{"id":131628,"date":"2025-10-29T19:01:15","date_gmt":"2025-10-29T19:01:15","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/131628\/"},"modified":"2025-10-29T19:01:15","modified_gmt":"2025-10-29T19:01:15","slug":"uma-monstruosidade-escola-internacional-de-aljezur-encerrada-compulsivamente-sem-aviso-previo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/131628\/","title":{"rendered":"Uma monstruosidade&#8221;. Escola Internacional de Aljezur encerrada compulsivamente &#8220;sem aviso pr\u00e9vio"},"content":{"rendered":"<p>\t                A escola, que segue o curr\u00edculo de Cambridge (aceite pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Inova\u00e7\u00e3o) est\u00e1 aberta h\u00e1 15 anos e chegou a ser-lhe atribu\u00edda licen\u00e7a permanente de funcionamento, em 2014. Uma decis\u00e3o que parece ter sido revertida anos depois, sem ter sido comunicado \u00e0 dire\u00e7\u00e3o do estabelecimento<\/p>\n<p style=\"margin-bottom:11px\">Na <a href=\"https:\/\/aljezur-international.org\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">Escola Internacional de Aljezur<\/a>\u00a0j\u00e1 estudaram netos de antigos primeiros-ministros, de cineastas conhecidos, ju\u00edzes e at\u00e9 de um pr\u00e9mio Nobel da Qu\u00edmica. Mas a escola, que est\u00e1 em funcionamento desde de 2010, foi encerrada compulsivamente na \u00faltima sexta-feira. O argumento do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o Ci\u00eancia e Inova\u00e7\u00e3o (MECI), de acordo com a diretora pedag\u00f3gica do estabelecimento, S\u00edlvia Catarino, \u00e9 o facto de a escola \u201cn\u00e3o estar homologada\u201d pelo sistema de ensino portugu\u00eas.<\/p>\n<p>\u201cNa sexta-feira, dia 24, por volta das 11:00, sem qualquer aviso pr\u00e9vio, entraram cinco militares da GNR a acompanhar uma representante da Inspe\u00e7\u00e3o-Geral da Educa\u00e7\u00e3o e uma representante da Dire\u00e7\u00e3o dos Servi\u00e7os Regionais do Algarve e ordenaram o encerramento imediato da escola. (\u2026) Argument\u00e1mos que n\u00e3o seria poss\u00edvel o encerramento imediato, at\u00e9 pelo superior interesse dos menores, porque muitos pais estariam a trabalhar e n\u00e3o tinham como vir buscar os seus filhos e outros v\u00e3o para casa de autocarro, que n\u00e3o estava dispon\u00edvel no momento. Disseram que iam voltar ao final do dia para concretizar o encerramento da escola. Assim fizeram e ficaram a aguardar que os pais viessem recolher as crian\u00e7as, que o autocarro viesse e levasse as restantes\u201d, relata \u00e0 CNN Portugal S\u00edlvia Catarino.<\/p>\n<p>A respons\u00e1vel acrescenta ainda que foi colocada \u201cuma fita \u00e0 volta de todo o edif\u00edcio\u201d e receberam ordens para \u201ctirarmos tudo o que era essencial da escola, por que n\u00e3o poder\u00edamos voltar a entrar no edif\u00edcio\u201d. \u201cDe acordo com o a lei, os processos dos alunos t\u00eam de ser entregues na escola p\u00fablica da \u00e1rea e tivemos de assinar um termo de confian\u00e7a em como os documentos dos alunos foram levados para a escola p\u00fablica da \u00e1rea\u201d, diz ainda.<\/p>\n<p>&#8220;Uma monstruosidade&#8221;, repete S\u00edlvia Catarino v\u00e1rias vezes ao longo da conversa com a CNN Portugal.<\/p>\n<p>A CNN Portugal sabe que os processos dos alunos est\u00e3o no Agrupamento de Escolas de Aljezur.<\/p>\n<p>\u00a0<\/p>\n<p>15 anos de hist\u00f3ria <\/p>\n<p> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"341\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/69011c9ad34e58bc67976a8e.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   A Escola Internacional de Aljezur foi criada em 2010 e recebeu licen\u00e7a permanente de funcionamento em 2014.\u00a0(Imagem: Escola Internacional de Aljezur) <\/p>\n<p>A Escola Internacional de Aljezur foi criada em 2010 e provisoriamente instalada em contentores colocados num terreno agr\u00edcola cedido pela autarquia. \u201cFoi-nos cedida uma autoriza\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria de funcionamento, com efeitos a partir de 1 de setembro de 2010. Essa autoriza\u00e7\u00e3o provis\u00f3ria tinha de ser renovada anualmente, num m\u00e1ximo de tr\u00eas. Tivemos mais duas licen\u00e7as tempor\u00e1rias e, em 2013, mud\u00e1mos para o espa\u00e7o em que hoje nos encontramos. A 24 de fevereiro de 2014, entreg\u00e1mos toda a documenta\u00e7\u00e3o e fizemos o pedido oficial para a licen\u00e7a de funcionamento permanente. A 15 de abril desse ano, foi feita uma vistoria \u00e0 escola por dois inspetores da Dire\u00e7\u00e3o Regional do Algarve. O resultado dessa inspe\u00e7\u00e3o foi que se propunha a autoriza\u00e7\u00e3o de funcionamento definitiva. Ficou uma nota apenas de que faltava a listagem dos alunos para o ano 2014\/2015, o que \u00e9 um pouco absurdo, porque est\u00e1vamos em abril e n\u00e3o sab\u00edamos que alunos iriam frequentar a escola no ano letivo seguinte. Recebemos um c\u00f3digo de seis d\u00edgitos, que \u00e9 uma esp\u00e9cie de bilhete de identidade das escolas e que s\u00f3 \u00e9 atribu\u00eddo \u00e0s escolas com a autoriza\u00e7\u00e3o definitivas de funcionamento\u201d, relata S\u00edlvia Catarino, avivando a mem\u00f3ria socorrendo-se do \u201cmar de documentos\u201d que tem sobre a secret\u00e1ria e da cronologia dos factos que \u201cteve de fazer\u201d, para \u201cn\u00e3o se perder no relato dos acontecimentos\u201d.<\/p>\n<p>Durante cinco anos, a escola funcionou normalmente, com estreita e permanente liga\u00e7\u00e3o com a tutela, atrav\u00e9s dos servi\u00e7os regionais do Algarve. Os alunos participavam no projeto de Desporto escolar, algo que s\u00f3 \u00e9 permitido nas escolas homologadas, e recebiam os cheques-dentista, como qualquer crian\u00e7a daquela idade que frequentava a escola.<\/p>\n<p>\u201cPara lhe dar um exemplo, na altura do covid, tivemos a testagem priorit\u00e1ria dos docentes como as outras escolas. T\u00ednhamos toda a legitimidade para funcionar, recebendo emails da tutela como qualquer outra escola privada. A escola n\u00e3o esteve escondida l\u00e1 num s\u00edtio a fingir que era uma escola e a enganar pais de crian\u00e7as. At\u00e9 porque os pais dos nossos alunos s\u00e3o muito exigentes e envolvem-se muito nos assuntos da escola e da comunidade educativa\u201d, sublinha a respons\u00e1vel.<\/p>\n<p>S\u00f3 em 2019 surgiram os primeiros sinais de alerta, com a transfer\u00eancia de alguns alunos. \u201cMais uma vez n\u00e3o houve uma comunica\u00e7\u00e3o oficial a fazer-nos um alerta. Foi uma encarregada de educa\u00e7\u00e3o que um dia nos alertou porque tinha tentado fazer a transfer\u00eancia da filha online e a nossa escola aparecia como \u2018centro de apoio\u2019 ou \u2018centro de estudos\u2019 no portal das matr\u00edculas. A escola tinha mudado de categoria sem haver nenhuma comunica\u00e7\u00e3o oficial. Para mim, aquilo s\u00f3 podia ser um erro inform\u00e1tico\u201d, recorda S\u00edlvia Catarino.<\/p>\n<p>Ainda assim, foram \u00e0 procura de explica\u00e7\u00f5es e pediram uma reuni\u00e3o de emerg\u00eancia na delega\u00e7\u00e3o regional dos servi\u00e7os do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o. \u201cNessa reuni\u00e3o disseram-nos que o processo estava suspenso e que a escola teria de reorganizar o seu processo. Ter\u00edamos de fazer novo pedido e que ter\u00edamos de come\u00e7ar tudo de novo\u201d, conta.<\/p>\n<p>&#8220;15 cent\u00edmetros de p\u00e9-direito&#8221; <\/p>\n<p>Em causa, ter\u00e3o os respons\u00e1veis da Delega\u00e7\u00e3o Regional do Algarve da DGEstE (Dire\u00e7\u00e3o-Geral dos Estabelecimentos Escolares) dito a S\u00edlvia Catarino, estavam altera\u00e7\u00f5es na legisla\u00e7\u00e3o sobre os edif\u00edcios escolares que exigiam \u201cum p\u00e9-direito mais elevado do que aquele que t\u00eam as nossas salas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA escola n\u00e3o pode fechar por que houve uma t\u00e9cnica que diz que as salas deviam ter mais 15 cent\u00edmetros de p\u00e9-direito do que t\u00eam\u201d, defende Joaquim Louren\u00e7o, pai de um dos 85 alunos que, na segunda-feira, n\u00e3o v\u00e3o poder regressar \u00e0 escola onde iniciaram o ano letivo.<\/p>\n<p>A escola n\u00e3o tem uma associa\u00e7\u00e3o de pais constitu\u00edda, at\u00e9 porque, salienta Joaquim Louren\u00e7o, \u201csomos uma comunidade bastante unida\u201d. \u201cSomos 80 pais que sabem muito bem o que querem para os filhos\u201d, resume, assegurando que \u201cos pais est\u00e3o completamente ao lado e solid\u00e1rios com a dire\u00e7\u00e3o da escola e n\u00e3o colocamos sequer em causa a ideia de que haja uma melhor escola do que a nossa\u201d.<\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s temos a no\u00e7\u00e3o que a nossa escola tem raz\u00e3o. Para j\u00e1 n\u00e3o h\u00e1 uma preocupa\u00e7\u00e3o de maior e estamos tranquilos. Acreditamos que isto vai ser revertido, porque h\u00e1 muitas pontas soltas neste processo de encerramento. A come\u00e7ar pelo modo como foi feito: at\u00e9 podemos encerrar uma escola, mas temos de encontrar uma solu\u00e7\u00e3o para as crian\u00e7as. Avisamos com tempo, n\u00e3o \u00e9 de uma hora para a outra. No m\u00e1ximo, deix\u00e1vamos chegar ao final do ano letivo\u201d, considera Joaquim Louren\u00e7o.<\/p>\n<p>Este pai lembra que \u201cas crian\u00e7as t\u00eam tido um aproveitamento efetivo excelente\u201d e que \u201cantigos alunos entraram em universidades internacionais de renome, nos Estados Unidos, no Canad\u00e1 ou no Reino Unido, por exemplo\u201d. Joaquim assegura que, se a situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o for revertida, vai ter \u201cmuitas retic\u00eancias\u201d em colocar o filho numa escola p\u00fablica, sobretudo numa regi\u00e3o onde h\u00e1 escassez de professores e onde as turmas t\u00eam, em muitos casos, \u201c30 ou mais alunos\u201d. \u201cImagine a diferen\u00e7a entre termos os nossos filhos em turmas de 12 alunos, onde os nossos filhos s\u00e3o educados para escolherem, arcarem com as consequ\u00eancias das suas escolhas, sem culparem o sistema. Somos 80 fam\u00edlias que querem educar os filhos num modelo em que eles possam estudar em qualquer parte do mundo\u201d, resume, sublinhando que a escola n\u00e3o existe para \u201cenriquecer uma fam\u00edlia ou uma institui\u00e7\u00e3o\u201d e refor\u00e7ando v\u00e1rias vezes que paga uma mensalidade que \u00e9 \u201cum quinto daquilo que pagam os pais em muitos col\u00e9gios privados de Lisboa ou de Cascais\u201d.<\/p>\n<p>Curr\u00edculo de Cambridge <\/p>\n<p> <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" alt=\"\" height=\"375\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/69011c9ad34ee0c2fed1c7ff.webp\" width=\"600\"\/> <\/p>\n<p>   A Escola Internacional de Aljezur tem como disciplinas obrigat\u00f3rias Portugu\u00eas e Cultura Portuguesa.\u00a0(Imagem: Escola Internacional de Aljezur) <\/p>\n<p>A Escola Internacional de Aljezur segue o curr\u00edculo de Cambridge e est\u00e1 certificada pelas autoridades brit\u00e2nicas. \u201cA escola abriu em setembro de 2010 e, a 16 de maio de 2011, recebemos inspe\u00e7\u00e3o de Cambridge, para certificar se a escola poderia funcionar de acordo com o curr\u00edculo de Cambridge. Recebemos inspe\u00e7\u00f5es peri\u00f3dicas muito rigorosas das autoridades do Reino Unido, de surpresa, para certificar que podemos continuar a aplicar o referido curr\u00edculo\u201d, sublinha S\u00edlvia Catarino.<\/p>\n<p>As aulas s\u00e3o todas dadas em ingl\u00eas, \u00e0 exce\u00e7\u00e3o de Portugu\u00eas e Cultura Portuguesa, que a dire\u00e7\u00e3o da escola faz quest\u00e3o que sejam obrigat\u00f3rias. \u201cComo o curr\u00edculo tem alguma flexibilidade, pudemos introduzir algumas disciplinas. \u00c9 obrigat\u00f3rio ter Portugu\u00eas e Cultura Portuguesa. Introduzimos tamb\u00e9m a disciplina de Agricultura, porque estamos inseridos numa zona rural. Temos animais de quinta, como galinhas e patos. E introduzimos tamb\u00e9m a disciplina de Mindfulness\u201d, explica a respons\u00e1vel da escola.<\/p>\n<p>Um curr\u00edculo aceite pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o e at\u00e9 \u201celogiado\u201d pela tutela. \u201cFomos elogiados por introduzirmos Portugu\u00eas e Cultura Portuguesa como disciplinas obrigat\u00f3rias, porque nem todas as escolas internacionais o fazem\u201d, refere S\u00edlvia Catarino.<\/p>\n<p>A avalia\u00e7\u00e3o dos alunos n\u00e3o \u00e9 feita pelos professores com quem est\u00e3o diariamente. \u201cOs exames v\u00eam selados do Reino Unido, s\u00e3o resolvidos pelos alunos e enviados, selados, de volta para o Reino Unido. Nem sequer s\u00e3o corrigidos aqui\u201d, diz a diretora.<\/p>\n<p>Amea\u00e7a de encerramento e provid\u00eancia cautelar <\/p>\n<p>Dois anos depois daquela altera\u00e7\u00e3o da designa\u00e7\u00e3o detetada por uma encarregada de educa\u00e7\u00e3o, em 2019, a escola recebeu pela primeira vez uma inspe\u00e7\u00e3o da Inspe\u00e7\u00e3o-Geral da Educa\u00e7\u00e3o e Ci\u00eancia (IGEC). \u201cO inspetor veio c\u00e1 e n\u00e3o fez inspe\u00e7\u00e3o do edif\u00edcio. Apenas quis ver a listagem dos alunos e certificou-se que os alunos estavam divididos em turmas\u201d, recorda a diretora pedag\u00f3gica da escola.<\/p>\n<p>\u201cA 26 julho de 2022, recebemos carta registada da DGEstE com o aviso de encerramento da escola. Interpusemos uma provid\u00eancia cautelar e, a 7 de agosto de 2022, o juiz do Tribunal Administrativo e Fiscal de Loul\u00e9 respondeu \u00e0 provid\u00eancia cautelar, suspendendo o encerramento compulsivo e dizendo que podemos aceitar novos alunos e fazer novas matr\u00edculas. O juiz diz ainda que n\u00e3o est\u00e1 em causa a seguran\u00e7a dos alunos, nem a qualidade do ensino dos alunos\u201d, diz S\u00edlvia Catarino.<\/p>\n<p>Desde ent\u00e3o, at\u00e9 \u00e0 \u00faltima sexta-feira, a escola funcionou normalmente, sempre com a intera\u00e7\u00e3o recorrente necess\u00e1ria com a delega\u00e7\u00e3o do Algarve dos institutos do Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Inova\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A 4 de outubro, <a href=\"https:\/\/www.fernandolobo.info\/basta\/\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">num blogue que alimenta<\/a>, Fernando Lobo, pai de um antigo aluno da escola, denunciou que o seu filho tinha visto a matr\u00edcula no segundo ano do curso de Teatro anulada pela dire\u00e7\u00e3o do Instituto Polit\u00e9cnico de Leiria, invalidando tamb\u00e9m a frequ\u00eancia do primeiro ano, apesar do aluno, Gil Lobo, que tem uma perturba\u00e7\u00e3o do espectro do autismo, ter terminado esse primeiro ano com uma m\u00e9dia de 18 valores e ser muito considerado, quer por colegas, quer por professores.<\/p>\n<p>Gil Lobo foi protagonista de uma reportagem emitida no \u00faltimo s\u00e1bado, no <a href=\"https:\/\/www.nowcanal.pt\/programas\/reporter-sabado\/detalhe\/reporter-sabado-temporada-2-ep-73-aluno-de-19-anos-impedido-de-continuar-estudos-em-portugal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">canal Now<\/a>. E S\u00edlvia Catarino \u201cn\u00e3o tem d\u00favidas\u201d que a visita das autoridades na v\u00e9spera est\u00e1 intimamente ligada com a reportagem que conta a hist\u00f3ria de Gil. \u201cAcredito que os jornalistas ter\u00e3o feito, e bem, o seu trabalho e contactado o Minist\u00e9rio. Algu\u00e9m l\u00e1 no Minist\u00e9rio deve ter acordado e dito \u2018espera l\u00e1, que temos de fazer alguma coisa\u2019. Sab\u00edamos que a situa\u00e7\u00e3o do Gil, que n\u00e3o tem culpa nenhuma, como nenhum dos alunos tem, tinha de ter um culpado e o culpado mais f\u00e1cil seria a escola\u201d, lamenta Silvia Catarino.<\/p>\n<p>A CNN Portugal questionou o MECI para saber quando foi tomada a decis\u00e3o de encerrar compulsivamente a escola e quando foi comunicada essa decis\u00e3o \u00e0 escola. Quisemos tamb\u00e9m saber quais os motivos que conduziram ao encerramento compulsivo da escola e o que vai acontecer aos 85 alunos que frequentavam a escola e \u00e0s habilita\u00e7\u00f5es j\u00e1 adquiridas por esses alunos. At\u00e9 ao momento da publica\u00e7\u00e3o deste artigo, n\u00e3o obtivemos qualquer resposta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A escola, que segue o curr\u00edculo de Cambridge (aceite pelo Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o, Ci\u00eancia e Inova\u00e7\u00e3o) est\u00e1 aberta&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":131629,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[10],"tags":[609,8134,6373,836,611,27,28,11472,607,608,333,832,604,135,610,476,29866,3237,29865,15,16,29867,301,830,14,603,25,26,570,21,22,831,833,62,834,12,13,19,20,835,602,52,32,23,24,33,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-131628","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-portugal","8":"tag-alerta","9":"tag-aljezur","10":"tag-alunos","11":"tag-analise","12":"tag-ao-minuto","13":"tag-breaking-news","14":"tag-breakingnews","15":"tag-cambridge","16":"tag-cnn","17":"tag-cnn-portugal","18":"tag-comentadores","19":"tag-costa","20":"tag-crime","21":"tag-desporto","22":"tag-direto","23":"tag-economia","24":"tag-encerramento-compulsivo","25":"tag-escola","26":"tag-escola-internacional-de-aljezur","27":"tag-featured-news","28":"tag-featurednews","29":"tag-gil-lobo","30":"tag-governo","31":"tag-guerra","32":"tag-headlines","33":"tag-justica","34":"tag-latest-news","35":"tag-latestnews","36":"tag-live","37":"tag-main-news","38":"tag-mainnews","39":"tag-mais-vistas","40":"tag-marcelo","41":"tag-mundo","42":"tag-negocios","43":"tag-news","44":"tag-noticias","45":"tag-noticias-principais","46":"tag-noticiasprincipais","47":"tag-opiniao","48":"tag-pais","49":"tag-politica","50":"tag-portugal","51":"tag-principais-noticias","52":"tag-principaisnoticias","53":"tag-pt","54":"tag-top-stories","55":"tag-topstories","56":"tag-ultimas","57":"tag-ultimas-noticias","58":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"","error":"Validation failed: Text character limit of 500 exceeded"},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/131628","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=131628"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/131628\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/131629"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=131628"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=131628"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=131628"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}