{"id":132811,"date":"2025-10-30T16:46:08","date_gmt":"2025-10-30T16:46:08","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/132811\/"},"modified":"2025-10-30T16:46:08","modified_gmt":"2025-10-30T16:46:08","slug":"consumo-provoca-aceleracao-da-economia-para-08-no-terceiro-trimestre-conjuntura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/132811\/","title":{"rendered":"Consumo provoca acelera\u00e7\u00e3o da economia para 0,8% no terceiro trimestre | Conjuntura"},"content":{"rendered":"<p>A<a href=\"https:\/\/www.publico.pt\/2025\/07\/31\/economia\/noticia\/segundo-semestre-igual-2024-garante-crescimento-perto-2-2025-2142382\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\"> economia portuguesa<\/a> teve um crescimento de 0,8% no terceiro trimestre deste ano face ao trimestre precedente, acima dos 0,7% anteriores. \u201cO contributo positivo da procura interna para a varia\u00e7\u00e3o em cadeia do PIB aumentou, reflectindo a acelera\u00e7\u00e3o do consumo privado\u201d, referiu esta quinta-feira o INE, que fez uma revis\u00e3o dos valores de v\u00e1rios trimestres (a varia\u00e7\u00e3o em cadeia do segundo trimestre, por exemplo, era de 0,6%).<\/p>\n<p>Por outro lado, diz, \u201co contributo da procura externa l\u00edquida foi mais negativo, tendo a acelera\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es de bens e servi\u00e7os sido mais pronunciada que a das exporta\u00e7\u00f5es de bens e servi\u00e7os\u201d.<\/p>\n<p>Em termos hom\u00f3logos, o Produto Interno Bruto (PIB) registou uma varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga de 2,4% no terceiro trimestre de 2025, acima dos 1,8% no trimestre precedente.<\/p>\n<p>\u201cO contributo negativo da procura externa l\u00edquida para a varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga do PIB foi menos acentuado, reflectindo a acelera\u00e7\u00e3o das exporta\u00e7\u00f5es de bens e servi\u00e7os e uma ligeira desacelera\u00e7\u00e3o das importa\u00e7\u00f5es de bens e servi\u00e7os.<\/p>\n<p>            &#13;<br \/>\n                &#13;<br \/>\n                &#13;<br \/>\n                &#13;<br \/>\n                &#13;<\/p>\n<p>J\u00e1 &#8220;o contributo positivo da procura interna para a varia\u00e7\u00e3o hom\u00f3loga do PIB manteve-se pr\u00f3ximo do observado no trimestre anterior, verificando-se uma acelera\u00e7\u00e3o do consumo privado e uma desacelera\u00e7\u00e3o do investimento\u201d, explica o INE. O INE ir\u00e1 publicar dados mais detalhados sobre o contributo das v\u00e1rias componentes no dia 30 de Novembro.<\/p>\n<p>IRS e pens\u00f5es ajudaram<\/p>\n<p>Numa nota r\u00e1pida, o departamento de estudos econ\u00f3micos e financeiros do BPI afirmou que a subida de 0,8% em cadeia \u201creflecte o maior contributo da procura interna, suportado pelo consumo privado que ter\u00e1 sido influenciado pelas medidas fiscais pontuais que se traduziram em incremento do rendimento dispon\u00edvel das fam\u00edlias no trimestre\u201d.<\/p>\n<p>O incremento referido teve por base o pagamento do suplemento extraordin\u00e1rio de pens\u00f5es, que ocorreu em Setembro, e as altera\u00e7\u00f5es do IRS com efeitos retroactivos ao in\u00edcio do ano, que beneficiou os recebimentos no final de Setembro e tamb\u00e9m de Outubro.<\/p>\n<p>Finan\u00e7as confiantes na meta dos 2%<\/p>\n<p>Para o conjunto do ano, o Governo estima agora um crescimento de 2%, conforme consta da proposta do Or\u00e7amento do Estado em discuss\u00e3o no Parlamento, abaixo dos 2,4% previstos inicialmente.<\/p>\n<p>Este valor, mesmo revisto, est\u00e1 ligeiramente acima dos 1,9% estimados pelo Banco de Portugal e pelo Conselho das Finan\u00e7as P\u00fablicas, e os 1,8% da Comiss\u00e3o Europeia.<\/p>\n<p>Em comunicado, o Minist\u00e9rio das Finan\u00e7as destacou que a subida em cadeia ficou acima \u201cdo que era esperado pela maioria dos analistas\u201d.<\/p>\n<p>O crescimento, sublinhou o Governo, \u00e9 \u201co maior registado entre os pa\u00edses da zona euro que divulgaram estimativas r\u00e1pidas\u201d.<\/p>\n<p>\u201cDepois dos efeitos negativos da incerteza internacional e da guerra comercial e dos choques geopol\u00edticos, a economia portuguesa continua a demonstrar uma elevada resili\u00eancia\u201d, defendeu o minist\u00e9rio liderado por Miranda Sarmento.<\/p>\n<p>\u201cEste desempenho refor\u00e7a a confian\u00e7a que existe relativamente \u00e0 economia nacional e a convic\u00e7\u00e3o do Governo de que \u00e9 poss\u00edvel atingir um crescimento de 2% este ano, como consta da previs\u00e3o inclu\u00edda na proposta de Or\u00e7amento do Estado para 2026\u201d, sublinharam as Finan\u00e7as.<\/p>\n<p>Alemanha estagna<\/p>\n<p>Esta quinta-feira, o Eurostat divulgou tamb\u00e9m os dados dos pa\u00edses da Uni\u00e3o Europeia (UE) e da zona euro, tendo Portugal crescido acima das respectivas m\u00e9dias de 0,3% e de 0,2% em cadeia. Em termos hom\u00f3logos, as subidas foram de 1,5% na UE e de 1,3% na zona euro.<\/p>\n<p>A Alemanha, principal economia da Europa, estagnou no terceiro trimestre em cadeia, depois dos -0,2% do per\u00edodo anterior. J\u00e1 a Espanha, o maior parceiro comercial de Portugal, cresceu 0,6%, uma ligeira desacelera\u00e7\u00e3o de 0,2 pontos percentuais.<\/p>\n<p>A maior subida em cadeia foi a da Su\u00e9cia (que n\u00e3o pertence ao euro), com 1,1%, seguindo-se Portugal com os seus 0,8% e a Ch\u00e9quia com 0,7%. Em sentido contr\u00e1rio esteve a Litu\u00e2nia, com -0,2%, e a Irlanda e a Finl\u00e2ndia, ambos com -0,1%.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"A economia portuguesa teve um crescimento de 0,8% no terceiro trimestre deste ano face ao trimestre precedente, acima&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":132812,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[27,28,3246,4212,476,8376,15,16,14,25,26,21,22,12,13,19,20,3658,32,23,24,33,17,18,29,30,31],"class_list":{"0":"post-132811","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-principais-noticias","8":"tag-breaking-news","9":"tag-breakingnews","10":"tag-conjuntura","11":"tag-consumo","12":"tag-economia","13":"tag-exportacoes","14":"tag-featured-news","15":"tag-featurednews","16":"tag-headlines","17":"tag-latest-news","18":"tag-latestnews","19":"tag-main-news","20":"tag-mainnews","21":"tag-news","22":"tag-noticias","23":"tag-noticias-principais","24":"tag-noticiasprincipais","25":"tag-pib","26":"tag-portugal","27":"tag-principais-noticias","28":"tag-principaisnoticias","29":"tag-pt","30":"tag-top-stories","31":"tag-topstories","32":"tag-ultimas","33":"tag-ultimas-noticias","34":"tag-ultimasnoticias"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115464135317038234","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132811","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=132811"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132811\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/132812"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=132811"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=132811"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=132811"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}