{"id":132206,"date":"2025-10-30T06:03:25","date_gmt":"2025-10-30T06:03:25","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/132206\/"},"modified":"2025-10-30T06:03:25","modified_gmt":"2025-10-30T06:03:25","slug":"dezenas-de-mortos-nas-caraibas-a-passagem-do-furacao-melissa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/132206\/","title":{"rendered":"Dezenas de mortos nas Cara\u00edbas \u00e0 passagem do furac\u00e3o Melissa"},"content":{"rendered":"<p>&#13;<br \/>\nNo lado dominicano confirmou-se at\u00e9 agora um morto, mas <b>no Haiti, a inunda\u00e7\u00e3o de uma ribeira arrastou casas, provocando pelo menos 25 mortos e v\u00e1rios desaparecidos<\/b>.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nPanam\u00e1 registou at\u00e9 agora tr\u00eas mortos, com o primeiro ministro jamaicano a desmentir relatos que davam conta de tr\u00eas mortos no pa\u00eds.&#8221;At\u00e9 ao momento, n\u00e3o houve relatos confirmados de mortes&#8221;, referiu.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nAndrew Holness afirmou ainda que o governo apoiar\u00e1 as comunidades afetadas. &#8220;Sabemos que muitos de v\u00f3s est\u00e3o a sofrer, incertos e ansiosos ap\u00f3s o furac\u00e3o Melissa, mas saibam que n\u00e3o est\u00e3o sozinhos&#8221;, afirmou na rede X.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nEnquanto se limpam destro\u00e7os e efetuam buscas, o n\u00famero de mortos, feridos e desaparecidos poder\u00e1 aumentar.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nEm Cuba, atingida ao longo de quarta-feira, o Melissa deixou um rasto de destrui\u00e7\u00e3o antes de abandonar a ilha pelas 17h40 em Lisboa.Mais de 240 comunidades permaneciam isoladas a essa hora.&#13;\n<\/p>\n<p><b>O furac\u00e3o atingiu terra durante a &#13;<br \/>\nmadrugada<\/b>, com chuvas e ventos intensos, provocando &#8220;estragos<br \/>\nconsider\u00e1veis&#8221;, de acordo com o presidente cubano, Miguel Diaz-Canel.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nA tempestade atingiu Cuba como furac\u00e3o categoria 3, com ventos de 115 &#13;<br \/>\nKm\/h, afetando a costa ocidental da ilha ao longo de &#13;<br \/>\nquarta-feira.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nMais de 735.000 pessoas foram retiradas de \u00e1reas costeiras ocidentais, nomeadamente nas prov\u00edncias orientais, de Santiago de Cuba, Holgu\u00edn et Guant\u00e1namo. Foram encerradas escolas, com\u00e9rcio e servi\u00e7os administrativos.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nAs ruas de Santiago de Cuba ficaram rapidamente inundadas e juncadas de destro\u00e7os diversos, \u00e1rvores e postes el\u00e9tricos ca\u00edram.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#8220;Uma casa ruiu em Mariana de la Torre, meu Deus, por favor&#8221;, escreveu &#13;<br \/>\num residente de Santiago, a segunda maior cidade da ilha, no Facebook. &#13;<br \/>\n&#8220;Estamos todos a ser inundados&#8221;, alertou outro morador.<br \/>\n<b>Em El Cobre, Santiago de Cuba, 17 pessoas ficaram presas pela inunda\u00e7\u00e3o e por um deslizamento de &#13;<br \/>\nterras<\/b>, segundo os meios de comunica\u00e7\u00e3o estatais.\u00a0<\/p>\n<p>De acordo com o site oficial de not\u00edcias Cubadebate, &#8220;as \u00e1guas est\u00e3o a &#13;<br \/>\ndescer com for\u00e7a, arrastando tudo \u00e0 sua passagem&#8221; na Serra Maestra. <\/p>\n<p>Em v\u00e1rias outras comunidades da regi\u00e3o, vastas zonas baixas &#8220;est\u00e3o &#13;<br \/>\ninundadas, mas a escurid\u00e3o e as restri\u00e7\u00f5es de circula\u00e7\u00e3o impedem as &#13;<br \/>\nautoridades de determinar se h\u00e1 v\u00edtimas&#8221;, referiu a mesma fonte.<\/p>\n<p>Jornalistas da Ag\u00eancia France Presse assistiram \u00e0 quebra de janelas e \u00e0 &#13;<br \/>\nqueda de tetos num hotel onde estavam alojados, em Santiago de Cuba, &#13;<br \/>\nenquanto as habita\u00e7\u00f5es em torno ficavam inundadas devido \u00e0s chuvas &#13;<br \/>\ntrazidas pelo furac\u00e3o.<\/p>\n<p><b>&#8220;A noite foi complicada&#8221;, reconheceu Diaz-Canel na sua conta na rede X, sem apesar disso contabilizar os estragos.<\/b>Dezenas de mortos no Haiti&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nEmmanuel Pierre, diretor geral da Prote\u00e7\u00e3o Civil haitiana, referiu que 10 dos mortos registados s\u00e3o crian\u00e7as. As v\u00edtimas foram arrastadas quando as \u00e1guas, da ribeira La Digue, galgaram as margens e arrastaram v\u00e1rias casas da aldeia costeira de Petit Go\u00e2ve.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n<b>O Reino Unido\u00a0vai prestar assist\u00eancia financeira de emerg\u00eancia<\/b> de 2,5 milh\u00f5es de libras (2,8 milh\u00f5es de euros) \u00e0 Jamaica, informou esta quarta-feira o Minist\u00e9rio dos Neg\u00f3cios Estrangeiros.&#13;\n<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m os Estados Unidos est\u00e3o em contacto com os governos da Jamaica,<br \/>\ndo Haiti, da Rep\u00fablica Dominicana e das Bahamas, disse o secret\u00e1rio de<br \/>\nEstado, Marco Rubio, esta quarta-feira.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\n&#8220;<b>Temos equipas de resgate e resposta a caminho das \u00e1reas afetadas<\/b>, juntamente com mantimentos essenciais para salvar vidas&#8221;, disse Rubio em comunicado de imprensa.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nUm dos piores momentos na Jamaica&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO furac\u00e3o atingiu a costa jamaicana na ter\u00e7a-feira, perto da cidade de New &#13;<br \/>\nHope, deixando a capital Kingston, livre de maior perigo.\u00a0&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nMas todo o &#13;<br \/>\npa\u00eds foi afetado, \u00e1rvores e cercas foram derrubadas, estradas ru\u00edram. <b>As infraestruturas, particularmente hospitais, ficaram severamente comprometidas, depois de atingidas por ventos de quase 300 quil\u00f3metros\/hora.<\/b>&#13;\n<\/p>\n<p>\nA par\u00f3quia de Saint Elizabeth, no sudoeste da ilha, com uma popula\u00e7\u00e3o de 150 mil habitantes e considerada o celeiro da Jamaica, ficou debaixo de \u00e1gua. Os danos ali &#8220;s\u00e3o consider\u00e1veis&#8221;. <\/p>\n<p>&#8220;Toda a Jamaica sofreu os efeitos devastadores do tuf\u00e3o Melissa&#8221;, referiu Desmond McKenzie, ministro das comunidades locais. <\/p>\n<p>&#8220;Mais de 530 mil jamaicanos est\u00e3o sem eletricidade. Est\u00e3o em curso trabalhos para repor o servi\u00e7o e dar prioridade a hospitais, esta\u00e7\u00f5es elevat\u00f3rias e esta\u00e7\u00f5es de tratamento de \u00e1guas&#8221;, reportou o ministro.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nAs autoridades referem que este \u00e9 um dos piores momentos da hist\u00f3ria do pa\u00eds.&#13;\n<\/p>\n<p><b>\u00c0 BBC, um residente na Jamaica, Andr\u00e9 Palmer, considerou mesmo este o &#8220;furac\u00e3o mais intenso que j\u00e1 presenciei&#8221;.<\/b><\/p>\n<p>&#8220;Durante cerca de 16 horas houve um vento forte e muita chuva que n\u00e3o parava de bater na casa, nas janelas e nas portas. Os detritos voavam com o vento. Foi realmente muito intenso&#8221;, contou.<\/p>\n<p>Palmer afirmou estar sem eletricidade e \u00e1gua canalizada desde a manh\u00e3 de ter\u00e7a-feira.<br \/>&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nBahamas a seguir&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nJorge Miguel Miranda, professor da Universidade de Lisboa e ex-diretor do IPMA, <b>explica porque temos de nos preparar para tempestades da dimens\u00e3o do Melissa<\/b>.<br \/>&#13;\n<\/p>\n<p>          <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" class=\"img-fluid\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/6dcce82c1e12de84374a4eaffa33e743_N.jpg\"\/><\/p>\n<p>\nA tempestade \u00e9 atualmente um furac\u00e3o de categoria 2 na escala Saffir-Simpson, mas mant\u00e9m-se perigosa.<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nNo seu \u00faltimo boletim,\u00a0o Centro Nacional de Furac\u00f5es dos EUA,\u00a0NHC, previa que o centro de Melissa se deslocasse da costa leste de Cuba, para atravessar o sudeste ou o centro das Bahamas ao longo das horas seguintes e, em seguida, passar perto ou a ocidente das Bermudas na noite de quinta-feira e durante a madrugada de quinta para sexta-feira.&#13;\n<\/p>\n<p>          <img decoding=\"async\" itemprop=\"image\" class=\"img-fluid\"   src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/03171db0e9fc153c6eca017b4db9bf51_N.jpg\"\/><\/p>\n<p>\nO Melissa atingiu a Jamaica na ter\u00e7a-feira como furac\u00e3o categoria 5, batendo o recorde de 1935 para o furac\u00e3o mais intenso ao tocar no solo, de acordo com uma an\u00e1lise da AFP com base em dados meteorol\u00f3gicos da Administra\u00e7\u00e3o Nacional Oce\u00e2nica e Atmosf\u00e9rica dos EUA (NOAA).<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nO anterior recorde pertencia h\u00e1 90 anos ao furac\u00e3o Labor Day, que devastou os Cayos da Florida em 1935 com ventos que tamb\u00e9m se aproximaram dos 300 km\/h e uma press\u00e3o atmosf\u00e9rica m\u00ednima de 892 milibares.&#13;\n<\/p>\n<p>&#13;<br \/>\nCom ag\u00eancias&#13;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"&#13; No lado dominicano confirmou-se at\u00e9 agora um morto, mas no Haiti, a inunda\u00e7\u00e3o de uma ribeira arrastou&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":132207,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[29963,27,28,15,16,20336,29998,14,7552,25,26,21,22,29517,12,13,19,20,26461,32,23,24,33,29997,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-132206","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-principais-noticias","8":"tag-bahamas","9":"tag-breaking-news","10":"tag-breakingnews","11":"tag-featured-news","12":"tag-featurednews","13":"tag-furacao","14":"tag-haiti","15":"tag-headlines","16":"tag-jamaica","17":"tag-latest-news","18":"tag-latestnews","19":"tag-main-news","20":"tag-mainnews","21":"tag-melissa","22":"tag-news","23":"tag-noticias","24":"tag-noticias-principais","25":"tag-noticiasprincipais","26":"tag-panama","27":"tag-portugal","28":"tag-principais-noticias","29":"tag-principaisnoticias","30":"tag-pt","31":"tag-republica-dominicana","32":"tag-top-stories","33":"tag-topstories","34":"tag-ultimas","35":"tag-ultimas-noticias","36":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115461607095386982","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132206","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=132206"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132206\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/132207"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=132206"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=132206"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=132206"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}