{"id":128354,"date":"2025-10-27T13:04:12","date_gmt":"2025-10-27T13:04:12","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/128354\/"},"modified":"2025-10-27T13:04:12","modified_gmt":"2025-10-27T13:04:12","slug":"novas-evidencias-revelam-que-os-dinossauros-prosperavam-quando-o-asteroide-atingiu-a-terra","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/128354\/","title":{"rendered":"Novas evid\u00eancias revelam que os dinossauros prosperavam quando o aster\u00f3ide atingiu a Terra"},"content":{"rendered":"<p class=\"description\">Assine a revista National Geographic agora por apenas <b>1\u20ac por m\u00eas<\/b>.<\/p>\n<p>H\u00e1 cerca de 66 milh\u00f5es de anos, durante a Primavera do hemisf\u00e9rio Norte, <strong>um aster\u00f3ide com 9,5 quil\u00f3metros de comprimento embateu na actual pen\u00ednsula do Iucat\u00e3o<\/strong>. O desastre da\u00ed resultante levou \u00e0 <strong>extin\u00e7\u00e3o de 75 por cento das esp\u00e9cies do nosso planeta<\/strong>, incluindo quase todas as linhagens de dinossauros, excepto as aves com bico.<\/p>\n<p>O impacto foi devastador. O rescaldo foi apocal\u00edptico. Mas o que se passaria imediatamente antes deste acontecimento catacl\u00edsmico?<\/p>\n<p>H\u00e1 muito que os paleont\u00f3logos discutem se os dinossauros j\u00e1 estariam em decl\u00ednio quando o aster\u00f3ide embateu ou se ainda prosperavam e davam origem a novas esp\u00e9cies. F\u00f3sseis descobertos no Novo M\u00e9xico e datados de cerca de 340.000 anos antes do embate do aster\u00f3ide, pintam uma imagem v\u00edvida: <strong>segundo um novo estudo, os dinossauros prosperavam aquando do impacto<\/strong>.<\/p>\n<p>Os dinossauros que dominavam a paisagem do Novo M\u00e9xico pr\u00e9-hist\u00f3rico, aquando deste evento, eram verdadeiros gigantes, como o Alamosaurus, um enorme herb\u00edvoro de pesco\u00e7o comprido.<\/p>\n<p>\u201cConsigo imaginar a cena: num minuto, um dinossauro do tamanho de um avi\u00e3o a jacto estava a fazer o ch\u00e3o tremer com os seus passos. No minuto seguinte, a Terra inteira estava a tremer com a energia libertada pelo aster\u00f3ide\u201d, diz Stephen Brusatte, <a href=\"http:\/\/explorers.nationalgeographic.org\/directory\/stephen-l-brusatte\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">explorador da National Geographic<\/a>, <a href=\"http:\/\/www.research.ed.ac.uk\/en\/persons\/steve-brusatte\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">paleont\u00f3logo da Universidade de Edimburgo<\/a>, na Esc\u00f3cia, e autor do estudo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/o-autor-a-esquerda-e-o-seu-colega-paleontologo-daniel-vidal_4dd600fd_250813162337_800x800.webp.webp\" alt=\"O autor (\u00e0 esquerda) e o seu colega paleont\u00f3logo Daniel Vidal \" class=\"image lazyload\"\/><\/p>\n<p>A descoberta, publicada na passada quinta-feira na revista <a href=\"http:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/science.adw3282\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Science<\/a>, defende que <strong>os dinossauros da Am\u00e9rica do Norte n\u00e3o estavam em decl\u00ednio antes do seu desaparecimento estrondoso<\/strong>. O estudo tamb\u00e9m fornece informa\u00e7\u00e3o sobre a diversidade das esp\u00e9cies de dinossauro que viviam na regi\u00e3o sudoeste da Am\u00e9rica do Norte no final do Cret\u00e1cico.<\/p>\n<p><strong>Novas datas para os f\u00f3sseis do Novo M\u00e9xico<\/strong><\/p>\n<p>Muito daquilo que os paleont\u00f3logos sabem sobre o destino dos dinossauros n\u00e3o-avianos veio de <strong>f\u00f3sseis descobertos na regi\u00e3o ocidental da Am\u00e9rica do Norte<\/strong>, sobretudo nas forma\u00e7\u00f5es de Hell Creek e Fort Union. Estes afloramentos rochosos dos estados de Montana, Dacota (do Norte e do Sul) e Wyoming preservaram <strong>imagens de esp\u00e9cies terrestres antes e depois da colis\u00e3o<\/strong>. Mostram que dinossauros como o Tyrannosaurus, o Triceratops, o Edmontosaurus e o Ankylosaurus viviam nas antigas plan\u00edcies de aluvi\u00e3o preservadas <strong>em torno das Montanhas Rochosas<\/strong>.<\/p>\n<p>Mais a sul, por\u00e9m, <strong>no Novo M\u00e9xico do per\u00edodo Cret\u00e1cico, um grupo diferente de dinossauros deambulava pelas terras baixas<\/strong>. Os investigadores olharam para os dinossauros do sudoeste \u2013 que inclu\u00edam o <strong>Kritosaurus<\/strong>, com o seu bico em forma de p\u00e1, o<strong>Torosaurus<\/strong>, com os seus tr\u00eas cornos, e o <strong>Glyptodontopelta<\/strong>, com a sua carapa\u00e7a \u2013 para investigar qual seria o seu estado imediatamente antes do embate do aster\u00f3ide.<\/p>\n<p>Montar as pe\u00e7as do puzzle da cronologia destes dinossauros exigiu <strong>anos de pesquisa e trabalho de campo em busca de pistas nas rochas e nos sedimentos.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cEste projecto demorou mais de uma d\u00e9cada: algumas das primeiras amostras geocronol\u00f3gicas foram recolhidas antes de eu come\u00e7ar a p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o\u201d, diz <a href=\"http:\/\/geology.nmsu.edu\/facultydirectory\/aa_faculty_andrew-flynn.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Andrew Flynn, paleobot\u00e2nico<\/a> da Universidade Estadual do Novo M\u00e9xico e primeiro autor do artigo.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/paleontologos-luis-chiappe-a-direita-e-pedro-moch_45affca1_240923195010_800x800.jpg\" alt=\"Paleont\u00f3logos Luis Chiappe (\u00e0 direita) e Pedro Moch\" class=\"image lazyload\"\/><br \/>\n<img loading=\"lazy\" decoding=\"async\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/caitlin-leslie-recolhe-amostras-paleomagneticas_7804659f_251027115540_800x602.webp.webp\" alt=\"Caitlin Leslie recolhe amostras paleomagn\u00e9ticas\" class=\"lazyload\" width=\"800\" height=\"602\" data-aspectratio=\"800\/602\"\/>&#13;Daniel J. Peppe<\/p>\n<p>A investigadora Caitlin Leslie recolhe amostras paleomagn\u00e9ticas da Forma\u00e7\u00e3o Nacimiento, do Baixo Pleistoc\u00e9nico, na Bacia de San Juan, no noroeste do Novo M\u00e9xico.<\/p>\n<p>Flynn e a sua equipa estudaram camadas de rocha da Bacia de San Juan, no Novo M\u00e9xico, numa \u00e1rea conhecida pelos ge\u00f3logos como <a href=\"https:\/\/ngmdb.usgs.gov\/Geolex\/UnitRefs\/NaashoibitoRefs_9472.html\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"><strong>Naashoibito Member<\/strong><\/a>. A idade exacta destas rochas ainda n\u00e3o tinha sido determinada. Investiga\u00e7\u00f5es anteriores estimaram que teriam cerca de 70 milh\u00f5es de anos \u2013 milh\u00f5es de anos antes do impacto do aster\u00f3ide.<\/p>\n<p>Contudo, a nova investiga\u00e7\u00e3o realizada por Flynn e a sua equipa reviu as datas, corrigindo-as para 66,4 a 66 milh\u00f5es de anos, o que significa que <strong>os dinossauros encontrados nestas rochas do Novo M\u00e9xico viveram at\u00e9 meio milh\u00e3o de anos antes do aster\u00f3ide<\/strong>.<\/p>\n<p>Isso sugere que estes dinossauros viveram aproximadamente na mesma altura que os dinossauros descobertos nas forma\u00e7\u00f5es de Hell Creek e Fort Union, na regi\u00e3o ocidental da Am\u00e9rica do Norte. Com efeito, mostra que dinossauros como o Alamosaurus, do Novo M\u00e9xico pr\u00e9-hist\u00f3rico estavam ainda mais pr\u00f3ximos do local do impacto, em Chicxulub, no M\u00e9xico, do que os Triceratops que viviam no antigo Montana.<\/p>\n<p>Para situar devidamente os dinossauros no tempo, Flynn e os seus colegas recolheram v\u00e1rias amostras geol\u00f3gicas em Naashoibito Member, no Novo M\u00e9xico, e submeteram-nas a uma <strong>t\u00e9cnica de data\u00e7\u00e3o especial que analisou cristais min\u00fasculos no interior das rochas a fim de determinar h\u00e1 quanto tempo tinham sido depositados<\/strong>. Embora estudos anteriores tivessem proposto que os dinossauros de Naashoibito tinham vivido milh\u00f5es de anos antes do impacto, o novo estudo aperfei\u00e7oou as datas, situando-as cerca de <strong>340.000 anos antes do final do Cret\u00e1cico<\/strong>.<\/p>\n<p>Isto sugere que Am\u00e9rica do Norte era o lar de v\u00e1rias comunidades de dinossauros, que evolu\u00edam lado a lado, em diferentes bacias, mesmo antes do desastre.<\/p>\n<p>\u201cAcho que o facto de os dep\u00f3sitos da Bacia de San Juan datarem do final do Cret\u00e1cico \u00e9 um contributo significativo e importante para o nosso conhecimento do final desse per\u00edodo\u201d, diz <a href=\"http:\/\/www.reading.ac.uk\/ecology\/staff\/dr-manabu-sakamoto\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Manabu Sakamoto, paleobi\u00f3logo<\/a> da Universidade de Reading, em Inglaterra, que n\u00e3o participou no estudo.<\/p>\n<p><strong>Muitos e pr\u00f3speros<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00f3 os dinossauros prosperavam at\u00e9 imediatamente antes da extin\u00e7\u00e3o, como Flynn e os seus colegas descobriram que <strong>os \u00faltimos dinossauros da Am\u00e9rica do Norte estavam divididos em diferentes comunidades de esp\u00e9cies<\/strong>, dependendo do s\u00edtio onde viviam.<\/p>\n<p>Os especialistas chamam <strong>\u201cprovincialismo\u201d <\/strong>a este comportamento, segundo o qual as esp\u00e9cies novas evoluem em bolsas geogr\u00e1ficas, estando frequentemente separadas por diferen\u00e7as na <strong>vegeta\u00e7\u00e3o, temperatura e outros fen\u00f3menos naturais<\/strong>.<\/p>\n<p>Alguns dos \u00faltimos dinossauros do Cret\u00e1cico que deambularam pelo Novo M\u00e9xico eram muito parecidos com os que viviam mais a norte. O Tyrannosaurus, mais conhecido devido aos esqueletos encontrados em locais como Saskatchewan, Canad\u00e1 e Montana, tamb\u00e9m perseguiram presas no Novo M\u00e9xico imediatamente antes do impacto do aster\u00f3ide.<\/p>\n<p>Outros, por\u00e9m, eram surpreendentemente diferentes, como o <strong>Alamosaurus<\/strong>.<\/p>\n<p>O maior dinossauro que viveu no Novo M\u00e9xico durante o Cret\u00e1cico, o Alamosaurus poderia ter mais de <strong>24 metros de comprimento<\/strong> e pesar mais de <strong>30 toneladas<\/strong>. Assinalou o regresso dos grandes dinossauros saur\u00f3podes \u00e0 regi\u00e3o ocidental da Am\u00e9rica do Norte, descendentes de antepassados titanossauros que viviam mais a sul.<\/p>\n<p>\u201cNada ilustra melhor a forma como os dinossauros prosperaram at\u00e9 ao fim do que o facto de o Alamosaurus \u2013 um dos maiores dinossauros de sempre\u00a0\u2013 ter assistido ao embate do aster\u00f3ide\u201d, diz Brusatte.<\/p>\n<p><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/daniel-peppe-recolhe-amostras-das-primeiras-rochas-formadas-apos-a-extincao-dos-dinossauros_419682e8.webp\" alt=\"Daniel Peppe recolhe amostras das primeiras rochas formadas ap\u00f3s a extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros\" class=\"lazyload\" width=\"800\" height=\"531\" data-aspectratio=\"800\/531\"\/>&#13;Thomas Williamson<\/p>\n<p>O investigador Daniel Peppe recolhe amostras das primeiras rochas formadas ap\u00f3s a extin\u00e7\u00e3o dos dinossauros na Bacia de San Juan, no noroeste do estado do Novo M\u00e9xico.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a atribui\u00e7\u00e3o de novas datas \u00e0s camadas rochosas, Flynn e os seus colegas compararam as esp\u00e9cies de dinossauros que viveram na regi\u00e3o ocidental da Am\u00e9rica do Norte h\u00e1 entre 75 e 66 milh\u00f5es de anos. Essa compara\u00e7\u00e3o iria revelar se o continente fora o lar de apenas meia d\u00fazia de esp\u00e9cies de dinossauro antes da extin\u00e7\u00e3o ou de v\u00e1rios tipos de dinossauros.<\/p>\n<p>As conclus\u00f5es da equipa somam-se a um crescente corpo de evid\u00eancias, segundo as quais <strong>a vida antiga formava comunidades regionais de esp\u00e9cies diferentes, em vez de uma \u00fanica comunidade de dinossauros distribu\u00edda por todo o continente<\/strong>, diz Sakamoto.<\/p>\n<p>A principal caracter\u00edstica que dividia as comunidades de dinossauros do norte e do sul, prop\u00f5em Flynn e os seus colegas, era a<strong> temperatura<\/strong>.<\/p>\n<p>O herb\u00edvoro gigante Alamosaurus vivia nas regi\u00f5es mais quentes do sul, no final do Cret\u00e1cico, mas estava ausente dos habitats mais frescos do norte, habitado por muitos mais dinossauros com bico de pato e cornos. Uma vez que estes dinossauros eram animais de grande porte, capazes de percorrer longas dist\u00e2ncias, e algumas esp\u00e9cies, como o Tyrannosaurus, viviam em ambas as regi\u00f5es, parece que a temperatura era mais importante para a cria\u00e7\u00e3o de diferentes comunidades de dinossauro do que uma barreira geogr\u00e1fica como uma cordilheira montanhosa ou um sistema fluvial, dizem os investigadores.<\/p>\n<p>Esta sensibilidade \u00e0 temperatura e \u00e0s condi\u00e7\u00f5es naturais do continente sugerem que ainda existem comunidades de dinossauros \u00fanicas por descobrir, n\u00e3o s\u00f3 na Am\u00e9rica do Norte como noutros locais do mundo.<\/p>\n<p>\u201cAcho que o nosso novo trabalho mostra que precisamos de fazer mais investiga\u00e7\u00e3o em novas \u00e1reas das extin\u00e7\u00f5es em massa K\/Pg\u201d, diz Flynn, especialmente no hemisf\u00e9rio Sul.<\/p>\n<p>Os <strong>estudos em curso na Am\u00e9rica do Sul <\/strong>est\u00e3o a compor uma imagem dos \u00faltimos dinossauros do continente, mostrando como se comparavam com os que viviam noutras parte do planeta. Identificar as esp\u00e9cies-chave e o local onde viviam \u00e9 uma parte essencial da montagem de um cen\u00e1rio verdadeiramente global do evento de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Embora o destino dos grandes dinossauros seja bem conhecido, os paleont\u00f3logos s\u00f3 agora come\u00e7am a descobrir os dinossauros que assistiram ao final do Cret\u00e1cico.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"Assine a revista National Geographic agora por apenas 1\u20ac por m\u00eas. 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