{"id":127619,"date":"2025-10-26T22:16:12","date_gmt":"2025-10-26T22:16:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/127619\/"},"modified":"2025-10-26T22:16:12","modified_gmt":"2025-10-26T22:16:12","slug":"nao-de-smartphones-a-criancas-com-menos-de-13-anos-estas-sao-as-razoes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/127619\/","title":{"rendered":"N\u00e3o d\u00ea smartphones a crian\u00e7as com menos de 13 anos. Estas s\u00e3o as raz\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>Os pais devem evitar que os pr\u00e9-adolescentes utilizem smartphones e redes sociais. \u00c9 a conclus\u00e3o de uma nova investiga\u00e7\u00e3o. O estudo, divulgado em julho, concluiu que o uso de smartphones antes dos 13 anos pode prejudicar a <a href=\"https:\/\/www.cnn.com\/2023\/06\/20\/health\/summer-kids-mental-health-wellness\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">sa\u00fade mental das crian\u00e7as<\/a>.<\/p>\n<p>A utiliza\u00e7\u00e3o de smartphones por crian\u00e7as menores de 13 anos foi associada a pensamentos suicidas, pior regula\u00e7\u00e3o emocional, menor autoestima e distanciamento da realidade, especialmente entre as raparigas, de acordo com o estudo, publicado no Journal of the Human Development and Capabilities.<\/p>\n<p>Para cada ano antes dos 13 anos em que uma pessoa teve acesso a um smartphone, a sua sa\u00fade mental e bem-estar t\u00eam maior probabilidade de ser menores, concluiu o estudo.<\/p>\n<p>Isso acontece provavelmente porque as crian\u00e7as que utilizam smartphones antes dos 13 anos, acedem mais \u00e0s redes sociais e sofrem mais de dist\u00farbios do sono, cyberbullying e rela\u00e7\u00f5es familiares negativas, de acordo com o referido estudo. Os dados s\u00e3o baseados em autoavalia\u00e7\u00f5es numa investiga\u00e7\u00e3o com quase dois milh\u00f5es de pessoas, em 163 pa\u00edses.<\/p>\n<p> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"400\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/68f649d7d34e58bc679718e5.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   Crian\u00e7as que usaram smartphones antes dos 13 anos enfrentaram dist\u00farbios do sono, cyberbullying e rela\u00e7\u00f5es familiares negativas, de acordo com um novo estudo. (Elva Etienne\/Moment RF\/Getty Images) <\/p>\n<p>Os resultados foram t\u00e3o alarmantes que os investigadores apelaram a restri\u00e7\u00f5es globais para impedir que crian\u00e7as com menos de 13 anos utilizassem smartphones e redes sociais.<\/p>\n<p>\u201cIsto exige medidas urgentes, para limitar o acesso de crian\u00e7as com menos de 13 anos a smartphones, bem como uma regulamenta\u00e7\u00e3o mais matizada do ambiente digital a que os jovens est\u00e3o expostos\u201d, afirma a autora principal do estudo, Tara Thiagarajan, fundadora e cientista-chefe da Sapien Labs, a organiza\u00e7\u00e3o sem fins lucrativos que realizou o inqu\u00e9rito.<\/p>\n<p>Enquanto investiga\u00e7\u00f5es anteriores se concentraram em como o uso de smartphones est\u00e1 relacionado com a ansiedade e com a depress\u00e3o, este estudo analisou sintomas que n\u00e3o s\u00e3o normalmente estudados, incluindo regula\u00e7\u00e3o emocional e autoestima, e descobriu que s\u00e3o muito significativos, diz Tara Thiagarajan, que reside em Arlington, Virg\u00ednia.<\/p>\n<p>Os resultados foram autorrelatos, o que significa que n\u00e3o foram verificados de forma independente pelos investigadores. Al\u00e9m disso, o estudo n\u00e3o consegue identificar que tipos de utiliza\u00e7\u00e3o do telem\u00f3vel levaram a esses resultados e n\u00e3o consegue explicar como eles podem mudar \u00e0 medida que as tecnologias evoluem, diz Tara Thiagarajan.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><strong>Aguente at\u00e9 aos 16 anos para usar as redes sociais<\/strong> <\/p>\n<p>Ainda assim, esta investiga\u00e7\u00e3o certamente convenceu-me de que \u00e9 uma p\u00e9ssima ideia dar smartphones a crian\u00e7as antes dos 13 anos. Quando falo com pais em escolas, grupos de pais e outros espa\u00e7os comunit\u00e1rios, sugiro n\u00e3o deixar as crian\u00e7as usarem as redes sociais at\u00e9 aos 16 anos. Uma<a href=\"https:\/\/www.cnn.com\/2024\/04\/03\/opinions\/florida-social-media-law-desantis-is-right-alaimo-wellness\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> investiga\u00e7\u00e3o s\u00f3lida<\/a>, realizada no Reino Unido mostra que o uso das redes sociais durante a puberdade est\u00e1 associado a uma menor satisfa\u00e7\u00e3o com a vida um ano depois.<\/p>\n<p>O psic\u00f3logo social Jonathan Haidt tamb\u00e9m sugeriu esperar at\u00e9 os 16 anos para deixar as crian\u00e7as usarem as redes sociais em seu livro best-seller \u201c<a href=\"https:\/\/www.amazon.com\/Anxious-Generation-Rewiring-Childhood-Epidemic\/dp\/0593655036\/ref=asc_df_0593655036?mcid=718aa7769a723802a20fa4866c2916b3&amp;hvocijid=6378624292174875236-0593655036-&amp;hvexpln=73&amp;tag=hyprod-20&amp;linkCode=df0&amp;hvadid=721245378154&amp;hvpos=&amp;hvnetw=g&amp;hvrand=6378624292174875236&amp;hvpone=&amp;hvptwo=&amp;hvqmt=&amp;hvdev=c&amp;hvdvcmdl=&amp;hvlocint=&amp;hvlocphy=9003924&amp;hvtargid=pla-2281435179018&amp;psc=1\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">The Anxious Generation<\/a>: How the Great Rewiring of Childhood Is Causing an Epidemic of Mental Illness\u201d (\u201cA gera\u00e7\u00e3o ansiosa: como a grande reestrutura\u00e7\u00e3o da inf\u00e2ncia est\u00e1 a causar uma epidemia de doen\u00e7as mentais\u201d, numa tradu\u00e7\u00e3o livre para portugu\u00eas).<\/p>\n<p>Embora possa parecer quase imposs\u00edvel esperar tanto tempo, isso n\u00e3o ser\u00e1 dif\u00edcil se conversarmos com os pais dos amigos dos nossos filhos e concordarmos coletivamente em n\u00e3o permitir que eles usem aplicativos sociais at\u00e9 essa idade.<\/p>\n<p>Em todas as minhas palestras pelo pa\u00eds como especialista em como as redes sociais afetam mulheres e meninas, ainda n\u00e3o encontrei um \u00fanico pai ou respons\u00e1vel que tenha dito estar feliz com o uso das redes sociais pelos seus filhos. Em vez disso, preocupam-se que os seus filhos sejam privados de oportunidades sociais se n\u00e3o estiverem nas redes sociais. \u00c9 por isso que envolver os pais dos amigos deles \u00e9 fundamental.<\/p>\n<p>O grupo <a href=\"https:\/\/www.waituntil8th.org\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Wait Until 8th<\/a> criou um compromisso que os pais podem assinar coletivamente, prometendo n\u00e3o deixar os filhos usarem smartphones at\u00e9 o final do oitavo ano. Outros grupos criaram compromissos semelhantes.<\/p>\n<p>\u201cVerifique se existe algum na sua comunidade e, se n\u00e3o existir e for importante para si, considere criar um\u201d, aconselha Melissa Greenberg, psic\u00f3loga cl\u00ednica do Princeton Psychotherapy Center, em Nova J\u00e9rsia, que n\u00e3o participou no estudo. \u201cMesmo que as pessoas n\u00e3o falem sobre isso, podem ficar aliviadas se voc\u00ea iniciar a conversa.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u201cos pais poderiam procurar escolas para os seus filhos com pol\u00edticas mais r\u00edgidas em rela\u00e7\u00e3o ao uso de smartphones no recinto escolar\u201d ou pressionar por melhores pol\u00edticas nas escolas dos seus filhos, diz Tara Thiagarajan.<\/p>\n<p>Mas os investigadores alertam que os pais n\u00e3o podem resolver esses problemas individualmente sem solu\u00e7\u00f5es sociais. Afinal, mesmo que eu n\u00e3o permita que as minhas filhas usem as redes sociais antes dos 16 anos e conven\u00e7a os pais dos amigos delas a fazer o mesmo, isso n\u00e3o vai impedir que elas sejam expostas a essas aplica\u00e7\u00f5es por outras crian\u00e7as em locais como o autocarro escolar ou eventos ap\u00f3s a escola.<\/p>\n<p> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"400\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/68f64999d34ee0c2fed175f5.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   Os pais ainda podem fazer mudan\u00e7as se os seus filhos j\u00e1 tiverem smartphones, garante Kara Alaimo. (StockPlanets\/E+\/Getty Images) <\/p>\n<p>\u00c9 por isso que os pais \u201ctamb\u00e9m poderiam ter uma voz mais ativa nos debates sobre regulamenta\u00e7\u00e3o\u201d, considera Tara Thiagarajan.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>Converse com seus filhos <\/p>\n<p>Se j\u00e1 deixou seu filho usar um smartphone antes dos 13 anos ou est\u00e1 apenas preocupado com os resultados, \u201cn\u00e3o entre em p\u00e2nico\u201d, diz Melissa Greenberg.<\/p>\n<p>\u201cSe est\u00e1 preocupado, mas n\u00e3o nota nenhum destes sintomas no seu filho, ainda pode conversar com ele para que saiba que algumas pessoas lutam contra a ansiedade, a baixa autoestima e emo\u00e7\u00f5es intensas\u201d, diz. \u201cPode dizer-lhe que h\u00e1 ajuda dispon\u00edvel caso ele precise e convid\u00e1-lo a procur\u00e1-lo se estiver com dificuldades ou precisar de apoio\u201d.<\/p>\n<p>Se notar esses sintomas no seu filho, procure um profissional licenciado que possa ajudar, aconselha a psic\u00f3loga.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 normal fazer mudan\u00e7as<\/p>\n<p>O que acontece se o seu filho j\u00e1 tiver um smartphone? \u201cPode sentir-se preso ao ler coisas como esta, porque sente que n\u00e3o pode voltar atr\u00e1s\u201d, reconhece Melissa Greenberg. Isso n\u00e3o \u00e9 verdade. \u201cN\u00e3o tenha medo de mudar de rumo se sentir que o que j\u00e1 fez n\u00e3o est\u00e1 a funcionar para o seu filho ou para a sua fam\u00edlia\u201d, sublinha.<\/p>\n<p>Os pais podem pensar em op\u00e7\u00f5es como usar controlos parentais, mudar para um telem\u00f3vel tradicional ou excluir aplica\u00e7\u00f5es ou recursos, acrescenta ainda Melissa Greenberg.<\/p>\n<p>\u00c9 claro que as crian\u00e7as podem n\u00e3o reagir bem a essa mudan\u00e7a, mas n\u00e3o deixe que isso o impe\u00e7a de agir se achar que isso seria ben\u00e9fico para elas, diz ainda.<\/p>\n<p>Os pais podem usar este roteiro, sugeriu Melissa Greenberg: \u201cQuando lhe demos o seu smartphone pela primeira vez, havia coisas que n\u00e3o sab\u00edamos sobre como isso poderia afet\u00e1-lo. H\u00e1 muitos cientistas e m\u00e9dicos que est\u00e3o a fazer investiga\u00e7\u00f5es sobre os efeitos que os smartphones est\u00e3o a ter nas crian\u00e7as, e estamos a aprender muito mais do que sab\u00edamos antes. Temos de fazer algumas mudan\u00e7as porque queremos ter a certeza de que estamos a fazer o que \u00e9 mais saud\u00e1vel para si\u201d.<\/p>\n<p>Se as crian\u00e7as ficarem zangadas, seja compreensivo com as preocupa\u00e7\u00f5es delas, aconselha. \u201cOs adultos nem sempre respondem da maneira mais madura quando lhes tiram algo ou pedem que mudem um h\u00e1bito e n\u00e3o podemos esperar que as nossas crian\u00e7as o fa\u00e7am\u201d, constata Melissa Greenberg.<\/p>\n<p>A psic\u00f3loga sugere que os pais conversem sobre as suas pr\u00f3prias dificuldades em usar o smartphone da maneira correta, como uma forma de (literalmente) conectar-se e reconhecer que \u00e9 dif\u00edcil para todos n\u00f3s resistir \u00e0 atra\u00e7\u00e3o deles.<\/p>\n<p>O que pode fazer agora que sabe que pode ser bastante perigoso permitir que crian\u00e7as pequenas usem smartphones? Se o seu filho ainda n\u00e3o tem um, comece a conversar com outros pais da sua comunidade para concordarem coletivamente em n\u00e3o deixar os vossos filhos terem um telem\u00f3vel at\u00e9 que sejam mais velhos.<\/p>\n<p>Manter os nossos filhos longe dos smartphones pode ser uma das decis\u00f5es mais inteligentes que os pais podem tomar.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\"><strong>NOTA DO EDITOR:<\/strong> Se est\u00e1 com problemas de sa\u00fade mental ou conhece algu\u00e9m que esteja, procure ajuda.\u00a0Deixamos alguns contactos \u00fateis:<\/p>\n<ul>\n<li>SOS Voz Amiga &#8211; 213 544 545; 912 802 669;\u00a0963 524\u00a0660; 930 712 500\u00a0\u00a0<\/li>\n<li>Linha SNS 24 &#8211; 808 24 24 24 (op\u00e7\u00e3o 4) &#8211; Aconselhamento psicol\u00f3gico 24 horas por dia.\u00a0<\/li>\n<li>Linha Nacional de Preven\u00e7\u00e3o do Suic\u00eddio &#8211; 1411<\/li>\n<li>Conversa Amiga &#8211; 808 237 327 ou 210 027\u00a0159 (Atendimento di\u00e1rio das 15h00 \u00e0s 22h00).\u00a0<\/li>\n<li>Telefone da Amizade &#8211; 222 080\u00a0707 (Atendimento di\u00e1rio das 16h00 \u00e0s 23h00).\u00a0<\/li>\n<li>Voz de Apoio &#8211; 225 506\u00a0070 (Atendimento das 21h00 \u00e0s 24h00, com contacto por email sos@vozdeapoio.pt).\u00a0<\/li>\n<li>Vozes Amigas de Esperan\u00e7a de Portugal &#8211; 222 030\u00a0707 (Atendimento di\u00e1rio das 16h00 \u00e0s 22h00).\u00a0\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p><b>*\u00a0<\/b>Kara Alaimo \u00e9 professora associada de comunica\u00e7\u00e3o na Fairleigh Dickinson University. O seu livro \u201c<a href=\"https:\/\/www.penguinrandomhouse.com\/books\/738356\/over-the-influence-by-kara-alaimo\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Over the Influence<\/a>: Why Social Media Is Toxic for Women and Girls \u2014 And How We Can Take It Back\u201d (\u201cAcima da influ\u00eancia: por que as redes sociais s\u00e3o t\u00f3xicas para mulheres e meninas \u2014 e como podemos recuper\u00e1-las\u201d, numa tradu\u00e7\u00e3o livre para portugu\u00eas), que foi publicado em 2024.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Os pais devem evitar que os pr\u00e9-adolescentes utilizem smartphones e redes sociais. \u00c9 a conclus\u00e3o de uma nova&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":127620,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[50],"tags":[3273,609,836,611,27,28,607,608,333,832,838,604,135,610,476,15,16,301,830,14,3176,603,25,26,570,21,22,831,833,62,834,12,13,19,20,835,602,52,32,23,24,954,17,18,29,30,31,63,64,65],"class_list":{"0":"post-127619","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-mundo","8":"tag-adolescentes","9":"tag-alerta","10":"tag-analise","11":"tag-ao-minuto","12":"tag-breaking-news","13":"tag-breakingnews","14":"tag-cnn","15":"tag-cnn-portugal","16":"tag-comentadores","17":"tag-costa","18":"tag-criancas","19":"tag-crime","20":"tag-desporto","21":"tag-direto","22":"tag-economia","23":"tag-featured-news","24":"tag-featurednews","25":"tag-governo","26":"tag-guerra","27":"tag-headlines","28":"tag-jovens","29":"tag-justica","30":"tag-latest-news","31":"tag-latestnews","32":"tag-live","33":"tag-main-news","34":"tag-mainnews","35":"tag-mais-vistas","36":"tag-marcelo","37":"tag-mundo","38":"tag-negocios","39":"tag-news","40":"tag-noticias","41":"tag-noticias-principais","42":"tag-noticiasprincipais","43":"tag-opiniao","44":"tag-pais","45":"tag-politica","46":"tag-portugal","47":"tag-principais-noticias","48":"tag-principaisnoticias","49":"tag-smartphones","50":"tag-top-stories","51":"tag-topstories","52":"tag-ultimas","53":"tag-ultimas-noticias","54":"tag-ultimasnoticias","55":"tag-world","56":"tag-world-news","57":"tag-worldnews"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/127619","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=127619"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/127619\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/127620"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=127619"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=127619"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=127619"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}