48:10","date_gmt":"2025-10-26T07:48:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/126739\/"},"modified":"2025-10-26T07:48:10","modified_gmt":"2025-10-26T07:48:10","slug":"supertempestade-solar-pode-desligar-a-tecnologia-da-terra-veja-o-que-diz-a-ciencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/126739\/","title":{"rendered":"Supertempestade solar pode &#8220;desligar&#8221; a tecnologia da Terra? Veja o que diz a ci\u00eancia"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"w-fit lg:w-full\" loading=\"eager\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/5507117_bcbbe990d48a16c.jpg\" title=\"SappawatS \/ adobe.stock.com\" alt=\"SappawatS \/ adobe.stock.com\" width=\"700\" height=\"477\"\/>Tempestades solares s\u00e3o fen\u00f4menos naturais e c\u00edclicos, parte do comportamento normal do Sol.SappawatS \/ adobe.stock.com<\/p>\n<p>De tempos em tempos, as redes sociais voltam a se encher de v\u00eddeos, simula\u00e7\u00f5es e previs\u00f5es alarmistas sobre o mesmo tema: uma poss\u00edvel <a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/tecnologia\/noticia\/2023\/10\/maior-tempestade-solar-da-historia-e-descoberta-por-cientistas-clnkdu7gf0041015dy3wiaqzk.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>&#8220;supertempestade solar&#8221;<\/strong><\/a><strong> <\/strong>capaz de queimar sat\u00e9lites, deixar o planeta sem internet e causar <a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/viral\/noticia\/2025\/10\/quais-aplicativos-foram-afetados-pelo-apagao-do-aws-veja-lista-cmgzfvq2p003m01drwssycxaa.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>apag\u00f5es globais<\/strong><\/a>.\u00a0<\/p>\n<p>As publica\u00e7\u00f5es, quase sempre acompanhadas de imagens do Sol em erup\u00e7\u00e3o e de t\u00edtulos apocal\u00edpticos, despertam <strong>curiosidade e medo<\/strong>.<\/p>\n<p>Segundo a professora Alejandra Daniela Romero, do departamento de Astronomia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (<a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/ultimas-noticias\/tag\/ufrgs\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>UFRGS<\/strong><\/a>), as tempestades solares s\u00e3o fen\u00f4menos naturais e c\u00edclicos, parte do <strong>comportamento normal<\/strong> do Sol. A diferen\u00e7a est\u00e1 apenas na intensidade.<\/p>\n<p>\u2014 Nosso Sol muda ao longo do tempo. Ele passa por um ciclo, que chamamos de ciclo solar, descoberto pelo alem\u00e3o Samuel Henrich Schwabe em 1843, com dura\u00e7\u00e3o m\u00e9dia de 11 anos. Esse ciclo tem a ver com o campo magn\u00e9tico do Sol, que \u00e9 como um \u00edm\u00e3 que vai se invertendo \u2014 explica Alejandra.<\/p>\n<p>O que s\u00e3o tempestades solares?<\/p>\n<p>O Sol \u00e9 uma <a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/tecnologia\/noticia\/2023\/09\/o-sol-pode-se-tornar-um-buraco-negro-nasa-explica-clmuro4mj007u01672h0zkr89.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>estrela ativa<\/strong><\/a>. Ele passa por ciclos de cerca de <strong>11 anos<\/strong>, marcados por varia\u00e7\u00f5es no seu campo magn\u00e9tico. Em cada ciclo, o astro passa por um <strong>m\u00ednimo solar<\/strong>, quando est\u00e1 mais calmo, e um <strong>m\u00e1ximo solar<\/strong>, quando suas erup\u00e7\u00f5es se intensificam.<\/p>\n<p>Durante esse per\u00edodo de maior atividade, surgem mais manchas solares, regi\u00f5es onde o campo magn\u00e9tico \u00e9 <strong>muito intenso<\/strong>. \u00c9 dessas \u00e1reas que v\u00eam as eje\u00e7\u00f5es de massa coronal, que s\u00e3o grandes jatos de part\u00edculas e energia lan\u00e7ados para o espa\u00e7o.<\/p>\n<blockquote class=\"m-blockquote leak-left\"><p>A Terra, com sua atmosfera e seu campo magn\u00e9tico, sabe se defender. N\u00e3o somente isso, mas tamb\u00e9m sabe nos protegerALEJANDRA DANIELA ROMERO<\/p>\n<p class=\"blockquote-support\">Professora do departamento de Astronomia da UFRGS<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Quando o material \u00e9 mandado \u00e0 Terra, parte interage com o campo magn\u00e9tico terrestre, provocando o que os cientistas chamam de<strong> tempestade geomagn\u00e9tica<\/strong>, <strong>o equivalente, no espa\u00e7o, a uma tempestade atmosf\u00e9rica.<\/strong><\/p>\n<p>O efeito bonito \u00e9 conhecido: <a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/tecnologia\/noticia\/2021\/12\/cientistas-afirmam-que-ha-41-mil-anos-auroras-boreal-e-austral-podiam-ser-vistas-na-linha-do-equador-ckxeqyxkd002b0188is1c3d3a.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>as auroras boreais e austrais<\/strong><\/a>, que tingem o c\u00e9u com tons de verde, rosa e lil\u00e1s em regi\u00f5es pr\u00f3ximas dos polos. O mais temido, por outro lado, \u00e9 o impacto que essas descargas podem ter sobre sistemas el\u00e9tricos e de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>\u2014 Uma tempestade solar \u00e9 como uma grande corrente el\u00e9trica sendo expulsa do Sol. Se essa corrente passasse direto pela Terra, seria como uma sobrecarga el\u00e9trica gigante. Quando voc\u00ea faz passar uma corrente muito grande por um fio, ele derrete ou queima. \u00c9 algo semelhante, mas em escala astron\u00f4mica \u2014 descreve a professora.\u00a0<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"w-fit lg:w-full\" loading=\"eager\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/5507116_0413b0969cd9f04.jpg\" title=\"waichi2013th \/ adobe.stock.com\" alt=\"waichi2013th \/ adobe.stock.com\" width=\"700\" height=\"477\"\/>Tempestades solares causam as belas auroras boreais e austrais.waichi2013th \/ adobe.stock.com<\/p>\n<p>Qual a maior tempestade da hist\u00f3ria moderna?<\/p>\n<p>Em 1859, uma dessas tempestades entrou para a hist\u00f3ria como o <strong>Evento de Carrington<\/strong>, batizado em homenagem ao astr\u00f4nomo brit\u00e2nico Richard Carrington, que observou a erup\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>O fen\u00f4meno foi t\u00e3o <strong>intenso <\/strong>que as auroras foram vistas at\u00e9 o sul de Cuba e do Hava\u00ed, enquanto no hemisf\u00e9rio sul chegaram ao norte do Chile. Na \u00e9poca, o mundo vivia ainda na era do<strong> tel\u00e9grafo<\/strong>, e foi o suficiente para causar estragos, com fa\u00edscas e at\u00e9 inc\u00eandios. Foi o primeiro registro claro de que uma <strong>atividade solar podia interferir diretamente na tecnologia humana<\/strong>.<\/p>\n<p>\u2014 No passado, nos anos 1970 e 1980, houve tamb\u00e9m uma tempestade que afetou a rede el\u00e9trica do Canad\u00e1, em 1989, no Quebec, mas desde ent\u00e3o muita coisa evoluiu. A tecnologia foi desenvolvendo mecanismos de prote\u00e7\u00e3o e alerta \u2014 explica Alejandra.<\/p>\n<p>&#8220;Apag\u00e3o total&#8221;? Especialistas explicam por que n\u00e3o<\/p>\n<p>Atualmente, o temor de que um evento semelhante hoje derrube redes el\u00e9tricas ou apague o planeta inteiro \u00e9 <strong>exagerado<\/strong>, segundo a cientista. Mesmo uma supertempestade n\u00e3o &#8220;desligaria&#8221; a tecnologia do planeta.\u00a0<\/p>\n<p>Para ela, \u00e9 poss\u00edvel que alguns sat\u00e9lites fossem afetados, mas h\u00e1 redund\u00e2ncia, visto que a Terra tem um campo magn\u00e9tico, e a tecnologia tem prote\u00e7\u00e3o em diversas frentes. Na pr\u00e1tica, isso significa que os poss\u00edveis impactos seriam localizados principalmente em regi\u00f5es como <strong>Canad\u00e1<\/strong>, <strong>Alasca<\/strong>, <strong>Escandin\u00e1via <\/strong>e <strong>R\u00fassia<\/strong>.<\/p>\n<p>\u2014 Quanto mais longe dos polos, mais seguro se est\u00e1. No Brasil, o risco \u00e9 considerado m\u00ednimo. Isso porque estamos muito mais pr\u00f3ximos do Equador que dos polos. Claro que o Brasil \u00e9 t\u00e3o grande, que o sul est\u00e1 mais perto do polo sul, mas estamos suficientemente longe. Assim, praticamente n\u00e3o h\u00e1 interfer\u00eancia direta \u2014 observa a especialista.<\/p>\n<p>O que realmente pode ser afetado?<\/p>\n<p>Mesmo sem cat\u00e1strofes, os efeitos das tempestades solares existem, e s\u00e3o constantemente monitorados. Os sat\u00e9lites est\u00e3o no topo da lista de vulnerabilidades. Por isso, s\u00e3o constru\u00eddos com <strong>camadas de blindagem<\/strong>, sistemas de aterramento e mecanismos autom\u00e1ticos de desligamento tempor\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u2014 <strong>Os sat\u00e9lites n\u00e3o est\u00e3o &#8220;pelados&#8221; no espa\u00e7o<\/strong>. Eles t\u00eam camadas de prote\u00e7\u00e3o, como um tipo de isolamento f\u00edsico, que ajuda a isolar as descargas el\u00e9tricas. \u00c9 o mesmo princ\u00edpio de uma jaula de metal: a corrente circula por fora e n\u00e3o chega ao sistema interno. Isso impede que o sat\u00e9lite queime \u2014 explica.<\/p>\n<p>Em voos comerciais, os riscos tamb\u00e9m s\u00e3o baixos. Aeronaves s\u00e3o projetadas para <strong>resistir a descargas el\u00e9tricas<\/strong>, incluindo as de origem solar. Somente em rotas que cruzam regi\u00f5es polares \u00a0pode haver ajustes de rota em per\u00edodos de alta atividade solar.<\/p>\n<p>J\u00e1 nas redes el\u00e9tricas terrestres, o &#8220;perigo&#8221; est\u00e1 nas <strong>correntes induzidas<\/strong>. Linhas de transmiss\u00e3o e tubula\u00e7\u00f5es met\u00e1licas podem sofrer sobrecargas, como j\u00e1 aconteceu no Canad\u00e1. Desde ent\u00e3o, sistemas el\u00e9tricos modernos contam com sensores e protocolos de prote\u00e7\u00e3o para evitar danos, observa Alejandra.<\/p>\n<p>Como funciona o monitoramento do sol<\/p>\n<p>Muito antes de o tema virar tend\u00eancia no <a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/tecnologia\/noticia\/2025\/07\/tiktok-lanca-nos-eua-ferramenta-de-verificacao-de-informacoes-pela-comunidade-cmdqkk7wa00co016191745km3.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>TikTok<\/strong><\/a>, o Sol j\u00e1 era vigiado em tempo real por ag\u00eancias espaciais. A Ag\u00eancia Espacial Norte-Americana (<a href=\"https:\/\/gauchazh.clicrbs.com.br\/tecnologia\/noticia\/2025\/10\/spacex-lanca-11a-missao-da-starship-acompanhe-cmgpol250009f01eaycckzn9u.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>Nasa<\/strong><\/a>) e a NOAA (Ag\u00eancia Nacional de Oceanos e Atmosfera dos Estados Unidos) <strong>monitoram a atividade solar 24 horas por dia<\/strong>, por meio de sat\u00e9lites especializados que medem <strong>radia\u00e7\u00e3o, temperatura e densidade do vento solar<\/strong>.<\/p>\n<p>\u2014 Essas medi\u00e7\u00f5es ajudam a prever o comportamento do Sol. Quando h\u00e1 muitas manchas solares, a probabilidade de uma eje\u00e7\u00e3o aumenta, explica Romero.<\/p>\n<p>Os alertas permitem que operadoras de sat\u00e9lites e redes el\u00e9tricas se preparem. <strong>\u00c0s vezes, com horas ou at\u00e9 dias de aviso<\/strong>.<\/p>\n<p>E as &#8220;superflares&#8221;?<\/p>\n<p>Nos \u00faltimos anos, pesquisas da Nasa com o telesc\u00f3pio espacial Kepler analisaram mais de <strong>50 mil estrelas parecidas com o Sol e registraram quase 3 mil supererup\u00e7\u00f5es<\/strong>, chamadas de superflares. Elas liberam at\u00e9 mil vezes mais energia que uma explos\u00e3o solar comum.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"w-fit lg:w-full\" loading=\"eager\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/5507119_dcaab3697d6c315.jpg\" title=\"Artsiom P \/ adobe.stock.com\" alt=\"Artsiom P \/ adobe.stock.com\" width=\"700\" height=\"477\"\/>Quando o Sol libera energia muito acima da m\u00e9dia e a onda magn\u00e9tica atinge diretamente o planeta, o impacto \u00e9 maior.Artsiom P \/ adobe.stock.com<\/p>\n<p>A boa not\u00edcia \u00e9 que essas ocorr\u00eancias <strong>parecem muito raras em estrelas com a idade e estabilidade do nosso Sol<\/strong>. Estimativas recentes indicam que um evento desse porte poderia ocorrer, no m\u00e1ximo, uma vez a cada alguns s\u00e9culos.<\/p>\n<p>\u2014 <strong>N\u00e3o acho que ver\u00edamos um apag\u00e3o total.<\/strong> Para isso, a tempestade teria que ser muito, muito grande. E mesmo assim, afetaria apenas a parte da Terra voltada para o Sol \u2014 afirma Alejandra.\u00a0<\/p>\n<blockquote class=\"m-blockquote leak-left\"><p>H\u00e1 coisas que representam perigo muito maior para n\u00f3s, como a mudan\u00e7a clim\u00e1tica e os temporais que vivemos aqui no Rio Grande do SulALEJANDRA DANIELA ROMERO<\/p>\n<p class=\"blockquote-support\">PROFESSORA DO DEPARTAMENTO DE ASTRONOMIA DA UFRGS<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Perguntas e respostas sobre as tempestades solares<\/p>\n<p>O que \u00e9 uma tempestade solar?<\/p>\n<p>\u00c9 o resultado da intera\u00e7\u00e3o entre part\u00edculas e campos magn\u00e9ticos do Sol com o campo magn\u00e9tico da Terra. Pode gerar auroras e dist\u00farbios leves em sistemas el\u00e9tricos e de comunica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O que torna uma tempestade &#8220;super&#8221;?<\/p>\n<p>A intensidade da eje\u00e7\u00e3o solar e o alinhamento exato com a Terra. Quando o Sol libera energia muito acima da m\u00e9dia e a onda magn\u00e9tica atinge diretamente o planeta, o impacto \u00e9 maior.<\/p>\n<p>Existe risco de apag\u00e3o global?<\/p>\n<p>N\u00e3o. Os efeitos s\u00e3o localizados e tempor\u00e1rios. As redes modernas e os sistemas espaciais possuem redund\u00e2ncias e protocolos de prote\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Como o Sol \u00e9 monitorado?<\/p>\n<p>Por sat\u00e9lites de ag\u00eancias como Nasa e NOAA, que observam radia\u00e7\u00e3o, manchas solares e eje\u00e7\u00f5es de massa coronal. Os dados s\u00e3o p\u00fablicos e atualizados em tempo real.<\/p>\n<p>Devo me preocupar?<\/p>\n<p>N\u00e3o. O fen\u00f4meno \u00e9 natural e previs\u00edvel. A Terra e a tecnologia est\u00e3o preparadas. O mais importante \u00e9 acompanhar fontes cient\u00edficas e evitar alarmismos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Tempestades solares s\u00e3o fen\u00f4menos naturais e c\u00edclicos, parte do comportamento normal do Sol.SappawatS \/ adobe.stock.com De tempos em&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":126740,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[443,109,107,108,1149,32,33,105,103,104,106,110,3022],"class_list":{"0":"post-126739","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-astronomia","9":"tag-ciencia","10":"tag-ciencia-e-tecnologia","11":"tag-cienciaetecnologia","12":"tag-nasa","13":"tag-portugal","14":"tag-pt","15":"tag-science","16":"tag-science-and-technology","17":"tag-scienceandtechnology","18":"tag-technology","19":"tag-tecnologia","20":"tag-trends"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115439370772318795","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/126739","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=126739"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/126739\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/126740"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=126739"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=126739"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=126739"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}