{"id":127783,"date":"2025-10-27T01:00:29","date_gmt":"2025-10-27T01:00:29","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/127783\/"},"modified":"2025-10-27T01:00:29","modified_gmt":"2025-10-27T01:00:29","slug":"efeitos-do-exercicio-fisico-seguem-no-repouso-diz-estudo-26-10-2025-equilibrio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/127783\/","title":{"rendered":"Efeitos do exerc\u00edcio f\u00edsico seguem no repouso, diz estudo &#8211; 26\/10\/2025 &#8211; Equil\u00edbrio"},"content":{"rendered":"<p>Um estudo cient\u00edfico realizado por uma equipe internacional de pesquisadores indica que os efeitos da <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/atividade-fisica\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">atividade f\u00edsica<\/a> continuam mesmo ap\u00f3s o fim dos movimentos. Segundo a pesquisa, o exerc\u00edcio aumenta o gasto energ\u00e9tico sem que o corpo humano reduza a energia necess\u00e1ria para fun\u00e7\u00f5es vitais.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, os resultados apontam que o corpo n\u00e3o recorre a compensa\u00e7\u00f5es metab\u00f3licas significativas para contrabalancear o gasto de energia provocado pelo movimento.<\/p>\n<p>A pesquisa, liderada pela Universidade Virginia Tech, nos <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/estados-unidos\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Estados Unidos<\/a>, com a participa\u00e7\u00e3o das universidades de Aberdeen, no <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/reino-unido\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Reino Unido<\/a>, e Shenzhen, na <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/folha-topicos\/china\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">China<\/a>, foi publicada nesta semana pela revista Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).<\/p>\n<p>&#8220;Or\u00e7amento energ\u00e9tico&#8221;<\/p>\n<p>Para chegar a esta conclus\u00e3o, os cientistas mediram o &#8220;or\u00e7amento energ\u00e9tico&#8221; de 75 adultos com idades entre 19 e 63 anos, cujos n\u00edveis de atividade variavam do sedentarismo \u00e0 pr\u00e1tica de corridas de ultrarresist\u00eancia.<\/p>\n<p>Para medir o gasto energ\u00e9tico total, os participantes ingeriram is\u00f3topos de oxig\u00eanio e hidrog\u00eanio, e durante duas semanas foram registradas as varia\u00e7\u00f5es em suas amostras de urina, juntamente com seus movimentos, monitorados por sensores port\u00e1teis.<\/p>\n<p>    Cuide-se<\/p>\n<p class=\"c-newsletter__subtitle\">Ci\u00eancia, h\u00e1bitos e preven\u00e7\u00e3o numa newsletter para a sua sa\u00fade e bem-estar<\/p>\n<p>Os resultados mostraram que quanto maior a atividade f\u00edsica, maior \u00e9 a queima de calorias, independentemente da composi\u00e7\u00e3o corporal, e que o corpo administra seu or\u00e7amento energ\u00e9tico sem reduzir o consumo por fun\u00e7\u00f5es b\u00e1sicas, como a respira\u00e7\u00e3o e a circula\u00e7\u00e3o sangu\u00ednea.<\/p>\n<p>O &#8220;or\u00e7amento energ\u00e9tico&#8221; de uma pessoa pode funcionar de duas formas: como um valor fixo, no qual a energia \u00e9 redistribu\u00edda de outras fun\u00e7\u00f5es para cobrir o custo do movimento, ou como um sistema flex\u00edvel, que \u00e9 aditivo e permite maior gasto energ\u00e9tico.<\/p>\n<p>Os cientistas buscavam determinar qual desses modelos explica melhor as mudan\u00e7as reais no or\u00e7amento energ\u00e9tico, de acordo com diferentes n\u00edveis de atividade f\u00edsica.<\/p>\n<p>Benef\u00edcios prolongados<\/p>\n<p>Constatou-se que as pessoas mais ativas tamb\u00e9m passam menos tempo sentadas, o que refor\u00e7a o modelo energ\u00e9tico &#8220;aditivo&#8221;, e que essas pessoas t\u00eam menos probabilidade de permanecer longos per\u00edodos em inatividade.<\/p>\n<p>A pesquisa indica ainda que os benef\u00edcios do movimento persistem mesmo quando o corpo est\u00e1 em repouso e, portanto, que ser mais ativo realmente aumenta o gasto energ\u00e9tico total e contribui para uma vida mais saud\u00e1vel.<\/p>\n<p>Pesquisador do Laborat\u00f3rio de Evolu\u00e7\u00e3o Humana da Universidade de Burgos, na Espanha, Guillermo Zorrilla explicou \u00e0 ag\u00eancia de not\u00edcias EFE que a equipe tamb\u00e9m comparou popula\u00e7\u00f5es com altos n\u00edveis de atividade f\u00edsica a outras mais sedent\u00e1rios.<\/p>\n<p>Ele destacou que, quando o exerc\u00edcio f\u00edsico \u00e9 mais intenso e o gasto energ\u00e9tico aumenta, o corpo ativa mecanismos que evitam que sejam ultrapassados limites capazes de afetar fun\u00e7\u00f5es vitais do organismo.<\/p>\n<p>&#8220;Seria como se as pessoas que praticam mais exerc\u00edcios ou atividades f\u00edsicas tivessem um maior or\u00e7amento energ\u00e9tico&#8221;, resumiu o pesquisador.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Um estudo cient\u00edfico realizado por uma equipe internacional de pesquisadores indica que os efeitos da atividade f\u00edsica continuam&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":127784,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[84],"tags":[367,1024,358,109,107,108,92,235,445,1616,236,32,33,713,117,105,103,104,106,110],"class_list":{"0":"post-127783","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-ciencia-e-tecnologia","8":"tag-asia","9":"tag-atividade-fisica","10":"tag-china","11":"tag-ciencia","12":"tag-ciencia-e-tecnologia","13":"tag-cienciaetecnologia","14":"tag-donald-trump","15":"tag-estados-unidos","16":"tag-europa","17":"tag-exercicio-fisico","18":"tag-folha","19":"tag-portugal","20":"tag-pt","21":"tag-reino-unido","22":"tag-saude","23":"tag-science","24":"tag-science-and-technology","25":"tag-scienceandtechnology","26":"tag-technology","27":"tag-tecnologia"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115443428422033222","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/127783","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=127783"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/127783\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/127784"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=127783"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=127783"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=127783"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}