{"id":135922,"date":"2025-11-01T22:49:20","date_gmt":"2025-11-01T22:49:20","guid":{"rendered":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/135922\/"},"modified":"2025-11-01T22:49:20","modified_gmt":"2025-11-01T22:49:20","slug":"porque-tantos-millennials-estao-a-ter-cancro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/135922\/","title":{"rendered":"Porque tantos millennials est\u00e3o a ter cancro"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-caption-text top\"><a href=\"https:\/\/depositphotos.com\/photo\/woman-arms-crossed-protest-crowd-street-planet-climate-change-sustainable-659472044.html\" rel=\"nofollow noopener noreferrer\" data-wpel-link=\"exclude\" target=\"_blank\">People Images  \/ Depositphotos <\/a><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"size-kopa-image-size-3 wp-image-690696\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/37fa67b83eb7fc8eff134482e5d60c99-783x450.jpg\" alt=\"\" width=\"700\" height=\"402\"  \/><\/p>\n<p><strong>Uma perce\u00e7\u00e3o inquietante tem-nos assaltado nos \u00faltimos anos: cada vez mais amigos ou conhecidos s\u00e3o diagnosticados com doen\u00e7as que associ\u00e1vamos, at\u00e9 h\u00e1 pouco tempo, a uma idade mais avan\u00e7ada, como hipertens\u00e3o, diabetes tipo 2 ou, talvez, a palavra que todos tememos pronunciar: cancro.<\/strong><\/p>\n<p>Os millennials (as pessoas nascidas entre 1981 e 1995) s\u00e3o a primeira gera\u00e7\u00e3o com <strong>maior risco de desenvolver tumores do que os seus pais<\/strong>. Entre 1990 e 2019, os casos de cancro de aparecimento precoce (antes dos 50 anos) <strong>aumentaram 79%<\/strong> em todo o mundo, e a mortalidade subiu 28%.<\/p>\n<p>A verdade \u00e9 que cerca de<strong> 80% dos cancros s\u00e3o \u201cespor\u00e1dicos\u201d<\/strong>, ou seja, n\u00e3o resultam de muta\u00e7\u00f5es heredit\u00e1rias, mas de fatores externos que danificam o ADN ao longo do tempo. Isto inclui aquilo que comemos e respiramos, o n\u00edvel de atividade f\u00edsica, o descanso, o stress e a exposi\u00e7\u00e3o a subst\u00e2ncias nocivas.<\/p>\n<p>Em suma, explica <strong>Lydia Gil<\/strong>, professora de Imunologia e Biologia do Cancro da Universidad San Jore num artigo no <a href=\"https:\/\/theconversation.com\/why-are-so-many-millennials-getting-cancer-268256\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">The Conversation<\/a>, <strong>o que mais pesa<\/strong> n\u00e3o \u00e9 a gen\u00e9tica que herdamos, mas <strong>o estilo de vida que nos rodeia todos os dias<\/strong>.<\/p>\n<p>E sabemos bem que o modo de vida dos nossos pais e av\u00f3s era muito diferente do nosso,<\/p>\n<p>O impacto da alimenta\u00e7\u00e3o no organismo<\/p>\n<p>Um dos principais fatores por detr\u00e1s desta \u201cnova epidemia\u201d \u00e9 a <strong>alimenta\u00e7\u00e3o<\/strong>. A obesidade infantil come\u00e7ou a disparar nos anos 80. Em 2022, mais de 390 milh\u00f5es de crian\u00e7as e adolescentes entre os 5 e os 19 anos tinham <strong>excesso de peso<\/strong>, e 160 milh\u00f5es eram obesos, segundo um <a href=\"https:\/\/www.who.int\/news-room\/questions-and-answers\/item\/noncommunicable-diseases-childhood-overweight-and-obesity\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">relat\u00f3rio<\/a> da OMS.<\/p>\n<p>Este problema est\u00e1 <strong>longe de ser apenas uma quest\u00e3o est\u00e9tica<\/strong>: est\u00e1 associado \u00e0 resist\u00eancia \u00e0 insulina, \u00e0 inflama\u00e7\u00e3o cr\u00f3nica de baixo grau e a altera\u00e7\u00f5es hormonais que aumentam o risco de desenvolver cancros do c\u00f3lon, da mama ou do endom\u00e9trio.<\/p>\n<p>O mais preocupante, diz Lydia Gil, \u00e9 que os efeitos perniciosos da obesidade infantil <strong>n\u00e3o desaparecem<\/strong> com a idade.<\/p>\n<p>Em 2019, uma <a href=\"https:\/\/iris.paho.org\/handle\/10665.2\/49674\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">meta-an\u00e1lise<\/a> envolvendo mais de 4,7 milh\u00f5es de pessoas mostrou que quem tinha um \u00edndice de massa corporal (IMC) elevado na inf\u00e2ncia apresenta, em adulto, <strong>um risco 39% maior de cancro colorretal<\/strong> nos homens e 19% maior nas mulheres, comparativamente a quem teve um IMC saud\u00e1vel em crian\u00e7a.<\/p>\n<p>As <strong>mudan\u00e7as alimentares<\/strong> alteraram tamb\u00e9m a nossa microbiota intestinal. Est\u00e1 demonstrado que dietas ricas em alimentos ultraprocessados reduzem a diversidade bacteriana e aumentam a propor\u00e7\u00e3o de estirpes que produzem metabolitos pr\u00f3-inflamat\u00f3rios.<\/p>\n<p>Isto contribui para <strong>doen\u00e7as gastrointestinais<\/strong> como a s\u00edndrome do intestino irrit\u00e1vel ou o SIBO, que parecem quase end\u00e9micas entre os millennials \u2014 basta perguntar a um grupo de trint\u00f5es quantos t\u00eam problemas digestivos para perceber que poucas m\u00e3os ficam por levantar.<\/p>\n<p>Os efeitos invis\u00edveis do \u00e1lcool<\/p>\n<p>O <strong>segundo grande culpado \u00e9 o \u00e1lcool<\/strong>, j\u00e1 que muitos encontros entre millennials giram em torno de uma mesa repleta de comida e bebida. Durante anos acreditou-se que<strong> um copo de vinho \u201cprotegia\u201d d<\/strong>e alguma forma, mas estudos recentes mostraram que <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/porque-parar-no-primeiro-copo-686358\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">n\u00e3o existe um n\u00edvel seguro<\/a> de consumo de \u00e1lcool<strong>.<br \/><\/strong><\/p>\n<p>A <a href=\"https:\/\/www.iarc.who.int\/infographics\/iarc-monographs-classification\/\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">classifica\u00e7\u00e3o de risco<\/a> da International Agency for Research on Cancer considera o <strong>\u00e1lcool como carcinog\u00e9neo do Grupo 1, o mesmo n\u00edvel do tabaco<\/strong> \u2014 isto porque o organismo <strong>transforma o etanol em acetalde\u00eddo<\/strong>, um composto que danifica o ADN.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, os <strong>padr\u00f5es de consumo diferem entre gera\u00e7\u00f5es<\/strong>. Enquanto os baby boomers (nascidos entre 1946 e 1964) bebem com mais regularidade, os millennials tendem a beber com menos frequ\u00eancia, mas em maiores quantidades por ocasi\u00e3o (o chamado <strong>binge drinking)<\/strong>, que comporta riscos significativos.<\/p>\n<p>O <a href=\"https:\/\/pnsd.sanidad.gob.es\/profesionales\/sistemasInformacion\/sistemaInformacion\/pdf\/2024_Informe_EDADES.pdf\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">inqu\u00e9rito<\/a> EDADES 2024 do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade de Espanha confirma estas diferen\u00e7as e os n\u00edveis de risco associados a cada comportamento.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, um <a href=\"https:\/\/pubs.acs.org\/doi\/10.1021\/acs.est.4c11265\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">estudo<\/a> recente publicado na Environmental Science &amp; Technology detetou a presen\u00e7a de subst\u00e2ncias perfluoroalquiladas (PFAS) em muitas cervejas. Estes compostos, conhecidos como \u201c<strong>qu\u00edmicos eternos<\/strong>\u201d, est\u00e3o associados a um maior<strong> risco de cancro dos test\u00edculos e dos rins<\/strong>.<\/p>\n<p>Dormimos menos \u2014 e pior<\/p>\n<p>A gera\u00e7\u00e3o millennial <strong>dorme menos e pior<\/strong> do que as anteriores. Estudos recentes mostram que os millennials e a gera\u00e7\u00e3o Z <strong>dormem menos 30 a 45 minutos<\/strong> em m\u00e9dia, por noite, do que os baby boomers, em grande parte devido \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o noturna a ecr\u00e3s e redes sociais. <strong>A luz artificial inibe a liberta\u00e7\u00e3o de melatonina<\/strong>, uma hormona antioxidante que regula o ciclo celular.<\/p>\n<p><strong>A falta cr\u00f3nica de sono<\/strong> n\u00e3o s\u00f3 prejudica a repara\u00e7\u00e3o do ADN, como reduz os efeitos protetores da melatonina contra o cancro. N\u00edveis baixos desta hormona est\u00e3o associados a uma menor capacidade de <strong>contrariar danos oxidativos no ADN<\/strong> e a um aumento da prolifera\u00e7\u00e3o celular.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, a <strong>perturba\u00e7\u00e3o dos ritmos circadianos<\/strong> interfere na express\u00e3o de genes essenciais \u00e0 repara\u00e7\u00e3o do ADN, o que leva ao acumular de muta\u00e7\u00f5es e, a longo prazo, ao aumento do risco de forma\u00e7\u00e3o de tumores.<\/p>\n<p>O peso do stress<\/p>\n<p>Os millennials s\u00e3o provavelmente a gera\u00e7\u00e3o com <strong>n\u00edveis de cortisol mais elevados<\/strong>. Quando esta \u201chormona do stress\u201d se mant\u00e9m alta durante longos per\u00edodos, n\u00e3o s\u00f3 promove <strong>resist\u00eancia \u00e0 insulina e hipertens\u00e3o<\/strong>, como enfraquece o sistema imunit\u00e1rio.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o mostra que <strong>o stress cr\u00f3nico aumenta a inflama\u00e7\u00e3o<\/strong>, dificulta a elimina\u00e7\u00e3o de c\u00e9lulas an\u00f3malas e pode at\u00e9 \u201cacordar\u201d c\u00e9lulas tumorais adormecidas.<\/p>\n<p>Um <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S0306453018306954?via%3Dihub\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">estudo<\/a> publicado 2019 na Psychoneuroendocrinology indica que pessoas com n\u00edveis elevados de stress t\u00eam at\u00e9 <strong>o dobro da probabilidade de morrer de cancro<\/strong> em compara\u00e7\u00e3o com aquelas que gerem melhor o stress.<\/p>\n<p>Os riscos da automedica\u00e7\u00e3o<\/p>\n<p>Por fim, as gera\u00e7\u00f5es mais jovens recorrem mais frequentemente \u00e0 automedica\u00e7\u00e3o do que as anteriores, <strong>um comportamento que traz riscos<\/strong> tanto a curto como a longo prazo. O uso frequente de <strong>paracetamol<\/strong> est\u00e1 associado a um maior risco de les\u00e3o hep\u00e1tica e a uma poss\u00edvel l<strong>iga\u00e7\u00e3o ao aumento de cancro do f\u00edgado<\/strong>.<\/p>\n<p>Os <strong>contraceptivos orais<\/strong>, usados durante per\u00edodos prolongados devido ao adiamento da maternidade, <strong>aumentam ligeiramente o risco de cancro da mama<\/strong> e do colo do \u00fatero, embora ofere\u00e7am alguma prote\u00e7\u00e3o contra o cancro do ov\u00e1rio e do endom\u00e9trio.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o <strong>uso continuado de anti\u00e1cidos e antibi\u00f3ticos<\/strong> tem sido associado a um maior risco de cancro digestivo, atrav\u00e9s de mecanismos indiretos, como a forma\u00e7\u00e3o de compostos carcinog\u00e9nicos ou a disbiose intestinal (desequil\u00edbrio da microbiota).<\/p>\n<p>O que espera os millennials?<\/p>\n<p>As previs\u00f5es <strong>s\u00e3o preocupantes<\/strong>. Estima-se que os casos de cancro aumentem de cerca de 20 milh\u00f5es em 2022 para quase 35 milh\u00f5es em 2050, um crescimento global de<strong> quase 77%<\/strong>. A tend\u00eancia \u00e9 especialmente marcada nos tumores digestivos e ginecol\u00f3gicos, cada vez mais frequentes em adultos jovens.<\/p>\n<p><strong>Somos a gera\u00e7\u00e3o da pressa<\/strong>, da ansiedade e dos comprimidos milagrosos. Mas nem tudo est\u00e1 perdido: ainda podemos controlar muitos dos fatores que nos adoecem, come\u00e7ando hoje mesmo.<\/p>\n<p><strong>Adotar h\u00e1bitos mais saud\u00e1veis<\/strong> pode reduzir os riscos e melhorar a qualidade de vida \u2014 num futuro que, afinal, n\u00e3o est\u00e1 assim t\u00e3o distante quanto gostar\u00edamos de pensar, conclui Lydia Gil.<\/p>\n<p>    <a href=\"https:\/\/zap.aeiou.pt\/subscrever-newsletter\" data-wpel-link=\"internal\" rel=\"nofollow noopener\" target=\"_blank\">&#13;<br \/>\n        <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1759862234_971_2d51fe4a0ba54894421ead1809309ed9-1-450x140.jpg\" alt=\"Subscreva a Newsletter ZAP\" width=\"450\" height=\"140\"\/>&#13;<br \/>\n    <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/whatsapp.com\/channel\/0029VaIC4EE2f3EJZPPSbR34\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1759862234_512_c68c559d956d4ca20f435ed74a6e71e6.png\" alt=\"Siga-nos no WhatsApp\" width=\"175\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n<p>                <a href=\"https:\/\/news.google.com\/publications\/CAAiEHRwZondIV71PDjWNoqMduEqFAgKIhB0cGaJ3SFe9Tw41jaKjHbh?hl=en-US&amp;gl=US&amp;ceid=US%3Aen\" data-wpel-link=\"external\" target=\"_blank\" rel=\"nofollow external noopener noreferrer\" class=\"ext-link\">&#13;<br \/>\n                    <img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-full wp-image-575475\" src=\"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/1759862235_242_5123dd8b087b644fdb8f8603acd1bad4.png\" alt=\"Siga-nos no Google News\" width=\"176\" height=\"64\"\/>&#13;<br \/>\n                <\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"People Images \/ Depositphotos Uma perce\u00e7\u00e3o inquietante tem-nos assaltado nos \u00faltimos anos: cada vez mais amigos ou conhecidos&hellip;\n","protected":false},"author":2,"featured_media":135923,"comment_status":"","ping_status":"","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[86],"tags":[2369,1207,1027,116,1863,32,33,117],"class_list":{"0":"post-135922","1":"post","2":"type-post","3":"status-publish","4":"format-standard","5":"has-post-thumbnail","7":"category-saude","8":"tag-alimentacao","9":"tag-cancro","10":"tag-diabetes","11":"tag-health","12":"tag-nutricao","13":"tag-portugal","14":"tag-pt","15":"tag-saude"},"share_on_mastodon":{"url":"https:\/\/pubeurope.com\/@pt\/115476887442538623","error":""},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135922","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=135922"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/135922\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/135923"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=135922"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=135922"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.europesays.com\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=135922"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}